Arquivo da categoria ‘Mentiras’

Estes dias me deparei com um texto meu, citado por um protestante chamado Reginaldo no site do Sr. Lucas Banzoli. Reginaldo foi pedir ajuda a ele para refutar o meu texto já que o mesmo não conseguia. O senhor Lucas por sua vez tentou “refutar” o meu texto, só que em sua resposta fala coisas que Eu nunca afirmei no texto, eu não sei se foi por não compreender o texto que estava claro ou foi para ter um argumento para poder se apegar e tentar “refutar”, pois o texto está claramente refutando as idéias que Pedro se referia a si mesmo com um presbítero no sentido que entendemos hoje.

Quem quiser ler a matéria que escrevi ela aqui se encontra:

https://sadoutrina.wordpress.com/2011/06/16/pedro-era-um-simples-presbitero/

Todos poderão ler e verificar se o que o Sr. Lucas Banzoli diz é verdade ou não.

Todo mundo que acompanha o blog sabe que não coloco estes tipos de respostas nos posts, mas desta única vez farei uma exceção por que o Sr. Lucas quer negar o óbvio e afirmar coisas que eu nunca disse. E também por que este opúsculo, redigido em estilo irônico, impugna a legitimidade da minha matéria.

Um autor que cultive realmente a ciência, não usa tal estilo nem tal método, pois são passionais e não se atêm à objetividade do meu texto. Como quer que seja, o Sr. Lucas Banzoli pode impressionar leitores despreparados (como acho que foi o Caso do Sr. Reginaldo) … Eis por que lhe daremos atenção.

Começarei pelo título:

O PRIMADO DE PEDRO DESMASCARADO

REFUTAÇÃO DE PSEUDO-ARGUMENTOS A FAVOR DO PRIMADO DE PEDRO

Aqui o Sr. Banzoli já começa errando, pois em nada ele refuta o primado de Pedro, é apenas um mero título para dar ares de texto refutador.

Minha matéria Fundamenta-se na idéia da tradução tendenciosa da Bíblia João Almeida, de 1 Pedro 5, 1, onde eles tendenciosamente traduzem a Palavra “presbiterus” do grego como “Presbítero” e que nos outros mais de 30 versículos eles a traduzem (a mesma palavra grega) como Ancião. Ou seja, só quando Pedro se refere a ele mesmo, esta tradução fala de Presbítero.

Logo fica claro a tentativa de diminuir o apóstolo a um simples Presbítero no sentido que entendemos hoje de um simples sacerdote ou chefe de uma Igreja particular.

Então no meu texto eu provei que a Palavra “presbiterus” (Πρεσβυτρους), não diz respeito a um presbítero como entendemos hoje, e sim a um ancião, ou seja, Idoso, Velho, Pessoa de Idade.

Então querendo refutar o meu texto o este cidadão é claro em afirmar 4 coisas que mais adiante os leitores verão nas próprias palavras dele:

1º Que eu dei um tiro no pé por uma única afirmação que ele pegou de um texto imenso.

2º Que eu disse que Pedro por ser ancião era superior aos outros apóstolos (apesar de ser o primeiro entre os apóstolos e superior, mas eu não disse que por ser ancião era superior).

3º Que por Pedro ter se chamado de Ancião, eu estaria argumentando que ele era Papa, nesta passagem.

4º Indo na onda desta afirmação, diz que também João foi chamado de presbítero logo teríamos que chamá-lo de Papa.

Depois disso eu duvido que ele tenha lido meu texto ou então ele não usou de honestidade para com sua leitura e argumentação.

Vamos agora as “argumentações” de Lucas e as minhas respostas usando o mesmo texto que ele tentou refutar e acho se esqueceu de ler.
INFELIZMENTE O RAFAEL RODRIGUES DEU MAIS UM DOS FAMOSOS “TIROS NO PÉ” AO AFIRMAR ISSO:

ELE DISSE:
“Existe uma hierarquia na Igreja e Pedro só poderia estar no todo dela, como apostolo… Cada um na Igreja tem sua função logo, Pedro não teria 2 cargos”

Está foi a frase em que ele se baseou para a “refutação”, veja uma única frase em um texto todo provando claramente o erro protestante em afirmar que Pedro era uma simples presbítero.

Eu afirmei isto, e provarei logo em baixo, com as passagens bíblicas, mas como o Sr. Lucas as retirou em sua resposta vou postar novamente.

A Igreja possui funções distintas para cada um:

Ef 4, 11 “A uns ele constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores…”

1 Co 12:28 E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.

 1 Cor 12, 29 Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são todos operadores de milagres?

Logo afirmo e reafirmo que Pedro não poderia ter 2 cargos. E não tratei a qualidade de Ancião como um cargo como o Sr. Lucas afirma em seu texto, mas sim como a qualidade de Idoso, Velho, pessoa de Idade.

Eu afirmei que Pedro era apóstolo (ou bispo). E mesmo assim Papa, que é o adjetivo usado  para o Bispo de Roma, ou seja, ao mesmo tempo o cara é Papa e Bispo, e todo bispo pode ser ancião, velho, idoso e etc.. Papa é apenas, vamos dizer assim, um apelido.

OU SEJA, TRATEI A QUALIDADE DE ANCIÃO COMO IDOSO, E NÃO COMO UM CARGO NA IGREJA.

Veja, Senhor Lucas, a minha Frase que o senhor citou:

“Existe uma hierarquia na Igreja e Pedro só poderia estar no topo dela, COMO APOSTOLO

Note, nobre cidadão, que eu falei que Pedro está  no topo da Hierarquia da Igreja, pois ele era APÓSTOLO (Como os demais) e o primeiro entre os apóstolos, e não por que ele tinha a qualidade de Ancião! O senhor está tendo sérios prolemas de interpretação gramatical.

PERFEITO! VOCÊ ESCUTOU AQUILO QUE ELE DISSE: PEDRO NÃO PODERIA TER “DOIS CARGOS”! AGORA VAMOS COMPARAR OS TEXTOS QUE FALAM DE PEDRO COMO “PRESBÍTERO” OU “ANCIÃO” COM OS TEXTOS QUE FALAM ACERCA DO APÓSTOLO JOÃO:

Ora, Pedro, João, Paulo, Marcos, todos poderiam ser anciãos, até eu, daqui a algumas décadas!

SOBRE PEDRO:
“Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar” (1Pe.5:1)

NO GREGO:
“presbuterouV oun en umin parakalw o sumpresbuteroV kai martuV twn tou cristou paqhmatwn o kai thV melloushV apokaluptesqai doxhV koinwnoV”

AGORA SOBRE JOÃO:
“O presbítero ao amado Gaio, a quem em verdade eu amo” (3Jo.1:1)

NO GREGO:
“o presbuteroV gaiw tw agaphtw on egw agapw en alhqeia”

MAIS UMA SOBRE JOÃO:
“O presbítero à senhora eleita, e a seus filhos, aos quais amo na verdade, e não somente eu, mas também todos os que têm conhecido a verdade” (2Jo.1:1)

NO GREGO:
“1 o presbuteroV eklekth kuria kai toiV teknoiV authV ouV egw agapw en alhqeia kai ouk egw monoV alla kai panteV oi egnwkoteV thn alhqeian”

Estes mesmos textos eu já tinha citado em meu texto quando eu disse:

“A mesma coisa se repete em 1 Tm 5:17,19; Tt 1, 5; Js 5, 14;  1 Pd5:5; 2 Jo 1; 3 Jo 1; Ap 4:4; 7:11.”

Isto daí era para as pessoas irem a bíblia conferir. Citei todas as passagens que encontrei com a Palavra Πρεσβυτρους.

Logo ,NÃO PRIVEI a outros apóstolos ou pessoas da qualidade de Ancião,  ou coloquei o título de ancião como o de Papa. O senhor Lucas desonestamente afirma algo que eu nunca disse, para assim tentar responder um texto que ele não consegui refutar. Pois está mais do que provado no texto que a mítica tese protestante de que Pedro se dizia um simples Presbítero no sentido que vulgarmente entendemos hoje, foi se por água abaixo.

PERCEBA, CARO REGINALDO, QUE EXATAMENTE A MESMA PALAVRA NO GREGO UTILIZADA PARA PEDRO É A MESMA EM GÊNERO, NÚMERO E GRAU DA UTILIZADA PARA O APÓSTOLO JOÃO. AMBOS ERAM “PRESBÍTEROS” (presbuteroV), E A MESMA PALAVRA USADA PARA SE REFERIR A PEDRO É A MESMA PARA SE REFERIR A JOÃO. OU SEJA, POUCO IMPORTA AQUI SE ISSO AQUI SIGNIFICA LITERALMENTE “PRESBÍTERO” OU “ANCIÃO” (ISSO É QUESTÃO DE TRADUÇÃO); O QUE REALMENTE IMPORTA É QUE OS TERMOS, FUNÇÕES E PALAVRAS EMPREGADAS PARA PEDRO SÃO AS MESMAS QUE SÃO DESIGNADAS PARA JOÃO.

Bem, ele daqui por diante ele vai tratar como que eu falei que um ancião era um cargo da Igreja, e formular argumentos realmente fantásticos, porém lamentáveis. Veja que aqui ele parece que realmente entendeu meu texto, mas quis se passar por desentendido.

Ora eu falei claramente em meu texto:

“Apesar de hoje usarmos a palavra “Presbítero” como um sacerdote que preside uma Igreja particular, Pedro emprega o sentido etimológico da palavra que é “ancião” em oposição ao que ele vai falar aos JOVENS no versículo 5 do mesmo capítulo . . .”

Logo, Sr. Lucas, repetindo, quando me referi a Ancião, argumentei que ele estava se referindo a si mesmo com um Idoso, velho, pessoa de Idade. Ou eu estaria dizendo que todo Idoso seria um Papa.

Acho que o Sr. deve está com sérios problemas de leitura.

E por cima ainda quer sustentar a fracassada tradução e interpretação da João Almeida.

DITO EM OUTRAS PALAVRAS, SE PEDRO É PRESBÍTERO, JOÃO TAMBÉM É PRESBÍTERO. E, SE PEDRO É ANCIÃO, JOÃO TAMBÉM É ANCIÃO! A MESMA PALAVRA É DESIGNADA PARA AMBOS, MOSTRANDO QUE NÃO EXISTIA UMA “SUPERIORIDADE DE CARGO” ENTRE PEDRO E JOÃO, MUITO PELO CONTRÁRIO. PORTANTO, TENDO EM VISTA ISSO, AONDE VAI PARAR A “ARGUMENTAÇÃO” DO RAFAEL, QUE DISSE QUE:

Ora, mas Eu não afirmei em nenhum lugar do mesmo texto QUE JOÃO NÃO ERA UM ANCIÃO, eu claramente lá coloquei que a Palavra Ancião é repetida mais de 30 vezes no NT e que só na que Pedro se refere diretamente a ele mesmo, eles tendenciosamente colocaram outra palavra, portanto João, Pedro, Lino, Marcos, Paulo, etc e etc.. ERAM TODOS ANCIÃOS ou seriam quando chegassem a velhice.

“Existe uma hierarquia na Igreja e Pedro só poderia estar no todo dela, como apostolo… Cada um na Igreja tem sua função logo, Pedro não teria 2 cargos”

BOM, DIANTE DISSO, TEMOS DE DUAS OPÇÕES, APENAS UMA RESPOSTA:

( ) OU PEDRO ERA PAPA E JOÃO TAMBÉM ERA PAPA (SE presbuteroV SE REFERISSE A UM “PAPADO”, ENTÃO ELE TAMBÉM DEVERIA SER DADO A JOÃO, POIS A MESMA PALAVRA É DESIGNADA TAMBÉM PARA ELE).

( ) OU ENTÃO NEM PEDRO E NEM JOÃO ERAM “PAPAS”, MAS APENAS “PRESBÍTEROS” OU “ANCIÃOS”, QUE NÃO TINHAM “AUTORIDADE” UM SOBRE O OUTRO.

O cidadão tristemente fala coisas que não existem no texto. Ora Sr. Lucas quero que me mostre em meu texto onde eu disse que Pedro por ser ancião era automaticamente Papa, que todo ancião teria que ser Papa ou que a Palavra “presbiterus” se refere ao Papado.

O leitor da matéria pode conferir-la, se assim quiser, e constatar.

Eu coloquei citações do dicionário grego, históricas e bíblicas MOSTRANDO O QUE ERA UM ANCIÃO, mas parece que o Sr, Lucas em sua resposta ao aflito Reginaldo não procura agir com honestidade.

Vou postar novamente aqui o que coloquei no texto do dicionário grego, sobre a palavra “presbiterus”:

“Segundo o dicionário grego temos:

1. De idade avançada, freqüentemente subst. Pessoa (mais) velha  Lc 15, 25; Jo 8, 9; At 2, 17; 1 Ti 5, 1b. De um período de tempo οἱ π. Homem antigo, nossos ancestrais  Mt 15, 2; Mc 7, 3, 5; Hb 11, 2.

2. Como uma designação de um oficial idoso. presbitero.”

Logo senhor Lucas, ou você não leu meu texto, ou gosta de desonestamente argumentar.

É triste ver algo se fundamentando em cima de um argumento falso.
É ÓBVIO QUE OS CATÓLICOS, SEGUINDO A “LÓGICA” DO RAFAEL RODRIGUES, SE VERÃO DESESPERADOS EM DEIXAR OS CRITÉRIOS LÁ LONGE: SE ELES DISSEREM QUE PEDRO ERA “ANCIÃO” E QUE POR CAUSA DISSO ELE ERA PAPA,

Lhe peço novamente Sr. Lucas que me mostre no meu texto onde eu falei que por Pedro ser Ancião era automaticamente Papa, apesar de Pedro ser sim o Bispo de Roma e ser Papa.

Eu já provei acima o que disse, o Sr. falsamente enxertas coisas aos meus argumentos, quando só me referi a ancião como um Idoso.

ENTÃO TERIAM QUE DAR O MESMO CRÉDITO A JOÃO QUE TAMBÉM É DESCRITO COMO SENDO “ANCIÃO”. NESTE CASO, TERÍAMOS “DOIS PAPAS” O QUE É ALTAMENTE REPUDIADO PELA PRÓPRIA IGREJA CATÓLICA.

A sua falsa refutação já foi desmascarada. E claro se eu assim tivesse procedido como o senhor falsamente afirma, até eu mesmo me repudiaria.

SE, CONTUDO, ELES ADMITEM QUE ESTA PALAVRA NO GREGO NÃO DÁ UMA SUPERIORIDADE A PEDRO EM CIMA DE JOÃO (E DOS DEMAIS PRESBÍTEROS OU ANCIÃOS), ENTÃO TERÃO QUE INVENTAR OUTRA BABOSEIRA PARA COLOCAR PEDRO NO LUGAR DE “PAPADO”,

Bem, peço novamente para que o senhor Lucas me mostre onde eu Falei que o título de Ancião dava superioridade a Pedro.

Primeiro por que em todo o meu texto, e vou postar aqui novamente, falei que Pedro estava se referindo a se mesmo com Idoso:

“Apesar de hoje usarmos a palavra “Presbítero” como um sacerdote que preside uma Igreja particular, Pedro emprega o sentido etimológico da palavra que é “ancião” em oposição ao que ele vai falar aos JOVENS no versículo 5 do mesmo capítulo…”

Ora senhor Lucas, o senhor daqui pra frente que terá que inventar outra mentira, pois esta já está desmascarada junto com os enxertos que não existem no meu texto.

E na minha matéria está mais do que provado a falsa argumentação e lenda protestante segundo a tendenciosa Tradução da João Almeida.

PORQUE ESSA AQUI JÁ FOI PRO ESPAÇO. PIOR AINDA DO QUE ISSO, OS CATÓLICOS TERIAM QUE SALVAR A SUA PSEUDO-DOUTRINA ANTI-BÍBLICA CONTRARIANDO O RAFAEL, POIS TERIAM NECESSARIAMENTE QUE DIZER QUE PEDRO TERIA MAIS DO QUE UM ÚNICO CARGO NA IGREJA PRIMTIVA, OU SEJA, O DE “ANCIÃO” E O DE “PAPA”, JÁ QUE O DE “ANCIÃO” POR SI SÓ NÃO SIGNIFICA EM NADA QUE ELE SEJA “PAPA” OU SUPERIOR AOS DEMAIS APÓSTOLOS!

O que já foi pra o espaço foram as falsas argumentações, até por que deixei claro e não falei em nenhum momento que ancião se referia a Papa.

E já se foi pra o espaço também a lenda de que Pedro se dizia um simples Presbítero como entendemos hoje, dá uma lidinha melhor na matéria e verá.

Mas é claro que o desespero diante da refutação de uma que antes era uma GRANDE ARGUMENTAÇÂO protestante,  que foi facilmente derrubada, mostrando que tudo não passa de traduções tendenciosas, já mostra a qualidade da sua tentativa de refutação.
NOUTRAS PALAVRAS, ELES TERIAM QUE JOGAR FORA AS TEORIAS DO RAFAEL RODRIGUES, POIS SE PEDRO DETINHA APENAS E UNICAMENTE UM ÚNICO CARGO NA IGREJA (O DE PRESBÍTERO OU ANCIÃO), ENTÃO SEGUE-SE LOGICAMENTE QUE JOÃO ESTARIA NO MESMO CARGO DE LIDERANÇA QUE PEDRO, O QUE É REPUDIADO PELA ICAR QUE SEMPRE INSISTIU NO PRIMADO MÁXIMO DE PEDRO EM AUTORIDADE ECLESIÁSTICA, SOBRE TODOS OS DEMAIS APÓSTOLOS (INCLUINDO SOBRE O PRÓPRIO JOÃO).

Tenho pena do aflito Reginaldo se levou em conta o que o sr. respondeu a ele.

O seu joguete e adulteração das minhas palavras não funcionaram.

È a até infantil para uma pessoa que leu meu texto e o analisou bem, ver estas argumentações em cima de algo que não está presente no texto.
DIANTE DE TUDO ISSO, A ÚNICA PERGUNTA QUE FICA É SE OS CATÓLICOS VÃO SE SALVAR DESSA CONTRARIANDO O RAFAEL OU SE ELES VÃO JOGAR O CRITÉRIO NA LATA DO LIXO. E UMA PERGUNTA AINDA MAIS INTERESSANTE SERIA COMO QUE O PRÓPRIO RAFAEL RODRIGUES IRIA SE SAFAR DESSA! ESSA EU PAGARIA PARA VER…

Diante disso, Sr. Banzoli, só gostaria de saber o que pensará o aflito Reginaldo depois de ver a elucidação da sua falsa resposta.

Ora, eu não poderei sair dessa por que nunca entrei no joguinho de palavras e nas infantis argumentações sobre o meu texto, COMO SE EU ESTIVESSE LIGANDO O TÍTULO DE ANCIÃO AO DE PAPA E PRIVANDO OS OUTROS DESTE MESMO TÍTULO.

Agora o sr. realmente terá que pagar, pagar pra alguem te ajudar a sair desta mentira.

COM CERTEZA ELE TERIA QUE CONTRADIZER OS SEUS PRÓPRIOS ESCRITOS PARA SALVAR ESSA TESE MALUCA DO PRIMADO DE PEDRO, MAS NÃO ME SURPREENDERIA ISSO, POIS OS CATÓLICOS PLANTAM ATÉ BANANEIRA PARA SALVAR UM DOGMA REFUTADÍSSIMO COMO ESSE.

Bem seria bom o senhor começar a refutar esta matéria aqui, que nenhum protestante até hoje teve coragem de argumentar:

https://sadoutrina.wordpress.com/2011/02/28/05-razoes-que-fundamentam-pedro-como-a-rocha/

Agora vejo quem é que está plantando bananeiras e ainda por cima enxertando coisas as minhas palavras.

Agora Eu que gostaria de saber como o Sr. vai se safar desta. O senhor Terá as seguintes opções:

1º ( ) Reler minha matéria e se retratar. E falar ao Sr. Reginaldo que tudo aquilo não procedia e não passava de uma refutação desesperada.

2º  ( ) Confessar que leu a matéria e não soube responder, por isso procurou uma única coisa em meu texto para em cima desta falsamente argumentar e colocar palavras em minha boca.

3º  ( ) Tentar reparar este seu erro contradizendo  tudo, o que o Sr. argumentou.

Sendo qual for a opção já está desmascarada a falácia.

E agora Sr. Reginaldo, o que o sr. pensará?

Só espero sr. Banzoli que não faça novamente com esta minha resposta a mesma coisa que fez com o meu outro texto. E pelo menos tente refutar a irrefutável prova de que Pedro nunca se afirmou como um simples presbítero como vulgarmente entendemos hoje.

 In Cord Iesu, Semper,

Rafael Rodrigues.

Anúncios

A Resposta a Edir Mascedo e sua rede de Mentiras.

Publicado: 27 de maio de 2011 por Rafasoftwares em Mentiras

Matéria Por: Cris Macabeus, Fernando Nascimento e o Cai a Farsa. Produção do vídeo feito por: Marcos Antonio.

Assinem o nosso abaixo assinado:

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8757

 Vídeos:

Lamentavelmente a Rede Record de televisão que é ligada a Igreja Universal do Reino de Deus e que tem como proprietário o “bispo” Edir Macedo, mais uma vez agride caluniosamente a Igreja Católica em matéria veiculada no dia 15/05/2011 em seu programa “Domingo Espetacular”. Neste programa, injuriosamente afirmavam que o Vaticano apoiava a escravidão, o tráfico negreiro e tortura aos escravos. Para tais afirmações, os mentores de tamanha quimera não se envergonharam em forjar, distorcer fatos e utilizar-se da má interpretação de documentos que em nada condizem com suas acusações.

A verdade

Naqueles tempos, os simpatizantes do tráfico sugeriram que não contrariava os ensinamentos da Igreja porque não incidia sobre “seres racionais” mas sim sobre uma espécie de “animais”. A Igreja recusou esse argumento. Em 1537 o Papa Paulo III emitiu três decretos a proibir a escravatura do Novo Mundo (decretos descobertos por historiadores há pouco tempo). No primeiro, o Papa declarava que “os índios são homens de verdade” e, portanto, “pela nossa Autoridade Apostólica decretamos e declaramos… que estes mesmos índios e todos os outros povos – mesmo aqueles que não partilham da nossa fé – não devem perder a liberdade e a propriedade… e não devem ser reduzidos a escravos, e tudo o que se passar em contrário será considerado nulo e inválido”. No segundo decreto o Papa ameaça com a excomunhão qualquer pessoa, independentemente de “dignidade, estatuto, condição, ou classe social” que pratique a escravatura. A oposição da Igreja acabou com a escravidão descarada dos índios, mas continuaram as práticas de exploração. E os decretos papais não tiveram qualquer efeito no tráfego de escravos africanos. (A Vitória da Razão, Rodney Stark, pg. 243).

Isto anula o falso argumento da “historiadora” do programa, que afirmava que o que o Papa decretasse, era o que devia ser feito.

Afirma BRAUDEL: “O tráfico negreiro não foi uma invenção diabólica da Europa. Foi o Islã, desde muito cedo em contato com a África Negra através dos países situados entre Níger e Darfur e de seus centros mercantis da África Oriental, o primeiro a praticar em grande escala o tráfico negreiro (…)” (os grifos são nossos. BRAUDEL, 1989: 138).

Abaixo estão alguns frames da matéria caluniosa da Record e nossa devida refutação:

Primeiro eles distorceram o contexto da bula “DUM DIVERSAS”.

Na verdade essa bula jamais foi escrita para apoiar a escravatura ou tráfico negreiro, essa bula foi escrita pelo PAPA Nicolau V no intuito de preservar a fé apostólica contra os SARRACENOS, ou seja, os muçulmanos que escravizavam os cristãos da Europa, essa bula nada tinha a ver com o tráfico negreiro.

Documento oficial “Dum Diversas” (publicada em 18 de junho de 1452 pelo Papa Nicolau V).

Através desta Bula, dirigida ao rei Afonso V de Portugal, o pontífice afirma:

“(…) nós lhe concedemos, por estes presentes documentos, com nossa Autoridade Apostólica, plena e livre permissão de invadir, buscar, capturar e subjugar os sarracenos e pagãos e quaisquer outros incrédulos e inimigos de Cristo”.

Sarracenos: (do grego sarakenoi) era uma das formas com que os cristãos do Medievo designavam, os árabes ou os muçulmanos. As palavras islã” e “muçulmano” só foram introduzidas nas línguas européias no século XVII.

Para entender o porquê o PAPA Nicolau V emite essa bula, devemos adentrar na história e descobrir o que os mulçumanos faziam aos cristãos na Europa: primeiramente,

o tráfico negreiro era feito pelos próprios negros dentro da África muitos séculos antes da chegada dos brancos europeus à África, as tribos, reinos e impérios negros africanos praticavam largamente o escravismo, da mesma forma as demais etnias muçulmanas. Estes eram vendidos pelos próprios africanos, que tinham grandes mercados espalhados pelo interior do continente, abastecidos por guerras entre as tribos com seqüestros aleatórios.

Posteriormente os muçulmanos (“sarracenos”) iniciaram o chamado “escravismo branco”, eles iam até a Europa buscar principalmente os cristãos para escravizá-los com o total apoio africano.

Isso pode ser facilmente comprovado, por exemplo, com a descrição do “império de Mali” feita pelo cronista muçulmano Ibn Batuta (1307-1377), um dos maiores viajantes da Idade Média, e o depoimento de al-Hasan (1483-1554) sobre Tumbuctu, capital do império de Songai.  Fonte: http://www.ricardocosta.com/pub/imperiosnegros2.htm

O que precisamos entender é que esta Bula foi escrita em uma época de perseguição muçulmana contra a  cristandade e Constantinopla estava sob ameaça de ataque. Na verdade ela foi escrita apenas um ano antes dos muçulmanos derrotarem os cristãos bizantinos. Para um contexto melhor, permitam-me informar que os invasores muçulmanos saquearam e pilharam os cristãos por vários dias antes de dar aos sobreviventes  poucas condições para a sua subjugação. Então o papa autorizou a tomada de prisioneiros de guerra e o seu encarceramento como pena de prisão perpétua por crimes contra a cristandade.

Dum Diversas” era uma bula papal para seu tempo, mas de modo algum fomenta a escravidão. É simplesmente uma autorização para atacar o inimigo agressor em uma “guerra justa” e tomar como prisioneiros os salteadores e encarcera-los por seus crimes.

Infelizmente o programa da Record, além de omitir tais fatos, distorce acintosamente a verdade com mera intenção de atacar a Igreja Católica.

Abaixo, mais uma vez, omitindo o contexto dos fatos, pinçou e fez uso de um trecho de outro documento que não se refere ao tráfico negreiro. Eis o trecho pinçado:

O “Romanus Pontifex” foi mais uma bula enviada pelo PAPA Nicolau V, contra os crimes muçulmanos diante da cristandade, outra vez a emissora utiliza um documento contra os sarracenos sem explicar para o telespectador quem são os sarracenos, enquanto desonestamente insinua ser esta bula contra os africanos.

Confirma os historiador Manuel Gonçalves: “A expansão portuguesa em direção a territórios muçulmanos teve para a Igreja um caráter cruzadístico e foi incentivada e legitimada pelo Papado através das bulas Romanus Pontifex (1455) de Nicolau V e Inter Caetera (1456) de Calixto III”.  Vide MARTINS, Manuel Gonçalves. O Estado Novo e a Igreja Católica em Portugal (1933-1974). p. 1.)

O repórter também caluniava que os negros eram capturados e levados a uma igreja católica, batizados e desembarcados. Puro embuste deste que não honra a própria profissão, preferindo fazer eco a falácias para agradar seu patrão. A Igreja Católica jamais teve parte na captura de africanos, os que abraçaram o evangelho de Jesus Cristo na religião católica o fizeram por iniciativa própria, como determina ser feito o Papa Paulo III, na Bula “Veritas Ipsa”, de 09-06-1537, omitida pela repórter:

“Paulo Papa Terceiro, a todos os fiéis Cristãos, que as presentes letras virem, saúde e bênção Apostólica. A mesma verdade, que nem pode enganar, nem ser enganada, quando [Jesus] mandava os Pregadores de sua Fé a exercitar este ofício, sabemos que disse: Ide, e ensinai a todas as gentes. A todas disse, indiferentemente, porque todas são capazes de receber a doutrina de nossa Fé.(…)

(…) determinamos e declaramos que os ditos índios, e as demais gentes hão de ser atraídas, e convidadas à dita Fé de Cristo, com a pregação da palavra divina, e com o exemplo de boa vida. E tudo o que em contrário desta determinação se fizer, seja em si de nenhum valor, nem firmeza; não obstante quaisquer cousas em contrário, nem as sobreditas, nem outras, em qualquer maneira. Dada em Roma, ano de 1537 aos 9 de junho, no ano terceiro do nosso Pontificado.”

Adiante, dos escritos do padre Antonio Vieira, o repórter da Record pesca dois pequenos trechos de seu contexto e tenta macular a imagem do padre, querendo dar a entender que aquele fomentava a escravatura no Brasil, quando na verdade o padre Antonio Vieira, grande defensor dos africanos, estava apenas dando um conforto espiritual para aquela gente sofredora, sem paz e sem Deus, perseguida e negociada pelos próprios patriotas desde sua terra natal. Em nenhum momento o padre usa o termo escravidão como uma forma de purgar os pecados como quis fazer parecer o maldoso repórter. Veja os trechos que usaram para o embuste:

Contexto verdadeiro em que falava o padre:

Assim que o padre Vieira termina de louvar aos negros por sua alta missão como cristãos que serão salvos, ele diz, claramente, que a primeira obrigação que eles têm é:  “de dar infinitas graças a Deus por vos ter dado conhecimento de si, e por vos ter tirado de vossas terras, onde vossos pais e vós vivêis como gentios; e vos ter trazido a esta, onde instruídos na fé, vivais como cristãos, e vos salveis.” (“Sermão XIV .pág. 303).

Essas palavras não são suas. Tudo o que ele diz vem da autoridade das Escrituras, e ele cita a profecia, continuação do sermão, de que “Virá tempo, diz David, em que os Ethyopes (que sois vós) deixada a gentilidade e a idolatria, se hão de ajoelhar diante do verdadeiro Deus”  e “não baterão as palmas como costumam, mas fazendo oração, levantarão as mãos ao mesmo Deus.” (pág. 303).

De fato em Goiana-PE, fundada em 1570 e outras cidades brasileiras, os católicos e a Igreja Católica compraram a liberdade dos escravos vendidos pela própria África aos senhores e os transformavam em cidadãos comuns livres, com trabalho, residência e família. Isso bem antes da abolição da escravatura no Brasil, o que profética e milagrosamente justificou as palavras do padre Vieira.

Abaixo seguem alguns trechos da obra do padre, todos omitidos pelo programa da Record, onde o padre se coloca duramente contra a escravidão, deixando clara a posição da Igreja. Nesses trechos ele protesta diretamente aos exploradores da época, presentes ao mesmo sermão em que estavam os negros:

  • “Os Negros são filhos de Maria mãe de Deus.”
  • “O comércio escravo é um ato desumano”
  • “Os negros são filhos de Adão e Eva e foram resgatados pelo mesmo Sangue de Cristo”. Padre Antônio Vieira (1608-1697)

Saibam os pretos, e não duvidem, que a mesma Mãe de Deus é Mãe sua… porque num mesmo Espírito fomos batizados todos nós para sermos um mesmo corpo, ou sejamos judeus ou gentios, ou servos ou livres” (Sermão XIV).

“Nas outras terras, do que aram os homens e do que fiam e tecem mulheres se fazem os comércios: naquela (na África) o que geram os pais e o que criam a seus peitos as mães, é o que se vende e compra. Oh! trato desumano, em que a mercancia são homens! Oh! mercancia diabólica, em que os interesses se tiram das almas alheias e os riscos são das próprias! “ (Sermão XXVII).

“Os senhores poucos, e os escravos muitos, os senhores rompendo galas, os escravos despidos e nus; os senhores banqueteando, os escravos perecendo à fome, os senhores nadando em ouro e prata, os escravos carregados de ferros, os senhores tratando-os como brutos, os escravos adorando-os e temendo-os como deuses. (…) Estes homens não são filhos do mesmo Adão e da mesma Eva? Estas almas não foram resgatadas com a sangue do mesmo Cristo? Estes corpos não nascem e morrem como os nossos? Não respiram com a mesmo ar? Não os cobre o mesmo céu? Não os aquenta o mesmo sol? Que estrela é logo aquela que as domina, tão cruel?”. (Sermão XXVII sobre o Rosário, in Sermões, vol. 12, Porto, 1951, p.333-371).

Essas foram as palavras do grande padre Antonio Vieira, omitidas pelo injurioso programa da Record, em sua flagrante tentativa de infamar a Igreja Católica.

Vejamos os Testemunhos e documentos que atestam o combate da Igreja à escravidão deste os primórdios do cristianismo:

O Papa S. Calisto (ano 217), era um ex-escravo elevado a Papa.

O Concílio de Nicéia (ano 325), o primeiro que a Igreja realizou, afirma: “escravos foram admitidos ao sacerdócio.”

Em uma Carta do Papa João VIII, datada de setembro de 873 e dirigida aos Príncipes da Sardenha, ele diz:
 “Há uma coisa a respeito da qual desejamos admoestar-vos em tom paterno; se não vos emendardes, cometereis grande pecado, e, em vez do lucro que esperais, vereis multiplicadas as vossas desgraças. Com efeito; por instituição dos gregos, muitos homens feitos cativos pelos pagãos são vendidos nas vossas terras e comprados por vossos cidadãos, que os mantêm em servidão. Ora consta ser piedoso e santo, como convém a cristãos, que, uma vez comprados, esses escravos sejam postos em liberdade por amor a Cristo; a quem assim proceda, a recompensa será dada não pelos homens, mas pelo mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo. Por isto exortamo-vos e com paterno amor vos mandamos que compreis dos pagãos alguns cativos e os deixeis partir para o bem de vossas almas”.(Denzinger-Schönmetzer, Enquirídio dos Símbolos e Definições nº 668).

O Papa Pio II, em 7 de outubro de 1462:

Condenou o comércio de escravos como “magnum scelus” (grande crime).

O Papa Pio VII (1800-1823) enviou uma Carta ao Imperador Napoleão Bonaparte da França, em protesto contra os maus tratos a homens vendidos como animais, onde dizia:“Proibimos a todo eclesiástico ou leigo apoiar como legítimo, sob qualquer pretexto, este comércio de negros ou pregar ou ensinar em público ou em particular, de qualquer forma, algo contrário a esta Carta Apostólica”(citado por L. Conti, “A Igreja Católica e o Tráfico Negreiro”, em ‘O Tráfico dos Escravos negros nos séculos XV-XIX”. Lisboa 1979, p. 337).

O mesmo Sumo Pontífice se dirigiu a D. João VI de Portugal nos seguintes termos:
Dirigimos este ofício paterno à Vossa Majestade, cuja boa vontade nos é plenamente conhecida, e de coração a exortamos e solicitamos no Senhor, para que, conforme o conselho de sua prudência, não poupe esforços para que… o vergonhoso comércio de negros seja extirpado para o bem da religião e do gênero humano”.

O famoso bispo de Chiapa, na América, Frei Bartolomeu de las Casas (1474-1566), levantou-se em defesa dos índios contra sua escravidão. No início do século XVI o dominicano Domingos de Minaja viajou da América Espanhola a Roma, a fim de relatar ao Papa Paulo III (1534-1549) os abusos ocorrentes com relação aos índios. Em conseqüência, o Pontífice escreveu a Bula: “O comum inimigo do gênero humano, que sempre se opõe as boas obras para que pereçam, inventou um modo, nunca dantes ouvido, para estorvar que a Palavra de Deus não se pregasse as gentes, nem elas se salvassem. Para isso moveu alguns ministros seus que, desejosos de satisfazer as suas cobiças, presumem afirmar a cada passo que os índios das partes ocidentais e meridionais e as mais gentes que nestes nossos tempos tem chegado à nossa notícia, hão de ser tratados e reduzidos a nosso serviço como animais brutos, a título de que são inábeis para a Fé católica, e, com pretexto de que são incapazes de recebê-la, os põem em dura servidão em que têm suas bestas, apenas é tão grande como aquela com que afligem a esta gente. Pelo teor das presentes determinamos e declaramos que os ditos índios a todas as mais gentes que aqui em diante vierem a noticia dos cristãos, ainda que estejam fora da fé cristã, não estão privados, nem devem sê-lo, de sua liberdade, nem do domínio de seus bens, e não devem ser reduzidos a servidão”.(Veritas Ipsa” (1537), onde condena a escravidão)

O Papa Gregório XVI (1831-1846) em 3.12.1839 disse: “Admoestamos os fiéis para que se abstenham do desumano tráfico dos negros  ou de quaisquer outros homens que sejam “.

O Papa Leão XIII (1878-1903), disse na Carta “In Plurimis”, em 5.5.1888 aos bispos do Brasil:“E profundamente deplorável a miséria da escravidão a que desde muitos séculos está sujeita uma parte tão pequena da família humana”.

O papel da lgreja frente à escravatura preparou a libertação dos escravos, assinada finalmente em 13/05/1888 pela Regente católica Princesa Isabel. Para comemorar este evento, o Papa Leão XIII enviou à Princesa, a Rosa de Ouro, sinal de distinção e benevolência de Sua Santidade.

Na cidade de Goiana – PE, está uma imagem belíssima de Nossa Senhora do Rosário, doada pela Princesa Isabel à Igreja Católica, por promover a liberdade e a inclusão social dos negros escravos, antes mesmo da Lei Áurea. (Catálogo Turístico, Descubra as Raízes de Pernambuco pág. 40).

Santo Agostinho também teve seu texto distorcido pelo repórter macediano, ele viveu no século IV, e foi aludido maldosamente em assunto do Brasil colonial, aquele jamais fomentou a escravidão. Este foi o trecho de sua obra pinçado desonestamente:

Essas duas frases abaixo de Santo Agostinho, mostram o contexto em que ele cita a palavra “escravo”, revelando a má fé do repórter macediano.

“Quem é bom é livre, mesmo que seja escravo.
Quem é mau é escravo, ainda que seja rei.

“O Senhor supremo diz: Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. Por  isso muitos homens piedosos servem patrões iníquos, mas não livres, porque quem é vencido por outro fica escravo de quem o venceu.”(Santo Agostinho,1990, II, livro XIX, cap. XV, p.406).

Como poderia a Igreja Católica, como mente esses enganadores, depreciar os negros e escravos se entre tantos santos negros e escravos que enriquecem sua hagiografia desde os primeiros séculos estão: o ex-escravo Papa S. Calisto (ano 217), Sta. Perpétua, Sta. Felicidade, S. Cipriano, S. Metódio Domenico Trcka, S. Nicolau, Sta. Efigênia, S. Antônio de Cartageró, S. Elesbão, S. Benedito, S. Serapião, Sta. Bakita, S. Frumencio, S. Pacômio, S. Eugenio de Cartago, S. Antão, S. Martinho de Lima (“mestiço”), Sta. Sara Kali, Sta. Maria-Clémentine Blessed, Santa Anuarite Nengapeta, S. Daudi Okelo e S. Jildo Irwa???

Como poderia a Igreja Católica menosprezar os negros se a imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil foi produzida em terracota pelos escravos devotos??? Falta bom senso aos caluniadores, que hoje, depois da abolição da escravatura dada pelos católicos, querem “salvar” as almas dos negros porque trazem algum dinheiro no bolso, quando antes os viam como “uma raça cuja inteligência média beira a estupidez”, “privada de qualquer bênção divina” e os marcavam a ferro quente como animais.

No Portal Evangélico, veja o que confessa um evangélico sobre um jornal batista:

“Na mesma época, o Baptist Record, uma publicação do Estado do Mississippi, publicou um artigo que defendia a idéia de que Deus queria os brancos governando sobre os negros porque ‘uma raça cuja inteligência média beira a estupidez’ está obviamente ‘privada de qualquer bênção divina’. Se alguém questionasse essa doutrina claramente racista, os pastores saíam com o expediente infalível da miscigenação (mistura de raças), que alguns especulavam ser o pecado que havia levado Deus a destruir o mundo nos dias de Noé. A simples pergunta ‘você quer que sua filha traga para casa um namorado negro?’ silenciava todos os argumentos raciais.” (pp. 25,26).

Retirado do site: http://www.portalevangelico.pt/noticia.asp?id=2638

Naquele tempo no Brasil, esta era a realidade imposta pelo governador protestante Maurício de Nassau e cuidadosamente omitida pelo programa da Record:

Em 25 de junho de 1637, devido a falta de escravos para os engenhos de cana de açúcar, fugidos por causa da guerra entre holandeses e portugueses, Nassau envia uma expedição de nove navios para a Guiné, na África, sob comando do coronel Hans van Koin, para trazer mais negros para Pernambuco.

Já em 30 de maio de 1641, tendo convencido os dirigentes da Cia. Das Índias de que era mais vantajoso atacar Angola, por conta dos escravos, do que a Bahia, Nassau envia uma força de invasão à África com 20 navios e mais de 4.000 homens. http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_1290.html

Infelizmente, para isso a Record cegou, preferindo fazer uso da vergonhosa manipulação de imagens abaixo, onde injuriosamente acusava a Igreja Católica de forçar os escravos à conversão, ilustrando isto com imagens que não correspondem aos fatos, enquanto caluniava que os escravos que se recusavam converter sofriam torturas ou eram mortos.

Veja o contraste da verdade diante das calúnias de Record:

Adiante, instilaram que a Igreja Católica “marcava” os escravos a ferro quente. Pura calúnia! Esta é mais uma falsidade que já caiu por terra. Em nota a esse ato selvagem, a protestante igreja anglicana já se acusou e pediu desculpas por essa violência que imprimia aos negros que escravizava.

Para ver os próprios protestantes anglicanos afirmando que durante 300 anos venderam, escravizaram e marcaram a ferro quente os escravos com a palavra “Society”, referida ao organismo daquela igreja, acesse: http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=65544

Para ver todo o desrespeito empregado pelo protestantismo ao Povo Negro, e convocação feita pelo Sr. Hernani Francisco da Silva, Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo a todas as Igrejas protestantes a pedirem perdão pelo desrespeito, preconceito, escárnio e tráfico deste povo, acesse: http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=20880

Nada melhor do que expor as pinturas de Debret, contemporâneo dos tempos do Brasil império. Assim podemos ver de fato, que ao contrário do protestantismo, a Igreja Católica não fazia qualquer discriminação aos negros.

Outros detalhes dos maliciosos embuste da Record:

1- A “arqueóloga” sequer sabia que no passado os cemitérios eram feitos em volta das Igrejas Católicas, e aproveitaram para induzir a crer que a Igreja escondia mortos.

2- Eles omitiram que entre os maiores traficantes de escravos para o Brasil está o protestante Maurício de Nassau;

3- Eles omitiram as bulas Papais contra a escravidão mesmo antes do descobrimento do Brasil;

4- No próprio vídeo eles mostraram no filme de “cem anos” apresentado no embuste, que os negros eram bem vestidos e tratados pela Igreja. Freiras até aparecem os abençoando com cruzes os encarcerados;

5- O fato de haver hoje capela nos presídios, não quer dizer que é a Igreja Católica que encarcera as pessoas. O fato de haver Igrejas próximas às senzalas no passado, não quer dizer que a Igreja traficava escravos. Isso desfaz o sofisma do repórter macediano;

6- A citada CNBB, fundada tardiamente em 1952, pode até pedir desculpas por não ter podido fazer mais do que estava ao alcance, especialmente por não existir. Mas jamais precisou pedir desculpas por ter agido diretamente contra a honra e a integridade física de índios e escravos, como terrivelmente fizeram os protestantes, menosprezando e exterminando os de seus países;

7- Observe que o “documentário” é forjado com várias cenas de ficção, ou produzidas pela própria Record sob título de “simulação”;

8- A cabeça do rei Garcia II está sepultada na Igreja Católica porque foi um grande católico, e não porque a Igreja o matou, como fez parecer o desonesto repórter;

9 – A igreja de angola feita museu da escravatura, apesar da simplicidade, é um motivo de orgulho e identidade dos angolanos, que lhe atribuem um enorme valor e reconhecimento, funcionando como local que abriga os testemunhos da história dos seus antepassados que viveram a escravidão e o sofrimento do povo angolano. Estranhamente, o senhor que acompanha o desonesto repórter, balbucia mais do que sabe, e é sempre impulsionado pelas auto-sugestões sensacionalistas do repórter macediano;

10- Todos que deram depoimento contra a verdade, naquele atentado forjado pela emissora do Edir Macedo, demonstram ou serem aprendizes marxistas ou membros da própria igreja Universal, a julgar pelos disparates ante-históricos mencionados.

Logo fica patente, que diante de tanta mentira e omissão, a verdadeira intenção da Rede Record era macular a Igreja Católica em busca de incautos para a Igreja Universal do mesmo proprietário.

Há poucos anos atrás, essa mesma emissora, baseando-se no calunioso livro “O Papa de Hitler”, forjou um embuste semelhante onde sistematicamente acusava a Igreja Católica de fazer parte do nazismo e ter ajudado a dizimar os judeus. Essa farsa também foi desmascarada, no link: http://www.olavodecarvalho.org/semana/070201jb.html , pelo jornalista Olavo de Carvalho do Jornal do Brasil, onde ele mesmo pediu perdão por um dia ter acreditado nesta farsa de livro, usado pela Record do bispo Edir Macedo.

Sábio conselho é o de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que muito bem cabe aos que forjaram tal embuste veiculado pela Record:

“Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira”. (Jo 8,44).

Cai a farsa. 

Pais da igreja: importância nula?

Publicado: 27 de janeiro de 2011 por Rafasoftwares em Mentiras
O Na mira da Verdade ( Blog Adventista ) ao tentar defender a guarda do sábado, acabou tirando o valor devido dos Pais da Igreja. Foi afirmado que: 

Os observadores do domingo, em uma tentativa desesperada de defender o indefensável, apelam aos pais da igreja e ao texto de Apocalipse 1:10 para “provar” que o “dia do Senhor” não é o sábado.

Segundo o texto, os defensores do domingo erram em dois pontos:

1) Em usar a autoridade dos pais da igreja no lugar da autoridade da Bíblia (Jo 17:17);

2) Em dizer que a expressão grega Kuriakê heméra (Dia do Senhor), utilizada em Apocalipse 1:10, se refere ao primeiro dia da semana.

E depois de citar alguns pais da igreja, foi feito o seguinte comentário:

Tais homens são as autoridades doutrinárias dos observadores do domingo, caro leitor! Pasmem! Não foi por acaso que Adam Clarck, comentarista evangélico, disse sobre eles: “Em ponto de doutrina a autoridade deles é, a meu ver, nula” – Clarkes’s Commentary, on Proverbs 8.

Essa não é uma tentativa desesperada de defender o indefensável, mas uma forma de expor uma conclusão clara quando se estuda a história da igreja. Verão que até mesmo o texto de vocês serve como mais um argumento pra guarda do domingo.
.
Então, pra começar, tenho que agradecer por me fazer perceber algo que não tinha notado antes.

Primeiro é bom deixar algo claro: A bíblia é sim autoridade para o cristão, mas é a única? Se é a única, o que dizer dos primeiros cristãos que não possuíam a bíblia como fonte pra doutrina cristã? Deixem-me explicar, assim verão que a tradição primitiva é sim também autoridade para o cristão.

Antes também gostaria de comentar o que afirmaram sobre os pais da igreja. Em que sentido a pessoa se torna assassino? Seria bom mostrar a passagem onde ele afirma isso pra avaliarmos, não?

Espero que não tenha feito como alguns que não chegaram a ler seus textos. Dá pra encontrar até na internet, e são muito bons pra leitura (tiveram forte influencia para que eu deixasse o protestantismo)
Ele está certo em dizer que a santa ceia não é apenas um simbolismo, foi isso o que aprendeu e o que a Igreja tinha como ensino apostólico, não é razoável desprezar o testemunho dele nesses casos por não concordar com ele. Isso sobre Inácio, mas depois volto a falar sobre ele.

Sobre os outros a questão é parecida. Seria bom citar os trechos pra avaliarmos o que eles tinham a dizer, e não é porque acreditavam em coisas cientificamente erradas (como o caso de Barnabé) que deveríamos ignorar seu testemunho.

Mas uma coisa é importante notar, e foi o que notei ao ler seu artigo: todos eles acreditam de forma universal que o domingo era guardado entre os Cristãos. É bom lembrar que a universalidade foi um dos fatores de aceitação do Canon.

Então, pra resumir, mesmo não concordando como heresias o que foi tachado como (purgatório, primazia de Roma e que a ceia não é apenas um simbolismo), não dá pra dizer que a autoridade deles é nula. Chega a ser engraçado, pois é através dessas mesmas autoridades que o Canon bíblico foi apoiado e estudado.

Duvido que quando forem defender o Canon vão chamar essas autoridades de nulas. Vamos ser honestos, e lembrem-se disso quando forem tratar do Canon Bíblico, seja sobre o Antigo Testamento ou no Novo.

Primeiro a Igreja observava a universalidade dos livros, se eram aceitos em todas as igrejas de origem claramente apostólica, então eram considerados canônicos. Os que não eram aceitos por todos, mas tinham certa confiabilidade, chamados deuterocanonicos (não estou falando dos deuterocanonicos do AT), utilizavam alguns outros meios, mas todos concordavam que a universalidade deve ser usada como fator.

Então é isso que quero dizer, também, na questão do sábado: a guarda do domingo era algo universal que, ao contrário do que dizem, pode ser observado até mesmo no Novo Testamento, mas essa não é a questão a ser tratada.
.
A importância da tradição primitiva e da crença universal (Católica) não para por aí. Continuemos com o exemplo do Canon.

Os cristãos primitivos não tinham o Novo Testamento. Eles tinham um livro aqui, outro ali recebido. Aos poucos eles foram aceitos e aos poucos o Canon foi determinado. Então, qual era a base de fé deles? O Antigo Testamento, as cartas que possuíam (e não eram completas como nós temos hoje graças a essa tradição) e a tradição oral recebida pelos apóstolos. As várias alusões às escrituras, na maioria das vezes, são sobre o AT.

Isso pode ser visto em todos os pais da igreja que escreveram muito antes da formação do Canon. Era o registro da tradição oral que eles haviam recebido, um registro das crenças primitivas antes da formação do Canon e que ajudaram a formar o mesmo. Eles são unânimes quanto a isso.

Não dá pra ignorar isso, nem a tradição oral preservada no primeiro século como explicação de passagens difíceis, e dizer que a importância deles é nula. Os livros do NT são inspirados? Sim. Sabemos isso de que forma? A Bíblia caiu do céu e veio se reproduzindo de forma assexuada? Não.

Por esses motivos (e existem outros, mas pretendo escrever de forma resumida) não seria honesto negar que a Igreja é mãe do Canon. Alguns dizem que ela é serva do Canon, mas, se fosse serva o mesmo teria surgido antes da fundação da Igreja. Mas não foi assim que aconteceu. E o Antigo Testamento? Bom, só ele não serve como manual para o Cristão, e através dele não podemos determinar quais deveriam ser os livros inspirados e escritos pelos apóstolos.

Apesar de termos uma lista dos livros canônicos pelos pais da Igreja, eles não mostram alusões conclusivas, pois às vezes são citados os apócrifos. A decisão foi tomada pela Igreja, através do Magistério, observando somente os livros de acordo com a tradição, e não o contrário.

Mas por não ser algo conclusivo, deveríamos ignorar os textos patrísticos? De maneira nenhuma, eles serviram como base para essas discussões. Mas o que dá pra ser observado é que a Tradição Católica (Universal) da Igreja foi um dos fatores pra o reconhecimento do Canon, o que já exclui a possibilidade da Igreja ser serva do Canon.

E o Canon não foi reconhecido pra servir de regra para os cristãos somente, mas como forma de listar os livros autorizados para serem lidos nas Igrejas pelos cristãos e lutar contra os livros que começavam a surgir, os apócrifos.

Só isso acaba com a suficiência da bíblia para todos os assuntos importantes do cristianismo, pois se fosse suficiente, seria suficiente até mesmo para determinar quais são os livros inspirados, mas se não foi suficiente pra isso, então não é suficiente pra todo assunto importante para o cristianismo.

Assim, não deve ser a única regra de fé. Mas qual seria? Bom, é outra questão, e não quero sair mais do assunto principal (embora esse seja relacionado).

Tratei isso aqui apenas pra mostrar a importância da tradição primitiva, pois se negá-la (principalmente dizendo que sua importância é nula), a conseqüência vai ser negar a própria bíblia.

Mas a principal evidencia para que o Dia do Senhor seja o Domingo não é o texto do evangelho de Pedro, e sim de Inácio. Veja:

“Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas chegaram à nova esperança, e não observam mais o sábado, mas o dia do Senhor, em que a nossa vida se levantou por meio dele e da sua morte. Alguns negam isso, mas é por meio desse mistério que recebemos a fé e no qual perseveramos para ser discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre” – Magnésios 9,1

Ele cita alguns que negam, os judaizantes, mas não os que estavam de acordo com a sucessão e tradição apostólica.

Inácio de Antióquia que viveu entre 30 e 106/110 d.C (bem antes da formação do Novo Testamento, e logo no nascimento da igreja, que veio de tradição e sucessão apostólica), foi discipulo de João e conheceu Paulo. Fala claramente que os cristãos deixaram de guardar o Sábado para guardar o dia do Senhor (se não fosse o sábado, seria que dia que estaria se referindo?).

Essa data é muito próxima a escrita do livro de Apocalipse o que mostra que não é nula a evidencia de que o Dia do Senhor que se fala no Apocalipse é o domingo, já que isso fazia parte da linguagem cristã e Inácio viveu no tempo em que o Apocalipse foi escrito, além de ter sido discípulo de João.

Então, mesmo que no AT o sábado seja considerado o Dia do Senhor, isso não muda o fato de que todos os cristãos primitivos de origem apostólica consideravam o Domingo este dia. Por isso eles não servem pra serem usados como argumento para um cristão, no máximo isso pode servir pra um judeu.

Também, no segundo artigo, citaram algumas palavras de Jesus. Isso também em nada influencia no que os cristãos acreditavam, afinal, as falas foram ditas por Jesus antes de sua morte e ressurreição. É óbvio que como um judeu, ele guardaria o sábado, e como Deus, é Senhor do Sábado. Mas o cristianismo tem vários elementos diferentes do judaísmo, e, repito, isso não muda o fato da universalidade da guarda dos domingos pelos cristãos.

O que dá a entender que quando alguns cristãos (como os apóstolos) iam aos sábados às sinagogas, não significava que eles estavam guardando como forma de salvação ou algum tipo de aliança, mas aproveitando a oportunidade para pregar a Palavra de Deus, como Paulo afirmou que fazia.

Bom, escrevi isso pra mostrar que a Tradição é sim importante e decisiva (e foi até mesmo para o Canon). Apesar de que podemos ver biblicamente que o sábado não precisa ser guardado pelos cristãos, não pretendi escrever sobre isso aqui. Apenas mostrar que a unanimidade dos cristãos sobre esse assunto não é uma tentativa desesperada, mas sim uma prova histórica da crença cristã primitiva, e que, se ignorar isso (ou tentar tirar o credito deles), vão ter que ignorar a própria formação do Canon.

Autor: Jonadabe Rios ( Membro do Apostolado Sã doutrina )

As Escravas do Papa (Mais uma Mentirada “Braba” do CA”C”P)

Publicado: 4 de janeiro de 2011 por Rafasoftwares em Mentiras

Encontra-se neste link do CA”C”P está mentira Absurda que Vamos relatar agora:

http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1099&menu=2&submenu=8

Retirei está matéria feita por Oswaldo do Cai a Farsa, mostrando para todos a falta de honestidade deste Centro que  se diz Cristão, que anda enganando a muitos “Evangélicos” que querem estudar e aprender sobre a Igreja católica.

“Agora, porém, deixai de lado todas estas coisas: ira, animosidade, maledicência, maldade, palavras torpes da vossa boca, nem vos enganeis uns aos outros” (Cl 3,8-9)

Segundo essas palavras de São Paulo o Cristão tem que ser honesto e intrego, então leia esta matéria até o fim e constate se esses “cabras” merecem um mínimo de credibilidade e se realmente são cristãos:

Em vermelho o texto do CACP

Em Preto a Refutação de Oswaldo

1 – “Jamais gostei de ler assunto de sexo, violência e satanismo. Uma das poucas virtudes que sempre consegui cultivar foi a virtude da pureza”.
Ué, se esta é a única virtude que conseguiu cultivar, por que leu o livro imoral até o fim? Quando um católico de verdade abre um livro e nota que se trata de sem-vergonhice ele o abandona imediatamente.

2 – “… relato da vida da freira Charlotte foi retirado de um site muito confiável”

(http://www.jesus-islord.com/charlot1.htm)

3 – “Ela usa esse pseudônimo, temendo pela própria vida, pois os asseclas do Vaticano não costumam enviar recado: eles matam…”
Hehehe!!!! Cadê a segurança oferecida pela polícia nos EE.UU? Que faz sua polícia secreta que, depois de tantos e horripilantes crimes nunca descobriu um único deles? Por que não se vê nenhum relato de tais crimes? Ah, se o PCC descobre esta técnica do crime perfeito!!!…

4 – “Um leitor disse o seguinte a respeito do testemunho de Charlotte…”

Sempre o anonimato característica de todo conto de príncipes e fadas!!!…

5 – “Ele me pôs no coração o fardo de dizer a verdade…”

Por que não denuncia à polícia? Por que não vai à justiça a fim de acabar com esta sujeira toda? Istro só pode caber na cabeça tresloucada da tal Mary Schultze.

6 – “… eu não conhecia a Palavra de Deus porque não possuía uma Bíblia em casa…”.

Puts! Minha família que nem católica praticante era, tinha a Bíblia à qual eu tinha acesso quando queria. É de estranhar que esta família que parece rica não disponha de alguns dólares para equipar sua casa com a santa palavra de Deus.

7 – “Freqüentava o confessionário, desde os sete anos de idade, onde, naturalmente, fiquei sob a influência do padre católico, meu confessor, o qual passou a controlar toda a minha vida…”.

Santo Deus! Eu mudei minha vida pelo confessionário! A influência que ali recebi foi para que me tornasse santo, praticasse o bem e evitasse o pecado. Nenhum padre controla a vida de ninguém.Pergunte a qualquer católico para ver se isto é verdade.

8 – NT. de Mary Scultze: “… [Em geral eles escolhem filhas únicas de famílias abastadas, as quais são obrigadas a fazer voto de pobreza, pois, quando lhes morrem os pais, entregam à Igreja toda a fortuna destes.]

Cara tradutora, diga-nos um único caso real acontecido.

9 – NT. M.S. “[No Romanismo tudo é absolutamente errado. Desde as intenções dos seus hierarcas, até as orações dos iludidos católicos]”

Mary Schultze deve ser onisciente para saber a intenção dos hierarcas da Igreja.

10 – “… Ao contrário do que acontece com certas estrelas de cinema, que já conhecem todos os segredos da vida mundana e são recebidas nos conventos católicos, depois de entregar milhões de dólares à Igreja… Esta nunca se preocupa com o tipo de pessoa que entra em seus conventos, contanto que receba destas uma alta quantia em dinheiro…”

Deveria dizer pelo menos o nome de uma estrela e quantidade de dinheiro deixada por esta à Igreja.

11 – “Acho que você gostaria de se libertar de casa, do papai, da mamãe, do mundo e de tudo que ama neste mundo, a fim de se esconder atrás dos portões de um convento, para se sacrificar, viver em crucial pobreza e rezar pela humanidade perdida. Acho que você é do tipo que gosta de sofrer…”

Hehehe!!!! Quem é que gosta de sofrer??? Uma coisa é gostar de sofrer e outra, bem deferente, é aceitar o sofrimento como uma bênção de Deus.

12 – “Hoje alguns católicos tentam me dizer: “Estive numa clausura e sei tudo a respeito da mesma”. Contudo, sabemos que a mentira é permitida a um católico romano e que ele nem precisa ir ao confessionário contar esse pecado ao padre, contanto que essa mentira seja a favor da fé católica. Os católicos podem mentir à vontade, a fim de proteger a sua Igreja…”

Podem roubar até 40 dólares, sem precisar contar isso ao padre. Eles aprendem e praticam essa doutrina e muitos deles furtam muito mais que isso. Os católicos mentem. Vi muitos deles se ajoelharem diante do altar, clamando a Deus pela salvação, mas logo em seguida me apertavam a mão e continuavam mentindo…

Gostaria que os protestantes comprovassem tal afirmação. Pelo que estou notando, acho que são eles que se acham autorizados a mentir e caluniar, a contar pela enorme quantidade de mentiras que já colocamos neste fórum, sendo que os evangélicos não conseguiram mencionar sequer um site católico com mentira.

Pelo jeito são os evangélicos é que se sentem à vontade para mentir segundo instrução de seu pai Lutero:

“Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana)?” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

13 – “… Depois comecei a pensar em mim mesma e monologuei: “Charlotte, você vai ser a melhor freira carmelita”.

Como? Veja esta declaração: “Eu devia estar com 18 anos… quando eu já estava desejando fugir, após ter recebido o véu branco…”

Como pode caber na cabeça de um indivíduo que, tendo desejos de fugir, não obstante, aceita passar para uma etapa seguinte? A Mary Schultze que se diz tradutora destas CALÚNIAS, mas que na realidade, deve ser autora, descreve-a aceitando tudo com o desejo de se tornar “a melhor freira carmelita…”. Pode?

MINHA PERGUNTA NA FALTA DE MELHORES INFORMAÇÕES:

“Meu irmão, você acredita numa história malacafenta desta??

Não se mencionam lugares, nomes do convento, da vítima, nenhum dos padres e freiras criminosos;

Pode-se saber vagamente em que país começa, mas não se sabe onde termina;

Não se revelam datas sobre os fatos. É a característica de contos infantis do “Era uma vez…”. Não passa de história da carochinha para tapear trouxas!

Tá na cara que a farsa foi composta, a mando de Satanás, por alguém que odeia com toda sua alma a Igreja Católica.

Não se iluda, irmão, isto é MENTIRONA “DAS BRABAS” e é somente o demônio que sai ganhando com esta farsa.

Você não acha que uma pessoa que tivesse passado por TANTAS AGRURAS, ao escapar do cárcere privado em que se encontrava, tão logo pudesse, não correria direto à polícia para denunciar a situação de cativeiro, maus tratos e humilhações a que eram submetidas suas demais companheiras?

E os EVANGÉLICOS se deliciam com estas FANTASIAS, nelas acreditando como se se tratasse das palavras do Senhor mas mas que, na realidade, dão grande gosto a SATANÁS!!!!

Por tudo isto, vê-se quanto ódio a VIDA CONTEMPLATIVA das irmãs carmelitas provoca no Dragão, a antiga serpente, chamado também de Diabo.

Tudo nos lembra aquele episódio mentiroso levantado CONTRA UM CONVENTO de irmãs em cujo aquário, dizem, foram encontrados 6000 esqueletos de crianças.

Eta aquariozinho!!!!… deveria no mínimo ter água suficiente para encher seis piscinas médias de 40.000 litros.

Santo Ulrico, que dizem narrar tais crimes, deveria estar beirando seus 200 anos de vida se é que Gregório VII realmente mandou esvaziar este aquariozinho (!) talvez colocado em uma mesinha para decorar o refeitório destas pervertidas irmãs!!!

A História é tão comprida que sequer tive tempo para ler tudo, mas tomei algumas notas, caso você queira insistir neste disparate.

AMIGO CRISTÃO RENUNCIE À MENTIRA E À CALÚNIA. TAIS SÃO ARMAS USADAS POR SATANÁS CONTRA TUDO O QUE SE DIZ CRISTO. NÃO ENTRE NA DELE.

———————————————————————————————————-

Uma Observação Minha

Veja o mais absurdo de tudo que está matéria estapafurdia diz:

14- “No mês de novembro, milhares e milhares de católicos, aqui nos USA, há dois anos atrás, já rendiam aos padres católicos romanos, pelas missas rezadas em favor dos defuntos, cerca de 22 milhões de dólares, isso em apenas um mês… [Calculem o que esses padres faturam durante o ano inteiro! Por isso é que a ICR enriqueceu tremendamente, dentro de apenas cinqüenta anos, nos USA. E hoje ela é sócia majoritária de todas as multinacionais, bancos internacionais, companhias de serviços públicos, controlando todos os serviços de saúde, educação e imigração, dominando a Marinha Americana… enfim, ela é dona do pais inteiro, segundo Eric Jon Phelps e Avro Manhatttan].”

Teve missa de 7 dia de minha avó e Eu não me lembro de ter pagado nada!

Ou seja, Ford, Coca-Cola, Nike Mc Donald’s todos estão sobre o controle do Papa, portanto você que é protestante pare que usar todas as marcas americanas, pois elas são da Igreja Católica e estão a comando do Papa, a qualquer momento ele pode envenenar sua “Coca-Cola” , seu “Mc Lanche Feliz” ou até mesmo sabotar seu “Celta Zerinho” e fazer com que você morra!

Não esquecendo que foi o Papa Bento XVI que elegeu o Barack Obama para presidente, e também ele que ordenou que as tropas dos E.U.A invadissem o Iraque e Afeganistão.

Tome Cuidado você que é protestante não vá para os E.U.A, pois lá é território dominado pela ICAR, se descobrirem que você é evangélico irão te matar!

Esta pobre ex-freira deve ser uma espiã especial muito inteligente para descobrir toda está maquinação e poder católico! PIADA, ri Litros!

Preparem-se para a dominação mundial Católica!

Falando Sério agora, veja pode em um país de grande maioria protestante, a Igreja católica comandar tudo?  Se ela comandasse tudo e tivesse todo este poder e mente maligna que os protestantes dizem, não seria fácil ela dominar todo o mundo visto que o mais poderoso país do mundo ela tem em suas mãos? E assim eliminar todos os protestantes deste mesmo país e até do mundo? O que a impediria de usar a “marinha” que ela controla para sair matando quem não concorda com ela?

Se Igreja tem todo este poder em suas mãos, por que ela não descobri quem são seus acusadore e os matam logo?

Meu Deus até quando…..

Pedro Realmente Esteve em Roma?

Publicado: 3 de janeiro de 2011 por Rafasoftwares em História da Igreja, Mentiras

Muitas são as tentativas de provar que Pedro nunca esteve em Roma, porém como a verdade é sempre verdade, ela não pode ser mudada, portanto exporemos aqui as provas da estadia de Pedro em Roma refutando muitas objeções caluniadoras!

1ª Prova, bíblica.

1 Pedro 5, 13. A igreja escolhida de Babilônia saúda-vos, assim como também Marcos, meu filho.

Está é a principal prova de que Pedro esteve em Roma, visto que Roma era tira como a babilônia na época pela semelhança que tinha com a babilônia (Ap 17,5; 18, 10). Assim, na mente de Pedro, a Roma dos seus dias lembrava a antiga Babilônia em riqueza, luxúria e licenciosidade

Objeção:

Alguns dizem que está babilônia era Babilônia do Egito ou ainda mais fortemente a Babilônia do Eufrates é considerada por muitos como o lugar aí designado, pois muitos Judeus, ainda moravam em Babilônia.

Refutação:

A babilônia do Egito, sendo provavelmente um posto militar do Império Romano, no local onde hoje é a cidade do Cairo, não existe nenhum registro das missões e da tradição que havia uma comunidade de cristãos ali naquela época muito menos que Pedro tenha estado ali, não encontramos nenhum indicio de cristianismo lá.

Já a babilônia do Eufrates não existe notícia nem tradição de qualquer apóstolo ter estado na Mesopotâmia, salvo Tomé.

Ou seja, em nenhuma das outras babilônias literais há qualquer noticia de comunidade cristã por perto, somente Roma se encaixa na descrição de Pedro.

2ª Prova bíblica.

Colossenses 4, 10. Saúda-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé, a respeito do qual já recebestes instruções.

Assim como Pedro diz que Marcos está com ele em Babilônia (ROMA), Paulo também quando escreve sua carta aos Colossenses diz que Marcos está com ele em Roma.

Paulo manda Timóteo levar Marcos a Roma Em II Timóteo:

II Timóteo 4,11b. Toma contigo Marcos e traze-o, porque me é bem útil para o ministério.

Timóteo estava em Éfeso e só poderia Marcos estar lá ou em uma cidade por perto no caminho para Roma, e não em Babilônia do Eufrates.

Se formos ver as datas das cartas veremos que II Timóteo foi escrita antes de 1 Pedro, portanto as datas se encaixam, Marcos foi para Roma com Timóteo  por volta  do ano 65 quando Paulo escreveu a 2ª carta a ele , e antes do ano 67 Pedro escreveu sua carta as comunidades da Ásia menor com Marcos. E alguns Anos depois Paulo escreveu sua Cartas aos Colossenses e Marcos estava com ele em Roma. Será que Marcos iria de Éfeso a Roma, Depois ir pra Babilônia do Eufrates mais de 3000 km de distancia escrever a carta com Pedro e voltar pra Roma? É meio que absurdo para a época, sem meios de transportes e nem estradas e etc. veja o mapa:

Ele estaria viajando mais de 6000 km em um curto período de tempo o que é ilógico, como já disse, para a época.

3ª Prova bíblica

I Pedro 5, 12. Por meio de Silvano, que estimo como a um irmão fiel, vos escrevi essas poucas palavras. Minha intenção é de admoestar-vos e assegurar-vos que esta é a verdadeira graça de Deus, na qual estais firmes.

Todos Sabem que Silvano Andava junto a Timóteo, e na região de Éfeso próximo a Europa, o que era que Silvano iria fazer na Babilônia? Marcos e Silvano iriam para a babilônia do Eufrates somente para escrever a carta com Pedro e Depois voltarem para Roma? É geograficamente e fisicamente impossível eles estarem em 2 lugares ao menos tempo.

Relatos históricos ¹ (prestem atenção nas datas):

Como a verdade é única e imutável, assim como ninguém pode apagar a história, afim de desmentir aqueles que negam a vida do Santo Apóstolo Pedro em Roma, seu episcopado e martírio nesta cidade, vale a pena sempre recordar a memória cristã afim de combater o erro.

Pedro pregou em Roma

“Lancemos os olhos sobre os excelentes apóstolos: Pedro foi para a glória que lhe era devida; e foi em razão da inveja e da discórdia que Paulo mostrou o preço da paciência: depois de ter ensinado a justiça ao mundo inteiro e ter atingido os confins do Ocidente, deu testemunho perante aqueles que governavam e, desta forma, deixou o mundo e foi para o lugar santo. A esses homens […] juntou-se grande multidão de eleitos que, em conseqüência da inveja, padeceram muitos ultrajes e torturas, deixando entre nós magnífico exemplo.” (São Clemente Bispo de Roma, ano 96, Carta aos Coríntios, 5,3-7; 6,1).

Clemente o 3º Bispo de Roma após Pedro, dá testemunho do belíssimo exemplo que o Apóstolo deixou entre os cidadãos Romanos.

“Não é como Pedro e Paulo que eu vos dou ordens; eles foram apóstolos, eu não sou senão um condenado” (Santo Inácio Bispo de Antioquia – Carta aos Romanos 4,3 – 107 d.C).

Se Pedro não esteve em Roma, qual é o sentido destas palavras de Inácio de Antioquia?

“Assim, Mateus publicou entre os hebreus, na língua deles, o escrito dos Evangelhos, quando Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundavam a Igreja.” (Santo Ireneu Bispo de Lião – Contra as Heresias,III,1,1 – 180 d.C).

“Logo depois, o supracitado mágico [Simão], com os olhos do espírito impressionados por uma luz divina e extraordinária, após ter sido convencido de suas insídias [cf. At 8,18-23] pelo apóstolo Pedro, na Judéia, empreendeu uma longa viagem além-mar. Fugiu do Oriente para o Ocidente, julgando que, somente ali, poderia viver de acordo com suas convicções. Veio para Roma, onde foi bastante coadjuvado pela potëncia ali bem estabelecida [cf. Ap 17], e em pouco tempo sua iniciativas tiveram êxito, pois foi honrado como um deus pelo povo da região, com a ereção de uma estátua. Mas estas coisas pouco duraram. Imediatamente depois, ainda no começo do império de Cláudio, a Providência universal, boníssima e cheia de amor aos homens, conduziu mão a Roma, qual adversário deste destruidor da vida, o valoroso e grande apóstolo Pedro, o primeiro dentre todos pela virtude. Autêntico general de Deus, munido de armas divinas [cf. Ef 6,14-17; 1Ts 5,8], trazia do Oriente ao Ocidente a preciosa mercadoria da luz inteligível, e anunciava, como a própria luz [cf. Jo 1,9] e palavra da salvação para as almas, a boa nova do reino dos céus” (Eusébio de Cesaréia – HE,III,14,4-6 – 317 d.C)

“Sob Cláudio [Imperador], Fílon [quande estoriador judeu] em Roma relacionou-se com Pedro, que então pregava aos seus habitantes.” (Eusébio de Cesaréia – HE II,17,1 – 317 d.C)

Pedro foi Bispo de Roma

Eusébio de Cesaréia, narrando sobre a primeira sucessão Apostólica em Roma escreve:

“Depois do martírio de Pedro e Paulo, o primeiro a obter o episcopado na Igreja de Roma foi Lino. Paulo, ao escrever de Roma a Timóteo, cita-o na saudação final da carta [cf. 2Tm 4,21].” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,III,2 – 317 d.C).

“[…]quanto a Lino, cuja presença junto dele [do Apóstolo Paulo] em Roma foi registrada na 2ª carta a Timóteo [cf. 2Tm 4,21], depois de Pedro foi o primeiro a obter ali o episcopado, conforme mencionamos mais acima.” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,IV,8 – 317 d.C).

“[…]Alexandre recebeu o episcopado em Roma, sendo o quinto na sucessão de Pedro e Paulo” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,IV,1 – 317 d.C).

Pedro sofreu o martírio em Roma

“Tendo vindo ambos a Corinto, os dois apóstolos Pedro e Paulo nos formaram na doutrina evangélica. A seguir, indo para a Itália, eles vos transmitiram os mesmos ensinamentos e, por fim, sofreram o martírio simultaneamente” (Dionísio de Corinto, ano 170, extrato de uma de suas cartas aos Romanos conforme fragmento conservado na HE II,25,8).

“Eu, porém, posso mostrar o troféu dos Apóstolos [Pedro e Paulo]. Se, pois, quereis ir ao Vaticano ou à Via Ostiense, encontrarás os troféus dos fundadores desta Igreja” (Discursocontra Probo – Caio presbítero de Roma, + ou – 199 d.C). Eusébio também trata deste escrito em HE II,25,7.

“Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo” (Orígenes, +253, conforme fragmento conservado na HE, III,1)

“Quando Nero viu consolidado seu poder, começou a empreender ações ímpias e muniu-se contra o culto do Deus do universo. […] Foi também ele, o primeiro de todos os figadais inimigos de Deus, que teve a presunção de matar os apóstolos. Com efeito, conta-se que sob seu reinado Paulo foi decapitado em Roma. E ali igualmente Pedro foi crucificado [cf. Jo 21,18-19; 2Pd 1,14]. Confirmam tal asserção os nomes de Pedro e de Paulo, até hoje atribuídos aos cemitérios da cidade.” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,II,25,1-5 – 317 d.C).

“Pedro, contudo, parece ter pregado aos judeus da Diáspora, no Ponto, na Galácia, na Bitínia, na Capadócia e na Ásia [cf. 1Pd 1,1), e finalmente foi para Roma, onde foi crucificado de cabeça para baixo, conforme ele mesmo desejara sofrer.” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE III,2 – 317 d.C)

 

Os críticos atuais não têm dificuldade de admitir a tese católica. Citemos algumas das linhas de Harnack  (“Cronologia”): “O martírio de S. Pedro em Roma foi antigamente combatido pelos preconceitos tendenciosos dos protestantes… Mas foi um erro que todo investigador, que não queira ser cego, pode verificar”. “Hoje em dia”, diz o mesmo crítico num discurso (1907) pronunciado na Universidade de Berlim, “sabemos que esta vinda (de S. Pedro a Roma) é um fato incontestável e que o começo da primazia romana remonta ao século II”.

 

Acusações protestantes infundadas (retiradas de um site do qual não tenho mais o link se alguém tiver, por favor, poste aqui):

“A lenda corrente de que o apóstolo Pedro residira em Roma por um período de 25 anos (de 42 a 67 d.C.), onde teria sido supostamente sepultado, faz parte do rico fabulário inventado pelo sistema católico romano, baseado na tradição!”

“Interessante que tal lenda, surgida lá pelos idos do século terceiro, determinava um período de 42 até 67 d.C., justamente quando o apóstolo desenvolvia seu ministério em inúmeras cidades.”

Estes acusadores de “meia tigela” não mostram de jeito nenhum de onde tiraram que Igreja diz que Pedro esteve em Roma por 25 anos. Os Historiadores eclesiásticos que citam Pedro como bispo de Roma por 25 anos são Eusébio e Jerônimo, porém não é um tempo exato veremos mais a frente. Como já mostrei antes nos testemunho Patristicos desde o ano 96 no 1º  século já vemos notícias de pedro em Roma!

Vejamos a explicação para o que Diz Eusébio e Jeronimo dos 25 anos:

A Tradição Cristã conserva, que terminado o Concílio em Jerusalém, Pedro viajou para Roma. Era um antigo ideal que zelosamente guardava no coração, de poder evangelizar o centro do Império Romano. Provavelmente se deslocou para Cesaréia e ainda no ano 49 ou 50, foi para a Itália, quando Cláudio era o Imperador Romano.

Esta conclusão é confirmada pela voz unânime da Tradição. É praticamente certo que Pedro viajou para Roma depois de 49 A.D. Sobre a duração do trabalho evangelizador de Pedro em Roma, há também controvérsias e não podemos seguir integralmente os dados cronológicos de Eusébio e Jerônimo, cujas considerações foram estabelecidas sobre crônicas do terceiro século, as quais não fazem parte da Velha Tradição, mas apenas constituem o resultado de cálculos que tiveram por base uma lista episcopal datada de fins do segundo século. Conforme Eusébio, foi apresentado no terceiro século o “Chronograph 354”, que estabelece um tempo de vinte e cinco anos de pontificado para São Pedro em Roma. Entretanto, consideramos o mencionado tempo excessivamente longo, se lembrarmos que a chegada de Pedro a Roma foi em 49. De acordo com a “Crônica” de Eusébio, o décimo terceiro ou décimo quarto ano do reinado de Nero é considerado como o ano em que ocorreu a morte de Pedro e Paulo (ou seja, ano 67-68). Assim sendo, como Pedro chegou a Roma no ano 49 e morreu no ano 67, a relação apresentada pelo “Chronograph 354” que fixa o seu episcopado em vinte e cinco anos, evidentemente não está correta e assim, o tempo de 25 anos deverá ser reduzido para dezoito anos, (porque 67 – 49 = 18 anos) (cf. Bartolini, Roma, 1868). Na verdade o período de 18 anos é um tempo mais condizente com os fatos conservados pela Tradição Cristã.²

Ano 54 – O imperador Claudio (41-54) expulsou de Roma todos os judeus, porque causavam distúrbios (Atos 18.2). Até o ano 54, pois, Pedro não podia estar em Roma porque era judeu, não tendo ouvintes judeus.

Ora todos sabem que os primeiros cristãos viviam nas catacumbas de Roma onde os soldados romanos não podiam ir, e Pedro era Cristão e não mais judeu. E no entanto isto não quer dizer que ele não estava em Roma, visto que em muitos casos os apóstolos pregavam escondidos para não serem presos.
Ano 55 – Mencionado como “evangelista itinerante” (1Coríntios 9.5). Neste período, evangelizou o Ponto, a Galácia, aCapadócia, a Ásia, a Bitínia e Babilônia (1Pedro 1.1;5.13).

Vamos verificar está citação:

1 Coríntios 9, 5 Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?

Onde nesta passagem está escrito que Pedro era evangelista itinerante? O que eu posso ler ai é que Pedro pode levar consigo a esposa dele, além do mais em todos os lugares que os apóstolos passavam eles evangelizavam, porém isto não diz que eles são itinerantes!

Outro erro feio  o acusador cita 1 Pedro dizendo que os acontecimentos dela foram no 55, sendo que  1ª Pedro foi escrita depois do ano 60, entre 64 e 67 para ser mais exato. Portanto mais do que furada está acusação!

Ano 57 – Paulo, na Epístola aos Romanos, saúda, nominalmente, 28 pessoas, mas não fala de Pedro (Romanos 18.1-15).

Ora e o que isto tem haver com uma pessoa está em Roma ou não?

O argumento fundado no silêncio não tem valor algum, a não ser que se prova que o fato passado em silêncio devia ser tratado ou mencionado por Paulo.

Paulo, três dias depois de chegar a Roma, “convocou os judeus mais notáveis”, pregando-lhes a Salvação em CRISTO JESUS. Desconheciam a doutrina que lhes era anunciada (Atos 28.17-29).

Ora o fato de alguns judeus não conhecerem a doutrina cristã não quer dizer que Pedro não estava lá, o fato de alguns africanos não conhecerem Cristo não quer dizer que João Paulo II nunca esteve na África.

E onde estavam os cristãos que Paulo se dirigiu em suas epistola aos romanos que não evangelizaram estes judeus? Então não havia nenhum cristão em Roma, para pregar para aqueles judeus?

Anos 61 a 63

Paulo esteve preso em Roma por 2 anos, mas nunca Pedro o visitou.

Onde é que diz que Pedro nunca o visitou? Lucas em atos disse somente que Paulo esteve lá por 2 anos e não cita mais nada, é desconhecida as atividades de Paulo em Roma!

Na Segunda Epístola a Timóteo, escrita na prisão, no ano 63, Paulo queixou-se dos discípulos e amigos que se ausentaram: “Só Lucas está comigo” (2Timóteo 4.11). Pedro devia estar em Babilônia,de onde escreveu sua Primeira Epístola (1Pedro 5.13).

Mais uma omissão e deturpação e contradição:

Ele omite que Paulo mandou Timóteo levar Marcos para Roma, é só conferir os versículos seguintes a passagem que ele cita para ver, e já mostrei que Marcos estavam em Roma.

Se contradiz dizendo que em 63 Pedro estava em Babilônia. Ora como ele disse que Pedro era itinerante e disse que em 55 ele escreveu 1ª Pedro, então Pedro esteve ao menos 8 anos na Babilônia do Eufrates, e por que não encontramos nenhum indício na tradição ou mesmo histórico de nenhuma comunidade cristã lá?

Ano 67 – Pedro escreveu suas epístolas. Não há nenhum sinal de sua presença em Roma!

Vejam ai que Grande contradição, afinal Pedro escreveu suas epistolas em 55 como ele citou anteriormente ou em 67?

Ele era itinerante ou permaneceu 12 anos na babilônia do Eufrates? Por que de 55 a 67 são 12 anos quando foi então martirizado. É confuso entender tantas contradições!

Assim, entendemos, que a estada de Pedro em Roma, por 25 anos e a qual o catolicismo romano dá foros de verdade, não passa, isto sim, de uma ” lenda escandalosa e pérfida, não havendo provas de seu martírio em Roma”, conforme nos relata o ex-padre (ex-locutor do Vaticano), Antônio Gonçalves Pires, em seu livro “Pode um católico salvar-se?”

Assim entendemos que as tentativas de deturpar a verdade a qual a “acusogética” protestante dá foros de verdade, não passa, isto sim, de uma lenda escandalosa e pérfida, havendo VÁRIAS provas de seu martírio, episcopado e estadia em Roma conforme nos relata a bíblia, a história, geografia e a tradição!

E para Terminar nada melhor que um pastor Protestante Falar por nós:

In Cord Jesu, Semper,

Rafael Rodrigues.

 

Referencias Bibliográficas:

¹ http://www.veritatis.com.br

² http://apostoladosagradoscoracoes.angelfire.com/chero.html

http://capuchinhos.org

Conego A. Boulenger, Manual de Apologética.

Me Lembro quando eu era 8ª série e meu professor de geografia estava dando aula sobre a europa ocidental e oriental e meu colega o interpelou perguntando: “Professor em que europa o Brasil fica, ocidental ou oriental?”, lembro me que toda a sala começou a rir da ingenuidade dele, dai falavamos ao professor “Mais Que Burro da 0 Pra Ele!”, frase está que é sempre dita no seriado de TV chamado “Chaves”, não seria certo dizer burrisse, ele apenas não estudou geografia.

Passaram se os anos eis que me deparo com uma citação parecida, um Pastor adventista em um de seus delírios dizendo que a Igreja católica está sobre os 7 montes de Roma e que portanto é a prostituta que é relatada em apocalipse capítulo 17, ora que 7 montes são esses? Alguem que já foi ao vaticano já viu estes 7 montes? Agora não se trata apenas do uso do conhecimento, mas também da razão e da honestidade, então podemos chamar de BURRO! Tem que voltar pra escola, por que deveria só tomar [0,0] em geografia! Não sabe o mínimo de Greografia e quer interpretar a Bíblia, ora cara me faça uma garápa! Eu Ri muito!

Veja o vídeo e analise:

Conforme as palavras de São Paulo aos Colossenses, não deve o Cristão possuir sentimento de animosidade, ira e nem praticar a maledicência para enganar as pessoas. Mas infelizmente alguns pastores protestantes e até mesmo denominações, ignorando este ensinamento apostólico, aliciam fiéis católicos e propagam um sentimento anti-católico, difamando a Igreja Católica com mentiras torpes e grosseiras, como por exemplo afirmar que a Igreja Católica é a Prostituta referida no Apocalipse de São João, ou acusando o Papa de Anti-Cristo. O objetivo deste nosso trabalho é desmascarar estas falsas doutrinas denunciando aqueles que com aparência de ovelhas são verdadeiros lobos.

Quem seria então a prostituta?

Como Deus não é um Deus de confusão, o Anjo do Senhor fornece mais detalhes que facilitam a identificação da Prostituta, a inimiga de Deus. É exatamente com estas informações que pessoas inspiradas por espíritos enganadores, criaram o principal pilar do embuste anticatólico.

Vejamos o restante a Revelação dada a São João:

Mas o anjo me disse: Por que te admiras? Eu mesmo te vou dizer o simbolismo da mulher e da Fera de sete cabeças e dez chifres que a carrega. A Fera que tu viste era, mas já não é; ela deve subir do abismo, mas irá à perdição. Admirar-se-ão os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde o começo do mundo, vendo reaparecer a Fera que era e já não é mais. Aqui se requer uma inteligência penetrante. As sete cabeças são sete montanhas sobre as quais se assenta a mulher” (Ap 17,7-9).

As referidas montanhas ou montes da “Babilônia” são Quirinal, Viminal, Esquilino, Caélio, Aventino, Paladino e Capitolino.

Os embusteiros pegam esta precisa informação do Anjo e dizem que ela se refere à Igreja Católica. Ora, como ela pode se referir à Igreja Católica se o Estado do Vaticano não se situa nos referidos montes?

Estes montes se situam no lado Leste de Roma, enquanto o Vaticano se situa em um único monte, a saber, o Monte Vaticano, situado no lado oeste de Roma.

O embuste é tão grosseiro, que os tais pesquisadores tiveram que ignorar a geografia de Roma, mudando o Monte Vaticano de lugar e dividindo-o em 7 outros montes.

Os sete montes que a pouco citei, eram sobre os quais estava situada a Roma Pagã. Esta informação pode ser confirmada em qualquer livro de história antiga. Os livros especializados normalmente se referem à Antiga Roma como a Cidade das Sete Montanhas.

Assim, tanto a Hagiografia quanto a Geografia confirmam que a Prostituta referida na Revelação do Apocalipse não é a Igreja Católica, mas a Roma Pagã.

É muito triste constatar como falsos cristãos se utilizam da boa fé das pessoas para mentir e enganar. Mais triste ainda é testificar que embustes como este são utilizados e autorizados por denominações protestantes para aliciar fiéis. É o caso da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que em seu conjunto de “estudos bíblicos” que visam converter pessoas para suas fileiras (principalmente católicos), utilizam engodos como o que apresentamos nesta matéria.

Referencias e Vídeo: Alessando Lima.

Gutenberg e a questão dos deteurocanônicos! Mais uma omitira do CA”C”P.

Publicado: 22 de outubro de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Você deve está se perguntando o que significa “omintira”. Omintira é a junção das palavras “omissão” com “mentira”, que é o que este centro que se diz cristão sabe melhor fazer, esta é a terceira matéria postada aqui refutando suas mentiras, mais uma vez o texto é do Digitus Dei.

——————————————————————————————————

Encontra-se no CACP um artigo contando a história de Johann Gutenberg inventor da imprensa.

Diz o artigo:

Johann Gutenberg (1397-1468) “Inventor da imprensa desenvolveu durante anos – discretamente e trabalhando até 16 horas por dia – o seu projeto da “arte da escrita artificial”. Ourives de profissão, ele aplicou seu conhecimento sobre metais e fundição para criar um molde tipográfico ajustável, ponto principal de sua invenção. Tratava-se de uma placa formada por centenas de letras soltas, feitas de uma liga de estanho e chumbo. As letras eram arrumadas em uma espécie de estojo, de acordo com o que se queria escrever em cada página. Depois disso, recebiam tinta e eram encaixadas na prensa para “carimbar” o papel ou pergaminho. Para reproduzir a página seguinte, bastava reorganizar a placa, arrumando novamente as letras no estojo. A primeira obra a ser impressa foi uma magnífica edição da Bíblia. O texto era da Vulgata Latina de Jerônimo e foi publicada em Moguncia entre 1450 e 1456. Desde então nenhuma Bíblia tem sido mais estudada que a Bíblia de Gutenberg. Cada volume, página, linha e letra dessa Bíblia – considerada não somente o mais antigo, como também o mais belo livro impresso com tipos móveis – tem sido minuciosamente examinado por estudiosos e colecionadores. Por ser tão rara e preciosa, a Bíblia de Gutenberg tem sido desmembrada em páginas, que são vendidas a colecionadores. A importância desta invenção foi crucial para a reforma no cristianismo. Não se passaram dez anos da publicação da primeira Bíblia e o vernáculo já constituía o texto mais difundido dos livros publicados, e isso sem dúvida contribuiu para conferir uma consciência religiosa diferente culminando no surgimento que levaria à Reforma Protestante. Não demorou a que os gráficos alemães levassem a invenção para a Itália (1467), França (1470) e Espanha (1474). De fato, O invento de Gutemberg, produziu as mais transcendentais conseqüências para a cultura e as civilizações ocidentais. Dessa época em diante puderam ser reproduzidas cópias e livros mais rápida e economicamente e com um grau de perfeição até então nunca alcançado. Hoje, o processo inventado por Gutenberg pode parecer lento. Mas, quando comparado ao método utilizado na época, em que os textos eram copiados à mão, significou um grande avanço. ” http://www.cacp.org.br/historia/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1095&menu=13&submenu=5

Mas, uma parte importante da magnífica obra de Gutenberg é omitida pelo autor, pois divulgar tal informação seria “atirar no próprio pé”!

Os omitidores do CACP escondem um pequeno e gloriosos detalhe:

A Bíblia imprimida por Johann Gutenberg CONTINHA OS DEUTEROCANÔNICOS, que o próprio CACP acusa que foram adicionados no Concílio de Trento. Diz o falso centro apologético “cristão” em um outro artigo:

Poucos sabem que em 1546, no Concílio de Trento, o clero católico adicionou à Bíblia sete livros apócrifos. Eles já vinham fazendo isso desde o século V, contudo, o reconhecimento oficial e definitivo desses livros por parte da Igreja Católica se deu a partir do século XVI.

http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=108&menu=2&submenu=10

A bíblia impressa por Gutenberg é uma versão anterior ao Concílio de Trento, a citada edição contém os deteurocanônicos. Vejam a Bíblia de Gutenberg no link abaixo:

http://www.hrc.utexas.edu/exhibitions/permanent/gutenberg/web/pgsdbl560/2_297298_143v144r.html
Mas, para tentarem se esquivar os caluniadores dizem acima: Eles já vinham fazendo isso desde o século V, contudo, o reconhecimento oficial e definitivo desses livros por parte da Igreja Católica se deu a partir do século XVI. Mas a trágica argumentação acima é facilmente desmascarada pelo Codex Sinaiticus, do Séc. IV que também contém os Deteurocanônicos.
Vejam o seguinte artigo: http://caiafarsa.wordpress.com/deuterocanonicos-e-o-codex-sinaiticus/ Assim provamos e mostramos a mentira e a omissão do CACP, que neste artigo conta uma meia verdade, pois admitir a verdade total seria desastroso para eles.

Por Jefferson Nóbrega

Pax et Bonvs.

A Inquisição exterminou 30 milhões de pessoas?

Publicado: 16 de outubro de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Para muitos estes supostos dados de “milhões de mortes” deixam claro e em evidencia o obscurantismo e a corrupção da Igreja durante a “Idade das Trevas” Mais podemos afirmar estes números que pressupõem que um verdadeiro “holocausto” foi promovido por parte do clero da Igreja Católica?

É comum vermos na literatura secular, em filmes e documentários, pior nas escolas do ensino fundamental e médio e até em faculdades e universidades, a afirmativa de que a Igreja “torturou e matou milhares”, alguns dizem milhões de pessoas com a Inquisição. Há também vários ambientes acadêmicos no Brasil em que é nítida esta linha interpretativa, são muitos autores e professores universitários a partilhar dessas objeções.

É inegável a existência da Inquisição, afirmar isto seria uma aberração um erro grotesco de história, mais a crítica aqui é dirigida aos números de motes e incidentes referentes aos cerca de 386 anos de atuação, deste tribunal eclesiástico.

Muitos podem até dizer que números não importam, mesmo assim ela “matou e torturou”, mas os números representam o maior pretexto e fonte de contradições ao tema, pois tendem a alimentar e propagar a ideia de uma tragédia história, sem controle, um crime um perverso ato criminoso vindo da Igreja, mais levando em conta os fatores, o contexto e as posições religiosas da época estaria correto afirmar estas posições subjetivas nascidas do nosso cunho contemporâneo? Que foi uma ferramenta de perseguição e extermínio de quem usava pensar diferente?

Vale salientar que estas sociedades eram nitidamente ligadas ao bem e ‘alegria social’ (Pernoud, 1997) e da religião “em função da fé cristã” (Daniel Rops, Vol. III. p. 43), tinha como ferramentas a prevenção através da condenação, para evitar a contaminação de confusões e divisões que ruíam ‘todo o sistema e ordem social da época’ (Gonzaga, 1994) além da propagação de heresias e divisões entre os fieis da Cristandade, assim os códigos penais civis abraçavam e previam comumente a tortura e a morte do réu. E o povo entendia que estes eram os princípios jurídicos e inquisidores (cf. Mt 18,6-7).

Mas seriam verdadeiros estes indicies sobre a Inquisição? Ou é maquinação vinda dos inimigos da religião que tiram proveito não só da Inquisição ou Cruzadas, mais dos erros e faltas morais de alguns filhos da Igreja para fazer de “cavalo de batalha na sua guerra contra a religião e para perpetuamente as estarem lançando em rosto à Igreja.” como disse o historiador e Pe. W. Devivier, S.J.  Fato que “é da natureza da Igreja provocar ira e ataque do mundo” segundo Hilaire Belloc.

A questão aqui tratada não é amenizar os efeitos da Instituição ou fazê-la mais branda, mas trazer a tona os fatos e verdadeiros números cujos estudiosos sérios testemunham para que possamos construir uma justa compreensão sobre o tema sem nos veicularmos a nenhuma propaganda anticatólica.

Vamos tomar como ponto as Atas do grande simpósio Internacional que reuni mais de 30 grandes historiadores, de diversas confissões religiosas para tratar historicamente da Inquisição, proposta vinda da Igreja. João Paulo II perguntou certa vez perguntou “Na opinião do publico, a imagem da Inquisição representa praticamente o símbolo do escândalo”. “Até que ponto essa imagem é fiel à realidade” pergunta crucial.

O encontro aconteceu entre 29 a 31 de Outubro de 1998. Com total abertura dos arquivos da Congregação do Santo Oficio e da Congregação do Índice. Anos depois as Atas deste Simpósio foram reunidas e apresentadas ao publico sob forma de Livro com 783 paginas com o titulo original “L’Inquisione” pelo historiador Agostinho Borromeo, professor da Universidade de La Sapienza de Roma. O mesmo historiador lembrou “Para historiadores, porem, os números têm significado” (Folha de S. Paulo, 16 junho 2004).

Entre os dados do simpósio cuja documentação já foi utilizada em vários obras, e continua a ser, consta entre os em resumo aos dados as seguintes afirmações declaradas pelo historiador Agostinho Borromeo.

Sobre a “famigerada e terrível” Inquisição Espanhola:

“A Inquisição na Espanha celebrou, entre 1540 e 1700, 44.674 juízos. Os acusados condenados à morte foram apenas 1,8% (804) e, destes, 1,7 (13) foram condenados em “contumácia”, ou seja, pessoas de paradeiro desconhecido ou mortos que em seu lugar se queimavam ou enforcavam bonecos.”

Sobre as famosas “caças as bruxas”.

“Dos 125.000 processos de sua historia [tribunais eclesiásticos], a Inquisição espanhola condenou a morte 59 “bruxas”. Na Itália. 36 e em Portugal 4.”

O que diriam os que alarmam “foram milhões”.

Evidenciou-se que os tribunais religiosos eram mais brandos do que os tribunais civis, tiveram poucas participações nestes casos, o que não aconteceu com os tribunais civis que mataram milhares de pessoas.

Sentenças de uma famoso inquisidor:

“Em 930 sentenças que o Inquisidor Bernardo Guy pronunciou em 15 anos, houve 139 absolvições, 132 penitências canônicas, 152 obrigações de peregrinações, 307 prisões e 42 “entregas ao braço secular” ([citado em] AQUINO, Felipe. Para entender a Inquisição. 1 ed. Cleofas. Lorena. 2009, p. 23).

O Simpósio conclui que as penas de morte e os processos em que se usavam tortura, representam menos números do se imagina e foi propagado. Os dados representam uma verdadeira demolição de muitas ideias falsas e fantasiosas sobre a Inquisição.

“Hoje em dia, os historiadores já não utilizam o tema da inquisição como instrumento para defender ou atacar a Igreja. Diferentemente do que antes sucedia, o debate se encaminhou para o ambiente histórico com estatísticas sérias” (Historiador Agostinho Borromeo, presidente do Instituto Italiano de Estudos Ibéricos: AS, 1998).

Bom que tudo isto tem mudado é sinal de esperança, tomara que haja uma nova reconstrução “hermenêutica”, pois este é um dos sentimentos históricos. E com uma justa crítica acurada, superem-se as ambiguidades historiográficas.

Pena que as correntes históricas penduram-se e os teóricos antigos dizem eles os “conceituados” continuam a ser as referencias “fidelíssimas”, assim na pratica pedagógica e histórica; seja superior (acadêmica) ou (média e fundamental) ensinos públicos, continua à ritualista tradição a-histórica, não transparente sobre os acontecimentos de tom feiticista e alienado, incluindo dentre destes, muitos estudiosos, professores, e jornalistas brasileiros e do resto do mundo. “Há milhões de pessoas que odeiam o que erroneamente supõe o que seja a Igreja Católica” (Bispo americano, John Fulton Sheen).

Referencias:

AQUINO, Felipe. Para entender a Inquisição. 1º ed. Cleofas. Lorena. 2009.

DEVEVIER, W. A Historia da Inquisição, curso de apologética cristã. Melhoramentos, São Paulo, 1925.

L’INQUISIONI. Atas do Simpósio sobre a Inquisição, 1998.

PERNOUD, Régine. A Idade Média: Que não nos ensinaram. Ed. Agir, SP, 1964.

ROPS. Henri-Daniel. A Igreja das Catedrais e das Cruzadas. Vol. III. Ed. Quadrante, São Paulo. 1993.

Autor: John Lennon J. da Siva

Fonte: Veritatis Splendor

Igreja Católica e o Paganismo – Mais algumas mentiras desmentidas.

Publicado: 21 de setembro de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Dessas 4 acusações que os caros leitores vão ver agora, 3 foram extraídas de alguns vídeos que andam circulando ai pela internet chamados de”A ‘Verdade’ Oculta”, que é propagado por um “caba” chamado Rubens, que está “desvendando” os segredos dos Illuminatis e da maçonaria e de toda a conspiração mundial.

Em seus vídeos, como não poderia faltar para um bom protestante, sempre tem que ter uma acusação contra Igreja católica, mesmo que essa seja uma mentira, não pode faltar! Agora o que o Senhor Rubens falta conhecer é um pouco de História e parar mais com essa mania conspiratória mundial. Ele já abandonou sua Igreja (Assembléia de Deus) por dizer que ela tem ligação com a maçonaria. E hoje ,este cidadão, está criando tipo uma seita sem denominação, onde,  eu vivo só, não vou a nenhuma Igreja/templo, não sou pastoreado por ninguém, descubro a verdade sozinho e interpreto a bíblia do jeito que eu bem entender (como todo protestante, mas a diferença que não quer nem explicação de ninguém).

Segundo ele a Santa Ceia é cerimônia pagã do Mitraísmo (contrariando as instituições de Jesus em sua despedida); Não podemos ter templos, pois templos são coisas de deuses pagãos (contradizendo o próprio Deus que mandou fazer templos e etc.) e por ai vai uma inúmera lista de basbaquices e alienações. Agora o que pensar de um cara que pensa tais coisas? O que pensar de uma pessoa que age de tal maneira? Vou parar por aqui para não falar o que não devo!

Feitos estes comentários vamos lá refutar o conteúdo dos vídeos que atacam a tradição católica:

1º Vamos analisar a foto abaixo:


Obelisco no meio da praça de são Pedro, diz ele que a Igreja católica colocou no meio da praça para homenagear Baal, pois obelisco é o símbolo do pênis de Baal (deus pagão) que simboliza a fecundidade.

Agora vamos a refutação e prova bíblica:

O obelisco (estela, ou ainda pilar sagrado), tem seu primeiro uso atestado na bíblia em Gn 28,17-18, sendo usada por Jacó:

17. E, cheio de pavor, ajuntou: ‘Quão terrível é este lugar! É nada menos que a casa de Deus; é aqui, a porta do céu. ’ 18 Levantando-se de madrugada, tomou a pedra que lhe servira de travesseiro, ergueu-a como uma estela e derramou óleo sobre seu topo.”

Essa pedra localiza a presença divina. Ela se torna uma bêt El, uma “casa de Deus”, o que explica o nome “Betel”, e recebe unção de óleo, como ato cultual. Aqui mesmo, à idéia de morada divina sobre a terra se justapõe a noção mais espiritual: Betel é a “porta do céu”, onde Deus reside (Cf.  Rs 8, 27)

Segundo alguns ela é de origem Cananéia, era uma pedra colocada de pé por chefes em recordação de façanhas. Embora de origem profana, podia ser colocada em santuários e acabava assumindo a finalidade religiosa, como vimos anteriormente, de localizar a presença divina. Mais tarde, para combater os costumes pagãos, o seu uso foi condenado pela lei e pelos profetas (Ex 23,24; Lv 26,1; Dt 7,5; 16,22; cf. 2Cr 14,2). Pois obelisco era um monumento de homenagem geralmente a deuses(2 Cr 34:4). Proibido na Bíblia nesta intenção, mas aceito se for ao Senhor. (Gn 28,17-18)

Jacó colocou no Tumulo de sua esposa:

Genesis 35, 20. Jacó erigiu uma estela sobre seu túmulo; é a estela do túmulo de Raquel, que ainda hoje existe.

Moisés faz 12 obeliscos:

Exodo 24, 4. E Moisés escreveu todas as palavras do Senhor. No dia seguinte, de manhã, edificou um altar ao pé da montanha e levantou doze estelas para as doze tribos de Israel.

Acaso Moises e Jacó estavam homenageando deuses pagãos?

Origem do Obelisco do vaticano:

O Obelisco do Vaticano é do século I. Foi trazido a Roma no reinado de Calígula. Em 1585, o Papa Xisto V mandou colocar no local atual para marcar o local que era o circo de Nero, onde São Pedro foi morto por amor a Jesus. Desde esse ano o obelisco possui no topo pedaços originais da cruz de Cristo e uma cruz foi modelada no tempo de João Paulo II, ajuntada o topo, cumprindo a profecia de que no Egito (terra pagã, antiga Roma), o Senhor iria prevalecer:

“Naquele tempo, haverá um altar erguido ao Senhor, em pleno Egito, e, em suas fronteiras, um obelisco dedicado ao Senhor.” Isaías 19,19

conferir mais algumas coisas em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Obelisco_do_Vaticano

 

Mais do que explicado!

2º Vejam a foto:


Cruz vergada (que os Papas usam) dizem que é um símbolo satanista do século VI, apresenta um Cristo fraco e desnutrido.

Refutação:

Não mostram prova alguma de que a cruz vergada fosse de fato símbolo satânico. No entanto, isso é o de menos, porque na bruxaria também se usa a cruz sem cristo, normal, como muitos cristãos usam. Só que para eles tem outro significado outra intenção.

A cruz está vergada porque ninguém sabe como de fato era a cruz de Cristo. Muitas eram feitas de troncos sem tratamento algum de modelação. O que dava às cruzes o formato vergado, torto.

A cruz foi feita por um escultor comunista, Manzu, e adotada por Paulo VI.

O máximo que se pode dizer dela é que é de mau gosto, pois mostra Cristo um pouco fraco, mas que de nenhuma forma tira a autenticidade da Morte e Ressurreição de nosso Senhor!

3º Olhem a Foto:

A Mitra dos Bispos e Papas dizem que é uma homenagem a Dagom, um deus peixe, pois de lado pareci a boca de um peixe aberta como, segundo eles os sacerdotes de Dagom também usavam !

Refutação, com provas bíblicas e históricas:

A mitra usada pelo bispo simboliza um capacete de defesa que deve tornar o prelado terrível aos adversários da verdade. Por isso, apenas aos bispos, salvo por especial delegação, cabe a imposição do Espírito Santo no sacramento do Crisma ou Confirmação.

Na figura que exibem dos sacerdotes de Dagom, aparecem também a água benta aspergida, e sacrifícios de animais. Além de um castiçal.  A aspersão de água e sacrifícios de animais também haviam no ritual judaico segundo a ordem de Deus, e uso de castiçais (Nm 8:7; Gn 46:1). Muitos símbolos, rituais e objetos do AT e NT eram parecidos aos do paganismo. O que vale é a intenção o contexto.

Sobre as vestes sacerdotais, até a meia bíblia de João Ferreira, que os protestantes usam, diz o seguinte: “Estas, pois, são as vestes que farão: um peitoral, e um éfode, e um manto, e uma túnica bordada, e uma mitra e um cinto; farão, pois, vestes santas a Arão, teu irmão, e a seus filhos, para me administrarem o ofício sacerdotal. “(Ex 28,4) … para que não levem iniqüidade e morram; isto será estatuto perpétuo para ele e para a sua semente depois dele.” (Ex 28,43).

Notem que o éfode falado ai, também era tido com uma divindade ou uma estátua de um ídolo (cf. Jz 8,27; 17,5) e nem por isso os sacerdotes Judeus eram considerados hereges ou satanistas, o que importa é a intenção para que isto é usado.

Mesmo que a aparência da Mitra do Papa e bispos pareça propositalmente com um peixe (o que tudo indica ter começado no Clero da Ilha de Creta), está se referindo ao fato de que no século I e II o peixe era símbolo de Cristo, símbolo dos cristãos. Verdadeiro Deus e Sacerdote, simbolizado também por um peixe nos primeiros séculos de Cristianismo!

Qualquer “caboco” que tenha feito um seminário e estudado teologia e o mínimo de grego, sabe que o peixe era usado pelos primeiros cristãos simbolizando Cristo, pois peixe em grego significava uma sigla para denominar quem era Cristo veja:

IXTUS = PEIXE

I = Iesous (Jesus)

X= Xristos (Cristo)

T= Theou (Deus)

U= Uiós (filho)

S= Soter (Salvador)

Iesous Xristos, Theou Uiós, Soter = Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador.
E também Mitra sempre vem um símbolo cristão… Cordeiro, cruz e etc.

Leia mais Cristo como peixe:

http://www.capuchinhos.org/siteantigo/porciuncula/simbolos/peixe.htm

Agora só uma coisa para refrescar  a mente dos protestantes que saem por ai propagando essas mentiras, vocês esquecem que as igrejas protestantes também usam o peixinho, especialmente a Igreja Batista? Vejam a foto :


Já viram isso em algum carro ou em alguma revista ou capa de bíblia evangélica?

Mais do que provado que a mitra não tem nada haver com paganismo!


4º Voltem e olhem a primeira foto do obelisco e notem uma circunferência em volta dele:

O circulo no meio da praça do vaticano com o obelisco no meio é dividido em 8 pedaços, dizem que são as 8 etapas da iluminação de seitas satanistas!

Refutação e prova histórica:

O círculo lembra o famoso e antigo circo de Nero, onde os cristãos também eram martirizados. O Obelisco lembra e simboliza que dentro deste circo (círculo), São Pedro foi morto por Nero. Na época que o império romano perseguia os cristãos eles eram mortos nos circos e amarrados a obeliscos onde as feras os devoravam.

Confiram em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Circo_de_Nero

Vejam a foto onde mostra como era o circo de Nero:

Precisa dizer mais alguma coisa?

Como vimos aqui essas e outras muitas  são as práticas Cristãs que se assemelham ao paganismo, mas que de modo nenhum se referem a ele, o importante é o que temos em nossos corações o sentimento que estamos adorando o verdadeiro Deus. Não é nenhum delírio protestante ou seja lá de quem for que vai mudar a realidade já criada a mais de 2000 anos, e que o próprio Deus que instituiu.

Essas pessoas têm a mania de serem “descobridoras” da “verdade”, só que por sua loucura egoísta acabam por criar mentiras que confundem mais a mente das pessoas do que mostram a “verdade”.

Por isso Estudemos para não sermos enganados por essas bizarrices heréticas propagadas por ai!

In Cord Jesu, Semper,

Rafael Rodrigues.

A Igreja Católica alterou os Dez Mandamentos?

Publicado: 14 de setembro de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas” (Mt 22,36-40).

Introdução

Uma das armadilhas utilizada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) para aliciar os católicos menos instruídos é acusar a Igreja Católica de ter alterado os Dez Mandamentos. Para a IASD, o Decálogo é irrevogável, portanto deve ser guardado para sempre. Conseqüentemente, segundo eles, as igrejas protestantes também erram, pois também não guardam o Decálogo em toda sua inteireza, pois guardam o Domingo e não o Sábado. E então? Quem está com a razão?

A concepção Adventista da reforma da Lei por Cristo

A IASD possui uma doutrina orientada ao legalismo do AT. Embora ela creia no Sacrifício Salvífico de Cristo e na Graça Santificante do Espírito Santo, a IASD não entende que Cristo veio trazer a Antiga Lei à perfeição, mas Sua reforma consistiu somente em abolir as observâncias que eles chamam de cerimoniais.

Estas concepções não são oriundas do final do séc. XIX quando surgiu a IASD. Nada mais são do que a retomada de uma antiga heresia, o Montanismo. Já em meados do séc. II Montano, um ex-sacerdote de Apolo e “converso” ao catolicismo, difundia tal ensino, criando o que os estudiosos chamam de Montanismo ou Heresia Montanista (1).

Montano foi motivado por uma volta iminente de Cristo (inclusive com data marcada…), era tido como profeta de Deus e seus escritos e instruções eram considerados inspirados pelo Espírito Santo. Dos seus seguidores exigia fé incondicional e obediência. Sua doutrina era de uma moral muito rígida, além obrigar seus seguidores a várias orientações alimentares. Será que a semelhança com a Sra. Ellen G. White é mera coincidência?

O Decálogo e a sua vigência

O Decálogo (Dez Mandamentos) são os dez princípios morais e fundamentais de toda Lei que Deus deu a Moisés no Sinai (Ex 34,27-30).

Cristo nos ensinou que “A lei e os profetas duraram até João. Desde então é anunciado o Reino de Deus, e cada um faz violência para aí entrar” (Lc 16,16). Isto deixa mais que claro que o legalismo do AT não está mais vigente para os Cristãos, que vivem um tempo de Graça no Espírito Santo.

Os Adventistas, no entanto, entendem que há uma distinção entre o Decálogo e as Leis Levíticas (ou Torah). Para eles as últimas foram abolidas por Cristo, mas os Dez Mandamentos porque estavam dentro da Arca da Aliança são irrevogáveis.

Interessante notar que os Adventistas para sustentarem a teoria da eternidade dos Dez Mandamentos, se referem às seguintes palavras do Senhor: “Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição” (Mt 5,17).

Ora, se para eles a palavra “lei” neste versículo se refere ao Decálogo, por que então em Lc 16,16 ela só se refere à Torah? Que exegese é esta da qual se servem os Adventistas?

O fato é que mesmo que adotemos a malabarística exegese adventista para Mt 5,17, isso ainda nos impede aceitar o caráter irrevogável dos Dez Mandamentos. Os Adventistas querem propor que os guardemos como estão nos livros do Êxodo e Levítico. Ora, se Cristo disse que iria levá-los à perfeição, significa que antes não eram perfeitos. Se não eram perfeitos então porque deveríamos aguardá-los como lá estão?

E se a perfeição da Lei é a abolição das ordenanças “cerimoniais”, que não estão no Decálogo, então Jesus não aperfeiçoou em nada os Dez Mandamentos, apenas aboliu a Torah. E se este for o caso, como então a palavra “lei” se aplica somente ao Decálogo?

Aí os Adventistas têm que dar um verdadeiro “nó em pingo d´àgua” para solucionar as inconsistências de suas proposições.

A reforma da Antiga Lei por Cristo

Para compreendermos a reforma na qual Cristo se referiu em Mt 5,17, devemos pontuar a unicidade de todas as ordenanças divinas. Para os antigos Judeus não havia qualquer distinção entre os Dez Mandamentos e a Torah. É o que testifica um especialista no assunto, o Sr. Félix Garcia Lopes:

O Talmude, a propósito de um ponto em discussão, lembra: ‘A lei mandava recitar todos os dias os dez mandamentos. Por que não os recitam mais, hoje? Por causa das maledicências dos minim [os dissidentes]; para que estes não possam dizer: ‘Estes somente foram dados a Moisés, no Sinal’ (Talmud Jer. Berakot 1 ,3c). Segundo estes minim, Deus só pronunciou os dez mandamentos (Dt 5,22); as outras leis são atribuídas a Moisés. A recitação diária do decálogo, na oração comunitária, favorecia indiretamente esta idéia de que provocava certo desprezo pelas outras leis. A fim de evitar este mal-estar,o judaísmo ortodoxo – talvez nos círculos de Iabne [ou Jâmnia], no fim do século 1 d.C. -suprimiu do serviço sinagogal cotidiano a recitação do decálogo (2).

Isto também pode ser atestado nas próprias palavras de Jesus ao Jovem Rico (cf. Mt 22,36-40; Mc 10,17-20;) e no Sermão da Montanha (cf. Mt 5-7).

Devemos primeiro entender a motivação da Lei, isto é, a razão de sua existência. Escrevendo aos Gálatas, comunidade formada principalmente por cristãos vindos do judaísmo, assim São Paulo se expressa:

Antes que viesse a fé, estávamos encerrados sob a vigilância de uma lei, esperando a revelação da fé. Assim a lei se nos tornou pedagogo encarregado de levar-nos a Cristo, para sermos justificados pela fé. Mas, depois que veio a fé, já não dependemos de pedagogo, porque todos sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo” (Gl 3,23-26).

Como podemos ver, São Paulo diz que a Lei de Moisés tinha como objetivo orientar para Cristo. Isso era possível porque dava consciência de que homem era pecador, transgressor da Vontade de Deus. Deus manifestou em Sua Lei aquilo que o homem não conseguia ver em seu próprio coração (cf. CIC no. 1962).

No entanto, a antiga Lei não comunicava ao homem a Graça do Espírito Santo necessária para agradar a Deus. Ela apontava para o pecado, mas não era capaz de justificar o homem. Por isso, São Paulo também ensinou aos cristãos vindos do judaísmo:

Mortos pelos vossos pecados e pela incircuncisão da vossa carne, chamou-vos novamente à vida em companhia com ele. É ele que nos perdoou todos os pecados, cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo na cruz” (Cl 2,13-14).

Que documento é este do qual São Paulo fala que condenava os judeus? Era a própria Lei que acusava a consciência, mas não comunicava a Graça Santificante.

A doutrina paulina sobre os Dez Mandamentos

Como já apresentamos, a vigência da Antiga-Lei era um ministério de condenação, enquanto o ministério de Cristo é Graça no Espírito Santo. Por esta razão, São Paulo escreveu aos Coríntios:

Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face (embora transitório), quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito! Se o ministério da condenação já foi glorioso, muito mais o há de sobrepujar em glória o ministério da justificação! Aliás, sob esse aspecto e em comparação desta glória eminentemente superior, empalidece a glória do primeiro ministério. Se o transitório era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece!” (2Cor 3,7-11) (grifos meus).

Nestas palavras do Apóstolo se desfaz a doutrina da irrevogabilidade do Decálogo. Enquanto os adventistas ensinam que devemos ainda observar a letra dos Dez Mandamentos (e aí que se fundamenta a doutrina deles sobre o Sábado), São Paulo diz que é “transitório”. Ora, algo que é transitório não pode jamais ser permanente. É transitório porque algo virá a sucedê-lo.

Aí os adventistas com a sua “exegese” afirmam que São Paulo estava se referindo à Lei de Moisés e não aos Dez Mandamentos. Ora, o que foi “gravado com letras em pedra”? Foi o Decálogo ou a Lei Mosaica?

A Escritura não deixa dúvidas de que o Apóstolo estava se referindo aos Dez Mandamentos. Em 2 Cor 3,7-11, São Paulo se refere a um evento registrado no Êxodo:

Moisés ficou junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E o Senhor escreveu nas tábuas o texto da aliança, as dez palavras. Moisés desceu do monte Sinai, tendo nas mãos as duas tábuas da lei. Descendo do monte, Moisés não sabia que a pele de seu rosto se tornara brilhante, durante a sua conversa com o Senhor. E, tendo-o visto Aarão e todos os israelitas, notaram que a pele de seu rosto se tornara brilhante e não ousaram aproximar-se dele” (Ex 34,28-30) (grifos meus).

Como se vê o principal fundamento da doutrina adventista está alicerçado sobre a falsa doutrina da irrevogabilidade dos Dez Mandamentos. Querem sustentar sua falsa doutrina ignorando os escritos paulinos e criando uma imaginária separação entre lei moral e lei cerimonial.

Os Dez Mandamentos no Catecismo da Igreja Católica (CIC)

A antiga Lei ensinava o princípio do “olho por olho e dente por dente” (cf. Ex 21,24; Lv 24,20; Dt 19,21). Porém, Cristo nos ensina a dar a face àqueles que nos batem (cf. Mt 5,39). Podemos perceber nisto um indício da perfeição que Cristo prometeu que daria à Lei.

Um outro exemplo é a exposição do Senhor no Sermão da Montanha (cf. Mt 5-7), culminando no resumo de toda Lei em duas ordenanças apenas:

Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas” (Mt 22,36-40) (3).

Nos parágrafos 1961 a 1964, o CIC explica a Lei e seu aperfeiçoamento prometido por Cristo. Depois nos parágrafos 1965 a 1974, o Catecismo expõe sobre a Nova Lei, a Lei da Graça. É aqui que a Igreja Católica apresenta uma interpretação dos Dez Mandamentos, não segundo a Antiga Lei, mas conforme a Nova Lei inaugurada por Cristo, a Lei da Graça. A proposta da Igreja no CIC era mostrar como aqueles princípios universais expostos na Antiga Lei se aplicariam na Nova Lei.

Se por isto os Adventistas acusam a Igreja de alterar os Dez Mandamentos, porque também não acusam a Cristo, se foi Ele que primeiro o fez?

Conclusão

A acusação adventista à Igreja Católica procede de um princípio falso: a irrevogabilidade do Decálogo. Falso porque o que é irrevogável não tem vigência definida (cf. Lc 16,16), não precisa ser levado à perfeição (cf. Mt 5,17) e nem é transitório (cf. 2Cor 3,7-11).

Os Dez Mandamentos conforme constam no CIC é uma visão dos seus princípios à Luz da Nova Lei inaugurada por Cristo Nosso Senhor.

Enquanto os Adventistas propõe uma doutrina tendo como base as tábuas de pedra, que para eles são os únicos mandamentos de Deus, São Paulo ensina que os verdadeiros cristãos são “uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações” (2 Cor 3,3).

Infelizmente os adventistas estão aprisionados na letra do Decálogo. Isto me lembra as seguintes palavras de São Paulo:

Tal é a convicção que temos em Deus por Cristo. Não que sejamos capazes por nós mesmos de ter algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus. Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,4-6).

Nós Católicos continuaremos fiéis do Depósito da Fé que os Santos Apóstolos confiaram à Igreja Católica.

Notas

(1) Para saber mais sobre a Heresia Montanista recomendo o livro “História das Heresias”, de Roque Frangiotti. Editora Paulus, São Paulo: 1995. 4a. Edição 2004.

(2) LOPES, Félix Garcia. O Decálogo. São Paulo: Paulus, 1995. p. 35.

(3) Note o leitor que Cristo não diz que o maior mandamento da Lei é a guarda do Sábado, como pretendem os sabatistas.

Autor: Alessandro Lima