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Refutando Acusações sobre o Canôn Bíblico – Final

Publicado: 3 de setembro de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Sabedoria de Salomão 8:19-2019 Eu era um jovem de boas qualidades e tive a sorte de ter uma boa alma, 20 ou melhor, sendo bom, vim a um corpo sem mancha.

Mancha ali, quer dizer sem pecados! Logo quem… Salomão! Mas isso não é o pior, o pior é que esse trecho ensina a doutrina errônea da pré-existência da alma (antes de se ter um corpo), sugerindo que seu corpo vai ser bom se sua alma o for (parece até coisa de espíritas). A palavra de Deus diz que a alma do homem é formada com ele no momento da concepção (ver Salmos 139:13-16 e Zacarias 12:1 – OBS: Conferir em várias traduções!).

Explicação:

1º ESSE TEXTO NÃO ENSINA A PREEXISTÊNCIA DA ALMA como se poderia crer, se fosse isolado do contexto. Ele corrige é o versículo 19 que parecia dar prioridade ao corpo como sujeito pessoal, e sublinha a proeminência da alma!

2º E ali não diz que Salomão não pecou, ele só friza que VEIO em um corpo sem mancha, não diz que ele não pecou, o mal é não entender o gênero literário!

Olhe o texto no contexto para não virar pretexto!

Longevidade?

Tobit (pai de Tobias) viveu 112 anos (ver Tobias 1:3-5 e 14:2), todavia o apócrifo também alega que ele estava vivo durante o tempo em que Jeroboão se revoltou (931 A.C.) e também quando a Assíria conquistou Israel (722 A.C.), eventos separados por um intervalo de 209 anos! 112 é menor que 209…

Explicação:

O relato de Tobias 14, 2 que apresenta Tobit como contemporâneo do apogeu assírio, faz ele anunciar como futuros certos acontecimento que, para o autor, pertencem ao passado, segundo o artifício próprio da apocalíptica. Mas, uma vez chegada ao tempo real do autor, a profecia não se detém e penetra no futuro messiânico: “até estarem completos os tempos”(Cf. Tobias 14,5)

Mas se o caso do autor for datas então eliminaremos 2 Crônicas devido a isso:

Jorão tinha 32 anos quando começou a reinar e reinou 8 anos em Jerusalém (40 anos de idade). Morreu sem ser chorado por ninguém. Os habitantes de Jerusalém proclamaram rei Ocozias, filho mais novo de Jorão (lembre que o rei morreu com 40 anos). Acazias (ou Ocozias), filho de Jorão tinha 42 anos quando começou a reinar e reinou por um ano. Logo, Ocozias seria 2 anos mais novo que seu próprio pai (2.º Cr 21:20, 22:1-2)?!?!?

Como pode um filho mais velho que o próprio pai? A própria bíblia explica o por que disso, mas eu não vou colocar aqui, espero que se o digníssimo autor dessa matéria ler isso aqui responda e pense, pois os argumentos que ele está usando está comprometendo várias partes da bíblia!

Geopolítica?

Judite identifica Nabucodonosor como rei dos Assírios (Judite 1:1-7), quando na verdade ele era rei dos Babilônios (2 Reis 24:1).

Mateus atribui ao profeta Jeremias uma profecia de Zacarias (Mt 27,9);

E o que isso teve demais?

De qualquer forma, os comentários da Bíblia católica dizem o seguinte sobre este livro:

A grande indiferença que este livro demonstra pela história e geografia indica que seu autor não pretende relatar fatos históricos concretos. Quer apenas compor uma história para encorajar o povo a resistir e lutar.

[http://www.paulus.com.br/BP/_PCU.HTM]

E isso tira a autenticidade de um livro? Já que o autor diz que sim, então….

Criação a partir da matéria, ao invés do nada!

Em Sabedoria de Salomão 11:17, lemos:

Para a tua mão onipotente, que da matéria informe [ex amorphou hyles] criou o mundo…

Esse trecho é brutal, pois contradiz a palavra do Senhor que diz a criação ter sido a partir do nada! (Gênesis 1:1, Salmos 33:6-9 e Hebreus 11:3). E em minha opinião, é um dos piores, se não o pior erro dos apócrifos.

OBS: Este “mundo” ali não é o planeta Terra, mas sim o Universo, veja de forma mais clara nesta tradução em língua inglesa: “For not without means was your almighty hand, that had fashioned the universe from formless matter”

(Οὐ γὰρ ἠπόρει ἡ παντοδύναμός σου χεὶρ καὶ κτίσασα τὸν κσμον ἐξ ἀμόρϕου ὕλης) (Wisdom of Solomon 11:17 NAB).

Ainda sobre este trecho a Enciclopédia Judaica diz:

Os Judeus de Alexandria, sob a influência das idéias Platônicas e Neoplatônicas, entendiam que a criação tivesse sido efetuada através de agentes intermediários, embora ainda um ato da vontade divina. Embora a relação dos agentes com a divindade [Deus] não seja sempre bem definida, é possível considerá-los quase como sendo hipóstases/subdivindades, como se tivessem existência independente e vontade própria. A “sabedoria” divina (σοΦΊα) tem uma parte cooperativa na criação (Sabedoria 9:9). Apesar de os Palestinos (2 Macabeus 7:28) insistirem que tudo foi feito por Deus “a partir do nada” (ζ οκ ντων), Sabedoria 11:17 apresenta uma arquimatéria sem forma (λη), que o criador simplesmente ordenou.

[http://www.jewishencyclopedia.com/view.jsp?artid=853&letter=c]

Vamos esclarecer aqui os fatos:

O autor está se baseando em opiniões de sites da internet e acho que não se deu o trabalho de pesquisar a fundo o sentido real das palavras e o que o autor da Sabedoria queria dizer! Mas isso não nos impedi de darmos a resposta correta:

Cosmos (vem da palavra Grega (Κοσμος), significa “universo” ou “ordem”) é a palavra mais antiga usada pra denotar tais conceitos como “mundo” ou “universo.” HOJE esta palavra surge mais comumente como sinônimo para “universo.” Considerando o verdadeiro significado da palavra, este uso é altamente irônico.

História do Uso

NO GREGO ARCAICO, COSMOS SIGNIFICA ORDEM. Pitágoras é considerado como sendo o primeiro a aplicar o termo para o universo, reconhecendo que o universo é inerentemente em ordem e harmonioso. Todavia, a estória da criação Grega original enfatiza o trazer ordem do caos, por isto esta idéia não era nova mesmo para Pitágoras.

O Novo Testamento também usa a palavra cosmos para denotar o conceito de “mundo.” Entretanto, a Bíblia usa outro termo, oikoumene, para denotar especificamente o mundo inabitado. Oikoumene descreve o mundo como um lugar onde pessoas vivem, enquanto que cosmos descreve o mundo como um lugar de ordem.

Jesus Cristo usa especificamente a palavra cosmos num contexto muito importante:

Eu sou a Luz do mundo. João 8, 12

Nesse verso,a palavra “mundo” hoje traduzida é cosmos. Portanto, Jesus não está somente identificando-se como a fonte de Luz, mas Ele está “também” lembrando aos Seus ouvintes que Ele é a fonte da “ordem” no mundo. (Wikipédia Cristão)

O autor do livro da sabedoria não tem nenhuma razão de para subtrair essa matéria uniforme da ação criadora de Deus, mas pensa sem duvida, na ORGANIZAÇÃO (ou na ordem que Ele deu depois de criar o céu e a terra que estavam vazios) do mundo a partir da massa caótica que Deus fez. O que nos refere diretamente a (Gn 1, 1 ss) Já está muito bem explicado.

Sobre a morte de Antíoco Epifânio, Rei da Síria, inimigo dos Judeus, 2 Macabeus se mata:

2 Macabeus 1:13-163 De fato, o chefe deles foi para a Pérsia acompanhado de um exército que parecia invencível, mas que acabou destroçado no templo de Nanéia, através de uma cilada armada pelos sacerdotes da deusa. 14 Antíoco foi para esse lugar, junto com os amigos que o acompanhavam, pretendendo casar-se com a deusa, a fim de pegar as grandes riquezas que havia nesse lugar, a título de dote. 15 Os sacerdotes do templo de Nanéia lhe mostraram as riquezas, e ele entrou no recinto sagrado com alguns poucos companheiros. Logo que Antíoco entrou, os sacerdotes fecharam o templo, 16 abriram a porta secreta do forro e mataram o rei a pedradas. Esquartejaram o rei e jogaram a cabeça dele para os que estavam do lado de fora.

2 Macabeus 9:19-29[a partir do 28, os versículos anteriores relatam que ele estava doente.] 28 E assim, esse assassino e blasfemo, entre dores atrozes, morreu nas montanhas, em terra estrangeira. Seu final foi desastroso, da mesma forma como ele havia tratado a outros. 29 Filipe, seu companheiro de infância, transportou seus restos. Mas, com medo do filho de Antíoco, Filipe foi para o Egito, para junto de Ptolomeu Filométor.

E o pior é que nos comentários da Bíblia católica, que podem ser acessados aqui: http://www.paulus.com.br/BP/_PE4.HTM, está escrito que o primeiro trecho faz parte de um pedaço que “mistura acontecimentos históricos com elementos lendários”. Sem mais.

Cara é incrível mas a morte de Judas o apóstolo traidor a bíblia relata da mesma forma:

Judas se suicidou por enforcamento (Mt 27, 5) ou por pular em um precipício (At 1, 18)?

Isso tira a canonicidade desses 2 livros? Para o autor sim!

Existem ainda mais erros, incrível não? Mas vou parar por aqui, acho que já deu pra passar a idéia.

Lembrando que estamos falando de erros, e não de supostas contradições bíblicas. Ou seja, se os apócrifos erram e foram adicionados ao cânon, a ICAR fez o favor de exterminar a inerrância Bíblica e, por conseguinte, a si mesma, pois alega que seu magistério é infalível! Não é preciso alongar mais este ponto, só deixar claro que estes livros foram considerados canônicos pelo Concílio de Trento, para que fosse possível justificar algumas das doutrinas antibíblicas de Roma.

E o autor pareci que também fez o mesmo além de não ler a bíblia, colocou sua peneira e seu manual para determinar qual livro era canônico ou não o que também compromete vários outros livros da bíblia!

O leitor pode se perguntar: Mas será que esses livros são realmente autoritários para a ICAR? A resposta é sim: Apesar do nome, “segundo cânon”, estes livros têm total status canônico. De acordo com Trento e o CVII [RCEAD, cap. 9, p. 3]:

Entretanto, se alguém não aceitar os ditos livros como sagrados e canônicos, inteiros e com todas as partes … e se de forma propositada condenar a tradição mencionada anteriormente, que seja anátema. (Denzinger, Sources of Catholic Dogma, 784, p. 245. / Documents of Vatican II, “Document on Revelation,” chap. 3: “The Divine Inspiration and the Interpretation of Sacred Scripture.”).

Claro que sim, esses livros são tão canônicos como os outros e já foi provado isso aqui, sem mais!

Alguns católicos alegam que a lista de livros apócrifos enunciada no início desta seção, considerada como canônica no Concílio de Trento, na verdade já era reconhecida, e essa lista foi apenas reafirmada neste Concílio. Eles alegam que alguns Concílios anteriores, diga-se de passagem, concílios locais, como o de Roma em 382, o de Hipona em 393, e o de Cartago em 397 já os haviam declarados canônicos.

A resposta para essa alegação é simples.

Referimo-nos ao Concílio de Trento, pois ele nos dá “a definição mais explícita do cânon católico” (http://www.newadvent.org/cathen/03267a.htm).

Ora ele mesmo ai está reconhecendo que os concílios anteriores já tinha os livros, no entanto ele em sua matéria diz que os livros foram colocados para justificar as doutrinas católicas perante a reforma, contraditório não? Aqui Ele diz que apenas usa o concílio de Trento por que dá uma maior visão, mas é assim mesmo a mentira não é suficiente em si mesmo!

Além do mais, existe uma disputa sobre este tema:

Sabe-se que o Concílio de Roma não incluiu o livro de Baruque [Denzinger, Sources of Catholic Dogma, 84, p. 34]).

De acordo com o Cardeal Caetano, o cânon tinha livros protocanônicos, com autoridade doutrinária (que são, na verdade, os livros do cânon protestante atual), e outros, deuterocanônicos (os apócrifos), com valor apenas devocional. E essa era a idéia de Agostinho de Hipona e do Concílio de Cartago. (Cardinal Cajetan, “Commentary on all the Authentic Historical Books of the Old Testament,” cited by William Whitaker in “A Disputation on Holy Scripture,” Cambridge:Parker Society (1849), p. 424). [http://www.jesus-is-savior.com/False%20Religions/Roman%20Catholicism/rcc16-apocrypha.htm].

Eu nem vou me prestar a contra refutar essa afirmação ai, aqui no blog na categoria bíblia já tem dizendo tudo isso, e perda de tempo ficar aqui dando explicações para subjetividades protestantes! O cidadão tem coragem de citar santo Agostinho affzz…

Contudo, mesmo que a lista do Concílio de Roma fosse idêntica a de Trento, o fato é que a ICAR considera canônicos, livros não inspirados e cheios de erros, e assim destrói a inerrância da Bíblia. O que nem de longe resolve o problema para eles. Trento conferiu erroneamente o status canônico total a estes “deuterocanônicos” em resposta à disputa contra Lutero, sinceramente, isso é muito óbvio (veja mais aqui: http://www.newadvent.org/cathen/03267a.htm).

Quem destruiu a inerrancia bíblica aqui? A Igreja ou o próprio autor com sua peneira canônica? Eu já mostrei nas citações dos outros livros sagrados  com os mesmos aparentes “erros” e o que não tira de nenhuma forma a canonicidade de nenhum livro!

Mas segundo o autor só nas passagem que eu citei tiraríamos da bíblia também os seguintes livros:

Judas, 2 Crônicas, apocalipse, Hebreus, Mateus, provérbios, Tiago, Marcos, Lucas, 1 Coríntios, vamos parar por aqui se não daqui a pouco não sobra mais nem um livro na bíblia passando a peneira canônica do autor da matéria!

Ia fazer uma matéria aqui que o nome seria: “Definindo o Canôn bíblico segundo os Conceitos Protestantes”, só que não seria legal por que daria espaço a ateus e a outras pessoas para duvidarem da própria bíblia, e como esse não é nosso objetivo, pois nossa missão é defender e explicar a verdade, não vou fazer!

Concluindo esta seção:

Pois muito bem, o problema para você católico é o seguinte: Ou você acredita nos erros dos apócrifos, o que é difícil demais! Ou você acredita na inerrância da Bíblia, a palavra de Deus, e, portanto, é anátema. Se o seu caso for a segunda opção, não tem pra que continuar freqüentando a ICAR, bem vindo ao Cristianismo Bíblico.

Concluindo a refutação:

Então, e o problema pra você protestante é o seguinte: ou você estuda e pára criar uma caricatura da Igreja católica, que acho que já virou doutrina do protestantismo, ou continua inventando mentiras e criando conceitos que colocam a bíblia como mentirosa em si mesma para confirmar seus pensamentos subjetivos. Se sua opção for a segunda que Deus te julgue não eu, se for a primeira, não tem por que ficar mais inventando mentiras e continuar protestante, Bem Vindo ao Cristianismo bíblico e tradicional com 2000 mil anos de existência!

In Cord Jesu Semper,

Rafael Rodrigues!

Refutando Acusações sobre o Canôn Bíblico – Parte II

Publicado: 2 de setembro de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

A ICAR favorece uma espécie de caráter baseado na utilização. De acordo com esse critério, o livro de John Bunyan, O Peregrino, poderia ser canônico e ter autoridade em termos de doutrina.

Bem ele está afirmando ai que a Igreja católica disse que os livros eram canônicos por que eram utilizados na Igreja desde o inicio, ora como o povo de Deus iria usar livros heréticos para a catequese ou pra outra coisa qualquer?  Se esse livro o Pelegrino que ele cita contes si heresias, vamos supor de reencarnação, ele iria Lê-lo ou até mesmo usá-lo na Igreja?

O mais importante de todos os aspectos negativos, é que esses livros apresentam erros confirmados. Se apresentam erros e fazem parte da Bíblia, isso significa que a Bíblia é errante. De acordo com o Dr. René Pache [FSCR, p.57-58]:

Exceto no caso de determinada informação histórica interessante (especialmente em 1 Macabeus) e alguns belos pensamentos morais (ex: Sabedoria de Salomão), esses livros contêm lendas absurdas e banalidades, erros históricos, geográficos e cronológicos, além de doutrinas obviamente heréticas; eles até aconselham atos imorais (Judite 9:10-13). … Tobias … contém certos erros históricos e geográficos, tais como a suposição de que Senaqueribe era filho de Salmaneser (1:15) em vez de Sargão II, e que Nínive foi tomada por Nabucodonosor e Assuero (14.15) em vez de Nabopolassar e por Ciáxares … Judite não pode ser histórico porque contém erros evidentes … [em 2 Macabeus] há também numerosas desordens e discrepâncias em assuntos cronológicos, históricos e numéricos, os quais refletem ignorância ou confusão…

O autor dessa matéria acho que não teve nem o trabalho ler os livros e pesquisar sobre os  DEUTEROCANONICOS, pois toda a matéria dele é baseada em argumento desse tal doutor ai. Vamos explicar uma coisa novamente a bíblia não é um livro histórico nem cientifico! Se o tal doutor diz que os livros não são canônicos por isso então vamos eliminar também 2 Samuel ou 1 Crônicas vejam:

Quantos soldados havia em Israel e em Judá? 800 mil e 500 mil, respectivamente, segundo 2Sm 24 ou 1100 e 470 mil, respectivamente, segundo 1Cr 21?

E tem muito mais coisas parecidas com isso na bíblia inteira, veja que eu vou colocar muitas dessas passagens daqui por diante, a bíblia é inerrante não erra em seu enrredo, pois o que ela nos mostra é a salvação de Jesus Cristo, mas Deus não poupou os autores de suas limitações quando eles estavam escrevendo os livros Sagrados e por isso ocorre muitas dessas coisas que aparentemente parecem que são “contradições ou erros”.

Além deste comentário, o Dr. Pache acrescenta [FSCR, p. 58 e 59]:

Por que, pois, Roma adotou uma posição tão diferente e atrevida? Porque, ao ser confrontada pelos reformadores, ela precisava de argumentos para justificar seus desvios antibíblicos.

Vamos ver se é mesmo isso que esse carinha está afirmando ai? Só uma coisinha pra derrubar de vez essa tentativa enganatória veja livro da sabedoria e eclesiástico, uns dos que o autor acusa, e pense: eles falam diretamente contra as imagens todos sabem protestantes odeiam imagens apesar Deus não condená-las e a Igreja católica usa-as abertamente. Se fosse intenção da Igreja pegar livros que confirmassem suas doutrinas contra os protestantes iria colocar um livro que fala das imagens que supostamente, como dizem os protestantes, os católicos adoram?

Oh Igreja católica burra viu, nem leu antes de colocar na bíblia?! affz

Ela declarou que os livros apócrifos apoiavam doutrinas como as orações pelos mortos (2 Macabeus 12:44);

II Timóteo 1, 18. “O Senhor lhe conceda a graça de obter misericórdia junto do Senhor naquele dia. Sabes melhor que ninguém quantos bons serviços ele prestou em Éfeso.”

Paulo orando por Onesíforo que já estava morto, e pedindo misericórdia a Deus por ele no dia do julgamento, isso lhes lembra algo? Fica a pergunta!

O sacrifício expiatório (que finalmente se transformou na missa, 2 Macabeus 12:39-46);

Que acusação mais tosca é essa? Todos sabem que no antigo testamento para se perdoar pecados teriam que ter um sacrifício. Judas Macabeus não fez nada mais do que cumprir o rito do antigo testamento e da lei! E com relação a missa todos nós sabemos que foi instituída pelo próprio Jesus! Não tenho nem o que falar sobre isso!

**dar esmolas com valor expiatório, o que também conduz ao livramento da morte (Tobias 12.9, 4:10);

Vou responder mais adiante para não repetir palavras!

a invocação e a intercessão dos santos (2 Macabeus 15:14, Baruque 3:4);

Olhe o texto no contexto para não inventar mentiras!

Vamos ver aqui os textos:

Macabeus 14, 14. Então, tomando a palavra, disse-lhe Onias: Eis o amigo de seus irmãos, aquele que reza muito pelo povo e pela cidade santa, Jeremias, o profeta de Deus.

Explicando:

Esse foi um Sonho que Judas Macabeus teve e viu Onias e ele lhe disse isso ai. Esse Papel, conferido a Jeremias e a Onias, é a Primeira atestação da crença numa oração dos justos falecidos em favor dos vivos. É crença ligada à fé na ressurreição (Cf. Sl 16, 10; 49,16) Como já expliquei somente Macabeus e Daniel falam em ressurreição diretamente no antigo testamento!

Leiam minha famosa matéria :

Será que ninguém subiu aos céus mesmo?

E já há uma alusão a isso no próprio livro do profeta Jeremias:

“E o Senhor disse-me: ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, a minha alma não se inclinaria para este povo; tira-os da minha face e retirem-se” (Jer 15, 1 ss)

Móises e Samuel já estavam mortos nessa época. Em Macabeus apenas confirma isso e mostra que até Jeremias estava intercedendo pelo povo (Ex. 32, 11+;  1 Samuel7, 8-12; Sl 99, 6), e lembre se que Samuel depois de morto já tinha feito uma profecia a Saúl! Isso nada se trata de espiritismo, mas sim dos justos que moram com o Senhor e oram por nós!

Baruque 3, 4. Senhor, todo-poderoso, Deus de Israel, escutai a prece dos mortos de Israel, dos filhos daqueles que pecaram contra vós, que não atenderam à voz do Senhor, seu Deus, e por isso foram levados à desgraça.

Explicando:

O digníssimo autor pelo menos poderia ter a honestidade de analizar o contexto do versículo, de modo nenhum Baruc está falando de falecidos, ele se refere aos israelitas, próximos da morte por que pecaram contra o Senhor  é só ler Baruc 3, 1-4 pra entender o que ele queria dizer (Cf. Is 59, 10; Lm 3, 6; Ez 37, 11 ss)

A Igreja não aceita nem prega invocação de mortos! Basta ler o catecismo para saber o que a Igreja ensina sobre isso!

a adoração aos anjos (Tobias 12:12);

O honestíssimo cidadão poderia pelo menos ler o resto da bíblia e mostrar o que realmente Tobias 12, 12 diz, vou colocar aqui:

Tb 12, 12. Quando tu oravas com lágrimas e enterravas os mortos, quando deixavas a tua refeição e ias ocultar os mortos em tua casa durante o dia, para sepultá-los quando viesse a noite, eu apresentava as tuas orações ao Senhor.

Ai não fala nada de adoração de anjos! Apenas que o anjo Rafael apresentava as orações de Tobias ao Senhor. Pêra ai, pêra ai, mas acho que um outro livro da bíblia fala isso também, vamos ver qual é?

Apocalipse 3 Adiantou-se outro anjo e pôs-se junto ao altar, com um turíbulo de ouro na mão. Foram-lhe dados muitos perfumes, para que os oferecesse com as orações de todos os santos no altar de ouro, que está adiante do trono. 4. A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus.

Qualquer semelhança é mera conhecidência!

Mas segundo o autor isso é adoração aos anjos então está ai menos um livro na bíblia pois ensina adoração aos anjos, sendo assim apocalipse também entra para a lista dos “apócrifos”.

o purgatório; e a redenção das almas depois da morte (2 Macabeus 12:42-46).

Primeiro que ai não ensina nada de redenção após a morte nem muito menos se referi a purgatório! Macabeus apenas ora pelos mortos para a misericórdia no juízo deles!

Números 17, 11-14. e Moisés disse a Aarão: “Toma o turíbulo, põe-lhe fogo do altar, deita-lhe incenso por cima e vai depressa ao povo para fazer expiação por ele; porque acendeu-se a cólera do Senhor, e o flagelo começa.” Aarão, obedecendo à palavra de Moisés, tomou o turíbulo e correu ao meio da assembléia, pois a praga começava já no meio do povo; deitou nele o incenso e fez a expiação pelo povo. Colocando-se de pé entre os mortos e os vivos, deteve o flagelo. Com esse golpe morreram catorze mil e setecentos, além dos que tinham perecido na rebelião de Coré.

Eclesiástico 3:29-30 ensina que dar esmolas apaga os pecados:

29 A água apaga o fogo, e a esmola apaga os pecados. 30 Quem retribui com o bem armazena para o futuro, e no tempo de sua queda encontrará apoio.

Ainda neste tema, Tobias 12:9 diz:

A esmola livra da morte e purifica de todo pecado. Quem pratica esmola, terá vida longa.

De acordo com a Bíblia, antes de Jesus ser crucificado e ressuscitar, os pecados só eram perdoados com sacrifícios que envolviam SANGUE:

Levítico 17:11, Hebreus 9:22

O que acontece é que os apócrifos estão ensinando que as OBRAS podem salvar uma pessoa, exatamente o que a ICAR defende e a Bíblia não. E assim é feita a tentativa de defesa das doutrinas antibíblicas de Roma. Sobre este tema a Bíblia diz:

Gálatas 2:16, Gálatas 2:21

Primeiro que a Igreja não ensina que as obras por si só salvam ninguém, cremos nas obras mediante a fé! Agora por que o digníssimo autor não nos mostra aqui onde está o documento que a Igreja ensina isso?

A propósito observamos: o sacrifício de Cristo é posterior a tais práticas caritativas. O livro dos Provérbios (10,12) propõe a mesma tese; seria, por isto, necessário eliminá-lo do cânon?

O Novo Testamento ensina a mesma doutrina; ver Mc 9,41; Lc 11,41. Jesus confirma o valor das esmolas juntamente com outras formas de caridade. Ver Mt 6,2: “Quando deres esmola, não faças como os hipócritas…” Cf. 1Pd 4,8; At 10,31.

Então o Católico costuma rebater:

Tiago 2:26 – Portanto, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem ações [obras] está morta.

Infelizmente para o católico, Tiago está falando acerca da justificação de Abraão perante os homens (as obras como prova de que há fé), e não perante Deus (a fé como produtora de obras)! [MCB, pp. 533-534]. E como visto em Gálatas 2:21, se alguém pode ser salvo pelas obras, Jesus morreu na cruz pra quê? (Lembra que eu disse no começo que, para a ICAR, o sacrifício de Jesus não foi suficiente?)

Estas referências são do AT, portanto não podem ter qualquer relação com o sacrifício de Cristo. Segundo, elas estão em plena conformidade com o AT, que ensina que o bem feito ao próximo será considerado em nosso julgamento. Este é o princípio das esmolas.

Infelizmente para o protestante temos que citar o versículo todo para entendermos, pois eles só lêem o que querem. Leiam claramente e tiram suas próprias conclusões:

Tiago2, 14. De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso esta fé poderá salvá-lo? 15. Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, 16. e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? 17. Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma. 18. Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. 19. Crês que há um só Deus. Fazes bem. Também os demônios crêem e tremem. 20. Queres ver, ó homem vão, como a fé sem obras é estéril? 21. Abraão, nosso pai, não foi justificado pelas obras, oferecendo o seu filho Isaac sobre o altar? 22. Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por elas. 23. Assim se cumpriu a Escritura, que diz: Abraão creu em Deus e isto lhe foi tido em conta de justiça, e foi chamado amigo de Deus (Gn 15,6).24. Vedes como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé? 25. Do mesmo modo Raab, a meretriz, não foi ela justificada pelas obras, por ter recebido os mensageiros e os ter feito sair por outro caminho? 26. Assim como o corpo sem a alma é morto, assim também a fé sem obras é morta.

Abraão ai é citado apenas como exemplo!

Continua…

Refutando Acusações sobre o Canôn Bíblico – Parte I

Publicado: 2 de setembro de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Essa é uma Matéria do Blog  “O Crentinho”, com mais uma tentativa de descrebilizar os livros sagrados! A única coisa que me fez postar essa matéria foi por ter algumas acusações novas e não ser tão decorado e copiado como na maioria das acusações protestantes, mas como de praxe tenta colocar coisas onde não existem e atribuir isso a “mente maligna” da Igreja Católica.

Como sempre:

Vermelho: acusação

Azul: Refutação

Este texto é parte de um artigo maior sobre a igreja católica apostólica romana – ICAR. Por favor, você que é católico, pense bem sobre essas coisas, e creia-me, a idéia aqui foi ofender o mínimo possível.

É até que foi educado!

Neste caso, os apócrifos do Velho Testamento (VT) católico, 7 livros e 4 supostas partes de livros, que a ICAR “infalivelmente” declarou como sendo parte do cânon bíblico mais explicitamente em 1546, no Concílio de Trento. São eles: Tobias, Judite, Sabedoria de Jesus ben Siraque (Eclesiástico), Sabedoria de Salomão, Baruque, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Acréscimos a Daniel, Acréscimos a Ester.

1º Os deuterocanônicos já eram usados na Igreja desde os primórdios, todos sabem que por volta do ano 400 d.C, foi traduzida a vulgata latina por São Jerônimo que continha todos os livros que hoje existem na bíblia católica!

2º isso só foi questionado após a reforma protestante por Martinho Lutero, que também queria remover a epistola de Tiago e o Apocalipse, e no entanto todos os protestantes usam essas epistolas até hoje!

Os apócrifos, chamados deuterocanônicos (segundo cânon) pela ICAR, são livros religiosos utilizados por Cristãos e Judeus, de autoria desconhecida e que não fazem parte do cânon Judaico e da Igreja Cristã primitiva, pois não são inspirados. A Enciclopédia Britânica (Versão Eletrônica) os define como: “… várias versões Judaizadas de contos bem representados em outras culturas”. Foram introduzidos no cânon bem mais tarde. Em geral, os católicos argumentam que [RCEAD, cap 9]:

Sim e quais são os livros inspirados? Como saber se tal livro é inspirado ou não? A bíblia é definida na subjetividade dos pensamentos de cada pessoa? Como saber se a bíblia que temos hoje realmente é a palavras de Deus, como ela foi dividida em versículos e capítulos e chegou até nós hoje? Veremos mais tarde!

Alguns Cristãos antigos, considerados “pais da igreja” os consideravam inspirados, e alguns católicos argumentam que isso é evidência a favor do uso dos apócrifos.

    • Todavia, essas são apenas as opiniões errantes e não inspiradas deles. Se os escritos destes pais fossem considerados inerrantes e inspirados, é bem possível que fizessem parte do cânon do Novo Testamento (NT), com valor doutrinário, assim como as cartas de Paulo e outras cartas do NT.

Certo, e os pensamentos de quem são inspirados e inerrantes? Dos protestantes? Os pais da Igreja apenas confirmam os livros que eram usados pelos primeiros cristãos. Quero saber por que é que ele não utiliza aqui textos patrísticos, ele apenas julga e define a bíblia segundo sua própria cabeça!

  • Outros católicos ainda argumentam que tais livros eram lidos.
    • Isso tem tanto valor quanto se dizer que os livros de qualquer escritor Cristão são lidos hoje em dia. Uma coisa é ter valor devocional, outra coisa é ter autoridade doutrinária.

Ora e eles iam ler livros que continham heresias, como os protestantes dizem? Se eu der um livro que um católico escreveu qual protestante vai ler e vai ter devoção por ele? E pior ainda no cristianismo primitivo que ele viviam a fé muito mais forte que nós hoje e se preservavam muito das heresias!

  • A Septuaginta, antiga tradução em grego do VT, continha a tradução dos apócrifos.
    • Grande coisa, A tradução alemã feita por Lutero também tinha.
    • Nem mesmo se sabe se as cópias mais antigas da Septuaginta os continham, pois os primeiros manuscritos gregos contendo estes livros datam do Século IV.
    • Nenhum manuscrito grego contém a lista completa de apócrifos aceita em Trento.

Não? E a vulgata (século 4) foi traduzida de que língua? Olha o autor caindo em contradição, ele diz que os livros só foram aceitos em Trento, ora Trento como ele aqui mesmo cita foi em 1547, a reforma protestante ocorreu em 1517, 30 anos antes e Martinho Lutero traduziu a bíblia com os “apócrifos”, como pode isso? 30 anos antes já estava na bíblia os “apócrifos” que o autor diz que só foram aceitos em 1547? Fiquei confuso agora! e não foi o próprio lutero que condenou esses livros?

  • Mas no NT, alega-se que há citações sobre os apócrifos, e que estas citações eram da Septuaginta.
    • Em primeiro lugar, os autores do NT nunca citam os apócrifos (ou pelo menos o que se alega ser deles) como Escrituras Sagradas, nenhuma citação supostamente de materiais dos apócrifos começa com termos tipo: “Assim diz o Senhor”, “Está escrito”, ou “As Escrituras dizem”. O contrário acontece com as citações sobre os livros canônicos [RCEAD, cap 9, p 6]. Ainda sobre esse problema:

Bom se a questão para definir um livro como canônico for essa então vamos eliminar: Crônicas, Ester, e Cânticos dos Cânticos, pios não há nenhuma citação desses no novo testamento, da forma que o autor disse! E mesmo assim não é verdade que não tem nenhuma citação deles no novo testamento vou mostrar aqui apenas algumas delas no itens seguintes para não ficar muito grandes por que são várias!


Apesar do fato dos escritores do NT citarem amplamente a Septuaginta, ao invés do VT Hebreu, não há um único caso bem definido de uma citação de qualquer um dos 14 livros apócrifos … O máximo que pode ser dito é que os escritores do NT mostram estar familiarizados com esses livros, e talvez se refiram a eles de forma indireta, mas de forma alguma os citam como Escrituras inspiradas ou como tendo autoridade. (Merrill F. Unger, Introductory Guide to the Old Testament, Grand Rapids: Zondervan, 1951, p. 101).

Veja mais: http://www.justforcatholics.org/a63.htm


Olha novamente a contradição do autor ai veja o que ele disse antes:

Nem mesmo se sabe se as cópias mais antigas da Septuaginta os continham, pois os primeiros manuscritos gregos contendo estes livros datam do Século IV.

Nenhum manuscrito grego contém a lista completa de apócrifos aceita em Trento.”

E o que ele diz agora:

“O máximo que pode ser dito é que os escritores do NT mostram estar familiarizados com esses livros, e talvez se refiram a eles de forma indireta”

Ora champs, explica pra nóis direitinho se a Septuagina tinha ou não tinha os “apócrifos” e se os apóstolos usavam eles ou não, por que está meio confuso suas afirmações!

* Hebreus 11:35 refere-se a 1 Reis 17:17-24 e 2 Reis 4:25-37, e não a 2 Macabeus 7:12.

Vamos ver se é verdade isso?

Hb 11, 35 Devolveram vivos às suas mães os filhos mortos. Alguns foram torturados, por recusarem ser libertados, movidos pela esperança de uma ressurreição mais gloriosa.

Dividi em 2 cores (verde e laranja) o versículo para vermos em qual cor se encaixa  1 Reis 17:17-24 e 2 Reis 4:25-37 e se Macabeus 7:12 entra nessa história também

Agora vamos aos livros dos Reis para saber:

1 Reis 17, 17. Algum tempo depois, o filho desta mulher, dona da casa, adoeceu, e seu mal era tão grave que já não respirava. 18. A mulher disse a Elias: Que há entre nós dois, homem de Deus? Vieste, pois, à minha casa para lembrar-me os meus pecados e matar o meu filho? 19. Dá-me o teu filho, respondeu-lhe Elias. Ele tomou-o dos braços de sua mãe e levou-o ao quarto de cima onde dormia e deitou-o em seu leito. 20. Em seguida, orou ao Senhor, dizendo: Senhor, meu Deus, até a uma viúva, que me hospeda, quereis afligir, matando-lhe o filho? 21. Estendeu-se em seguida sobre o menino por três vezes, invocando de novo o Senhor: Senhor, meu Deus, rogo-vos que a alma deste menino volte a ele. 22. O Senhor ouviu a oração de Elias: a alma do menino voltou a ele, e ele recuperou a vida. 23. Elias tomou o menino, desceu do quarto superior ao interior da casa e entregou-o à mãe, dizendo: Vê: teu filho vive. 24. A mulher exclamou: Agora vejo que és um homem de Deus e que a palavra de Deus está verdadeiramente em teus lábios.

Que cor é esse versículo? Verde né?

Agora 2 Reis 4:25-37  a partir do Vs 30 para não ficar muito grande :

30. A mãe do menino exclamou: Por Deus e pela tua vida, não te deixarei! Então Eliseu seguiu-a. 31. Entretanto, Giezi, que os tinha precedido, pôs o bastão no rosto do menino; mas não houve voz, nem sinal de vida. Ele voltou a Eliseu e disse-lhe: O menino não despertou. 32. Eliseu entrou na casa, onde estava o menino morto em cima da cama. 33.34. Depois, subiu à cama, deitou-se em cima do menino, colocou seus olhos sobre os olhos dele, suas mãos sobre as mãos dele, e enquanto estava assim estendido, o corpo do menino aqueceu-se. 35. Eliseu levantou-se, deu algumas voltas pelo quarto, tornou a subir e estendeu-se sobre o menino; este espirrou sete vezes e abriu os olhos. 36. Eliseu chamou Giezi e disse-lhe: Chama a sunamita; o que ele fez. Ela entrou e Eliseu disse-lhe: Toma o teu filho. 37. Então ela veio e lançou-se aos pés de Eliseu, prostrando-se por terra. Em seguida tomou o filho e saiu. Entrou, fechou a porta atrás de si e do morto, e orou ao Senhor.

Sem duvida verde!

Então onde estão os mortos e torturados esperando uma ressurreição mais gloriosa?

Macabeus 7, 7. Morto desse modo o primeiro, conduziram o segundo ao suplício. Arrancaram-lhe a pele da cabeça com os cabelos e perguntaram-lhe depois: Comerás carne de porco, ou preferes que teu corpo seja torturado membro por membro? 8. Ele respondeu: Não, no idioma de seu país, e padeceu então os mesmos tormentos do primeiro. 9. Prestes a dar o último suspiro, disse ele: Maldito, tu nos arrebatas a vida presente, mas o Rei do universo nos ressuscitará para a vida eterna, se morrermos por fidelidade às suas leis.

Laranjinha né?

Veja que no antigo testamento, as pessoas não tinham esperança alguma de ressurreição os únicos livros que citam a ressurreição é Macabeus e Daniel! Dou um ano a qualquer protestante para procurar em sua bíblia a referencia correspondente a essa passagem!

Mais do que provado que Hebreus 11, 35b se refere a II Macabeus 7!

Algumas catacumbas de Cristãos antigos mostram imagens e textos que faziam referências a eventos dos apócrifos.

Mas se você procurar direito nos cemitérios das redondezas, é bem possível que encontre tumbas misturando Chico Xavier com Jesus. Novamente, as opiniões dessas pessoas não eram inspiradas ou inerrantes.

É os protestantes não aceitam nenhuma herança teológica ou histórica nem dos primeiros cristãos. Mas por que isso? Por que se aceitarem não terão como comprovar suas afirmações subjetivas!

O fato é que esses livros não preenchem o requisito para fazer parte do cânon do VT, que é o caráter profético. Os livros verdadeiramente canônicos comumente citam uns aos outros em seqüência, veja alguns exemplos [RCEAD, cap. 9, p.12]:

Os escritos de Moisés são citados por todo o VT, começando com seu sucessor imediato, Josué (Josué 1:7, 1 Reis 2:3, 2 Reis 14:6, 2 Crônicas 17:9, Esdras 6:18, Neemias 13:1, Jeremias 8:8 e Malaquias 4:4). De forma semelhante, os profetas posteriores citavam os anteriores (ex: Jeremias 26:18, Ezequiel 14:14-20, Daniel 9:2, Jonas 2:2-9, Miquéias 4:1-3). No NT, Paulo cita Lucas (1 Timóteo 5:18), Pedro reconhece as epístolas de Paulo (2 Pedro 3:15-16), e Judas 4-12 cita 2 Pedro. O Livro do Apocalipse é cheio de imagens e idéias tiradas de Escrituras anteriores, especialmente Daniel (ver Apocalipse 13).

Kkkkkkkkkk, ow champs, então onde está o manual que diz qual livro é canônico ou não? Eu nunca vi, é bom você mostrar pra nóis, para que todos os católicos leiam!

Leiam:

Tobias 12, 12. Quando tu oravas com lágrimas e enterravas os mortos, quando deixavas a tua refeição e ias ocultar os mortos em tua casa durante o dia, para sepultá-los quando viesse a noite, eu apresentava as tuas orações ao Senhor. 13. Mas porque eras agradável ao Senhor, foi preciso que a tentação te provasse.14. Agora o Senhor enviou-me para curar-te e livrar do demônio Sara, mulher de teu filho. 15. Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença do Senhor.

Comparem com:

Apocalipse 8, 2. Eu vi os sete Anjos que assistem diante de Deus. Foram-lhes dadas sete trombetas. 3. Adiantou-se outro anjo e pôs-se junto ao altar, com um turíbulo de ouro na mão. Foram-lhe dados muitos perfumes, para que os oferecesse com as orações de todos os santos no altar de ouro, que está adiante do trono. 4. A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus.

Será que é mera conhecidência?

Vamos a adiante

“Ele se gaba de conhecer a Deus, e se chama a si mesmo filho do Senhor! Sua existência é uma censura às nossas idéias; basta sua vista para nos importunar. Sua vida, com efeito, não se parece com as outras, e os seus caminhos são muito diferentes. Ele nos tem por uma moeda de mau quilate, e afasta-se de nossos caminhos como de manchas. Julga feliz a morte do justo, e gloria-se de ter Deus por pai. Vejamos, pois, se suas palavras são verdadeiras, e experimen­temos o que acontecerá quando da sua morte, porque, se o justo é filho de Deus, Deus o defenderá, e o tirará das mãos dos seus adver­sários. Provemo-lo por ultrajes e torturas, a fim de conhecer a sua doçura e estarmos cientes de sua paciência. Condenemo-Io a uma morte infame. Porque, conforme ele, Deus deve intervir” (Sabedoria 2,13-21).

A profecia acima se refere ao escárnio promovido pelo Sinérdio contra o Senhor Jesus.

Veja o testemunho do NT sobre o cumprimento da profecia acima:

“A multidão conservava-se lá e observava. Os príncipes dos sacerdotes escarneciam de Jesus, dizendo: Salvou a outros, que se salve a si próprio, se é o Cristo, o escolhido de Deus! [ … J Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo. [‘ ..] Um dos malfeitores, ali crucificados, blasfemava contra ele: Se és o Cristo, salva-te a ti mesmo e sal­va-nos a nós!” (Lc 23,35.37.39).

“Mas Jesus se calava e nada respondia. O sumo sacerdote tomou a perguntar-lhe: És tu o Cristo, o Filho de Deus bendito? [‘ ..] Alguns começaram a cuspir nele, a tapar-lhe o rosto, a dar-lhe socos e a dizer­ lhe: Adivinha! Os servos igualmente davam-lhe bofetadas” (Mc 14,61.65)

“Querendo Pilatos satisfazer o povo, soltou-lhes Barrabás e entregou Jesus, depois de açoitado, para que fosse crucificado. [. .. ] Davam­ lhe na cabeça com uma vara, cuspiam nele e punham-se de joelhos como para homenageá-lo. Depois de terem escarnecido dele, tiraram-lhe a púr­pura, deram-lhe de novo as vestes e conduziram-no fora para o crucificar” (Mc 15,15.19-20).

“Salva-te a ti mesmo! Desce da cruz! Desta maneira, escarneciam dele também os sumos sacerdotes e os escribas, dizendo uns para os outros: Salvou a outros e a si mesmo não pode salvar! Que o Cristo, rei de Israel, desça agora da cruz, para que vejamos e creiamos! Também os que haviam sido crucificados com ele o insultavam” (Mc 15,30-31).
Em 1 Macabeus 9:27 lê-se:

Israel caiu numa tribulação tão grande, como nunca tinha havido, desde que os profetas desapareceram.

Ou seja, o próprio livro admite não ser profético! E os apócrifos datam justamente deste tempo (400 A.C. até o nascimento de Jesus).

Ninguém nunca disse que Macabeus era profético! Macabeus é um livro Histórico! Como o champs  ai mesmo cita a seguir.

Continua…

Refutando o Livro 20 “VERDADES” SOBRE CATOLICISMO – Final

Publicado: 24 de agosto de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

A Bíblia e o uso da água benta

Atribui-se o uso da água benta a Alexandre I (108-177 d. C). Crê-se que ela tem o poder de expulsar demônios, etc. Pense: se a mosca cair na água benta, a água fica contaminada ou a mosca santificada? (debatido em Concílio). Por que usar água benta, se Jesus nos dá a água viva? (Jo 7.37-58)

Onde está a fonte que ele descobriu isso?

A aspersão de purificação já era usada  deste o Antigo Testamento – ( Nm 19,17ss)

Na Igreja é ousada desde os primórdios, em correlação com o Batismo. O Batismo é um sacramento; a água benta é um sacramental.

Já que é assim pra que então usar água na hora do batismo?


10. A VERDADE SOBRE AS DOUTRINAS CATÓLICAS

Será que é verdade mesmo?

“A graça barata é inimiga mortal da Igreja. A nossa luta trava-se hoje em trono da graça preciosa.” Jesus nos chama para a graça preciosa, porque chama ao discipulado. “É preciosa por condenar o pecado, e é graça por justificar o pecador”. Este é o coração do Evangelho: ter uma nova vida, transformada.

Mas anteriormente ele não disse que ora ser salvo era apenas ter fé? Agora diz que a graça barata é inimiga mortal da Igreja? Confuso!
Uma nova vida de obediência à Palavra

“A verdadeira fé se baseia em conteúdo. O chamado à fé cristã baseia-se nas promessas proposicionais de Deus: ou cremos Nele, ou chamamos Deus de mentiroso.” Pratique a Palavra:

De onde ele fica tirando essas frases? Na bíblia não tem! Pra mim os protestantes só usavam o que estava na bíblia!

PRATICANDO A PALAVRA (Mt 7.24-27)

(Dt 17.19) Ler
(Js 1.8) Meditar
(Dt 11.18) Memorizar
(Rm 10.17) Ouvir
(Mc 16.15) Pregar
(II Tm 2.15) Estudar

Certinho!

“As minhas ovelhas escutam a minha vós, eu as conheço e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna. Por isso, elas nunca se perderão e ninguém vai arrancá-las da minha mão” (Jo 10.27-28-CNBB).

That’s right!

A Bíblia e a tradição da igreja

A história mostra que em 1546 a Igreja Católica colocou a tradição eclesiástica em pé de igualdade com as Escrituras. Por diversos fatores, dificultou-se a livre leitura da Bíblia. Muitos ficaram sem conhecer a Palavra de Deus por séculos. Deste modo, milhares de pessoas nasceram, viveram e morreram mergulhadas na superstição, sem terem conhecido o plano de salvação. Jesus condena duramente tal atitude (Mt 15.3 e Mc 7.3-13). Todos devem ler a Bíblia (Dt 17.19).

Falar sobre isso novamente?

Na verdade isto já está na própria escritura… 2 Ts 2, 15: “ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa.”.

A própria Bíblia diz que nem tudo está nela, ou porque Jesus não ensinou (Jo 16,12) ou porque não foi escrito (Jo 20,30; 21,25).

Os concílios nada mais fazem que ratificar as verdades que sempre foram cridas.

– O que houve  não foi proibição de leitura, mas o Concílio de Tolosa (França) proibiu traduções da Bíblia para o vernáculo para evitar erros, proibição retirada pelo Concílio da Tarragona (Espanha) em 1233). O Sínodo de Oxford (1408) proibiu a publicação e a leitura de textos vernáculos da Bíblia não autorizados. O mesmo se deu no Sínodo dos Bispos alemães em Mogúncia (1485), devido a confusão doutrinária criada por John Wiclef (1320-84). O Concílio de Trento (1545-1563) declarou autêntica a Vulgata latina, tradução devida a S. Jerônimo (+420) e decretou que as traduções da Bíblia deveriam conter o visto do Bispo diocesano, para se evitar abusos de tradução.

– É a Igreja exercendo seu papel de zelar pela fidelidade da doutrina conf. 2Tm 4,2; Tt 1,13.

O primeiro livro da bíblia como já citei foi escrito por volta do ano 50 d.C e não foi os evangelhos, mas sim 1 Tessalonicenses e o apocalipse só foi escrito por volta do ano 100, como então os cristãos eram instruídos sem as cartas?

A primeira bíblia impressa surgiu no século XIV a bíblia de Gutemberg. Então quer dizer que depois que Cristo subiu aos céus até 1500, ninguém se salvou, começaram assim então a se salvar as pessoas depois da reforma protestante?

Uma pergunta ao autor: como a bíblia chegou as mãos dele desse modo todos os livros juntinhos divididos por capítulos e versículos, e como ele pode garantir que o que ele está nas mãos é realmente a palavras de Deus? Se ele chegar a ler essa matéria, vamos ver se responde!

A oração deve ser feita somente em nome de Jesus

Todas as orações católicas são feitas em nome de Jesus, mesmo sendo o pedido de intercessão de algum santo, mas é tudo em nome de Jesus e por Jesus… afim de que ele nos conceda a graça!

Já mostrei na matéria de exegese de João 3, 13, como ocorre a intercessão dos santos e como eles oram por nós!

“Faz parte da vocação do cristão crer na doutrina certa, na doutrina verdadeira, na doutrina da Escritura.”

De onde ele tirou essa frase?

Agora uma pergunta, todos os protestantes crêem nas escrituras, batistas, adventistas, assembleianos, testemunhas de Jeová e etc. Mas então por que tantas doutrinas diferentes uma das outras e todos se julgam estar certos e inspirados pelo Espírito Santo?

Disse Jesus: “E o que pedirdes em meu nome, eu o farei, afim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes algo em meu nome, eu o farei.” (Jo 14.13-14)

Certo!

A Bíblia católica, o rosário, as rezas repetitivas, os terços e as novenas

O rosário surgiu em 1090 com Pedro, o Eremita. Até as mudanças feitas pelo Papa atual, era composto de 165 contas, com três terços. Enquanto davam-se 15 glórias ao Pai com o pai-nosso, rezavam-se 150 ave-marias, recorrendo-se, pois, 10 x mais a Maria que a Deus. Contrariando a Bíblia não se utiliza o nome de Jesus uma só vez, e agora muito menos. Leia Mt 6.7 e tire suas conclusões. Jesus e as pessoas da Bíblia nunca fizeram a mesma oração duas vezes. Compare Jo 17 com Jo 11.41-42.

Não se utiliza o nome de Jesus uma só vez? E quando dizem: “bendito é o fruto do teu ventre Jesus”, é o que?

O terço nada mais é que um guia para as orações, o único terço que se empregam as “Ave – Maria” é o terço mariano e mesmo assim é contemplado os mistérios da morte e ressurreição de Cristo, ao passo que é pedido a intercessão de Maria por nós! Mas tudo é feito em nome de Deus!
Disse Jesus: “Nas vossas orações não useis de vãs repetições, como os gentios, porque imaginam que é pelo palavreado excessivo que serão ouvidos” (Mt 6.7 – BÍBLIA DE JERUSALÉM).

Ele colocou a passagem certa VÃS repetições, o que significa que são repetições sem sentido nenhum, e sem colocar o seu coração na oração, ao passo que na mesma passagem ele coloca o palavreado excessivo, que adianta falar muito e orar todas as vezes de forma diferente e não tiver o coração nelas não vai adiantar de nada..

Agora veja o que o autor, que pareci que não ler a bíblia, citou anteriormente:

“Jesus e as pessoas da Bíblia nunca fizeram a mesma oração duas vezes.”

Agora veja o que a bíblia diz:

Mateus 26, 39. Adiantou-se um pouco e, prostrando-se com a face por terra, assim rezou: Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice! Todavia não se faça o que eu quero, mas sim o que tu queres. 40. Foi ter então com os discípulos e os encontrou dormindo. E disse a Pedro: Então não pudestes vigiar uma hora comigo… 41. Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.42. Afastou-se pela segunda vez e orou, dizendo: Meu Pai, se não é possível que este cálice passe sem que eu o beba, faça-se a tua vontade! 43. Voltou ainda e os encontrou novamente dormindo, porque seus olhos estavam pesados. 44. DEIXOU-OS E FOI ORAR PELA TERCEIRA VEZ, DIZENDO AS MESMAS PALAVRAS.

[grifos e capslock meus]

Quem está certo o autor ou a bíblia?

A Bíblia e a missa

A missa foi instituída em 394 d. C. no lugar do culto cristão. A sua finalidade é a repetição do sacríficio de Jesus na cruz, de modo incruento (sem derramar sangue). Leia Hb 9.22-28 e 10.8-14 e descubra o que a Bíblia pensa dessa repetição.

“Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus” (Hb 10.12 – BÍBLIA AVE-MARIA).

1º a Igreja não sacrifica novamente Cristo no altar!

Leia o que diz o catecismo :

1366 A Eucaristia é, portanto, um sacrifício porque representa (toma presente) o Sacrifício da Cruz, porque dele é memorial e porque aplica seus frutos: [Cristo] nosso Deus e Senhor ofereceu-se a si mesmo a Deus Pai uma única vez, morrendo como intercessor sobre o altar da cruz, a fim de realizar por eles (os homens) uma redenção eterna. Todavia, como sua morte não devia pôr fim ao seu sacerdócio (Hb 7,24.27), na última ceia, “na noite em que foi entregue (1 Cor 11,13), quis deixar à Igreja, sua esposa muito amada, um sacrifício visível (como o reclama a natureza humana) em que seria representado (feito presente) o sacrifício cruento que ia realizar se uma vez por todas uma única vez na cruz, sacrifício este cuja memória haveria de perpetuar se até o fim dos séculos (l Cor 11,23) e cuja virtude salutar haveria de aplicar -se à remissão dos pecados que cometemos cada dia.

– A Missa foi instituída por  Nosso Senhor Jesus Cristo, na última quinta feira de sua vida mortal, conf. Mt 26,28; Mc 14,24; Lc 22,20; 1Cor 11,25. Aparece entre os primeiros cristãos, inclusive é citada nos Atos dos Apóstolos:No primeiro dia da semana, tendo-nos nós reunidos para a fração do pão…” (At 20,7). E Fazia parte do primeiro Catecismo cristão: “Reuni-vos no dia do Senhor para a fração do pão e agradecei (celebrai a eucaristia), depois de haverdes confessado vossos pecados, para que vosso sacrifício seja puro.(Didaqué, XIV,1).

– O primeiro a usar a palavra Missa no sentido atual foi provavelmente S. Ambrósio (+ 397) na epístola 20,4. S. Agostinho (+ 430) escrevia: “Eis que após o sermão se faz a missa (= despedida) dos catecúmenos; ficarão apenas os fiéis batizados” (serm. 49,8). (Referencias do Dicionário da fé).

A Bíblia e a oração do pai nosso

Jesus ensinou “o pai-nosso” para servir de modelo, para que você saiba que o relacionamento com Deus é pessoal. A oração deve ser feita em nome de Jesus, pois Ele é o único que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou.

“Ninguém subiu ao céu, senão aquele que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.” “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado, e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras”
( Jo 3.13; I Cor 15. 3- 4 – Bíblia Ave-Maria ).

E a Igreja diz que outro morreu por nossos pecados? Onde? Qual o documento?

Veja o que diz o catecismo:

NA CRUZ, JESUS CONSUMA SEU SACRIFÍCIO

Parágrafo 616: “É “o amor até o fim” que confere o Valor de redenção de reparação, de expiação e de satisfação ao sacrifício de Cristo. Ele nos conheceu a todos e amou na oferenda de sua vida. “A caridade de Cristo nos compele quando consideramos que um só morreu por todos e que, por conseguinte, todos morreram” (2 Cor 5,14). Nenhum homem, ainda que o mais santo, tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens e de se oferecer em sacrifício por todos.” [Grifos Meus]

Leu?

Quanto a passagem citada pelo autor de João 3, 13, eu fiz uma matéria especial só pra esse versículo o que já esclareci muito dos questionamentos desse autor:

Será que ninguém subiu ao céu mesmo?

A Bíblia, a igreja e a confissão

De acordo com o historiador Jacques Le Goff, ” a Igreja instaurou no século XIII o processo inquisitório, confiando a juízes especiais a tarefa de obterem a confissão dos acusados. Esta procura de confissão, aliada à decisão do IV Concílio de Latrão, em 1215, tornou obrigatória para todos os fiéis uma confissão privada a um padre.” De acordo com a história, portanto a confissão trata-se inicialmente de uma forma criada pela Igreja para obter informações sobre a vida do devoto, prevenindo-se caso este se tornasse uma ameaça.

Pense: por que seria necessário o padre, um pecador como eu, “rogar” ao Pai por mim, se Jesus já é suficiente? ( I Jo 1.9; 2. 1-2 )

Desde o Antigo Testamento é prefigurado o sacramento da confissão (Nm 5,7; Eclo 4,31; Ne 9,2-6)

Veja o que Jesus disse a homens pecadores como nós:

João 20, 23. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.

Também Mt 3,6. Fica a pergunta: “Como os apóstolos poderão cumprir a ordem de Jesus de PERDOAR ou RETER os pecados de alguém, se ninguém lhes confessa esses pecados?“.

A Bíblia e a eucaristia

Na missa só o padre toma vinho. Por que, se o próprio Senhor Jesus deu a ordenança para todos participarem dos dois elementos da ceia? Pense: o que Jesus quis dizer quanto falou: “bebei dele todos” ( Mt 26. 27-29 ) “Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo bebei dele todos” ( Mt 26.27 – Bíblia Ave Maria ).

Todos os fiéis também, só que nem em todas as missas.

A hóstia, o corpo e o sangue de Cristo

“O Didaquê”, datado do séc. I/II d. C., Ed. Paulus, mostra que os cristãos primitivos não usavam a hóstia, mas o pão como manda Jesus. Acredita-se que a hóstia se transforma no corpo de Cristo. Pense: por acaso o Deus vivo poderia se tornar coisa inanimada para ser ingerida? Usa-se para embasar essa doutrina a afirmação de Jesus: “este é o meu corpo, comei dele todos”. Mas, Jesus também disse que era a porta e nem por isso tem fechadura” Trata-se apenas de uma comparação, uma figura de linguagem” Tal crença que atribui alma às coisas foi estabelecida em 1200 d. C. Ela veio do práticas egípcias e do animismo (ânima-alma). A Bíblia declara que a ceia é feita em memória da morte do Senhor (I Cor 11.24-25 ).

Ora, um protestante usando um texto patrístico? Por que então ele não ler todos? Só ler as partes que lhe convém?

O que é a hóstia se não um pão? E o que é um pão se não o trigo?

Pegar I Cor 11, e citar apenas a metade é fácil difícil é ler ela toda e cair em contradição consigo mesmo!

Vamos ler a passagem inteira:

20. Desse modo, quando vos reunis, já não é para comer a ceia do Senhor, 21. porquanto, mal vos pondes à mesa, cada um se apressa a tomar sua própria refeição; e enquanto uns têm fome, outros se fartam. 22. Porventura não tendes casa onde comer e beber? Ou menosprezais a Igreja de Deus, e quereis envergonhar aqueles que nada têm? Que vos direi? Devo louvar-vos? Não! Nisto não vos louvo… 23. Eu recebi do Senhor o que vos transmiti: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão 24. e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo, que é entregue por vós; fazei isto em memória de mim. 25. Do mesmo modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de mim. 26. Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a morte do Senhor, até que venha. 27. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor. 28. Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice.

Se fosse mero simbolismo por que Paulo diria: “Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor.” Fica a pergunta!

Foram palavras do próprio Jesus:

50. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer. 51. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo. 52. A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne? 53. Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. 54. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 55. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. 56. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57.58. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente.59. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum. 60. Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim.
A extrema-unção

A Bíblia fala para ungir vivos, jamais os mortos. No funeral deve-se consolar os vivos e não orar pelo defunto. O corpo do falecido se tornará pó e não tem mais valor algum para a salvação da alma ( Tg 5 ). Leia o que a Bíblia revela sobre isto em Ec 9. 4-5; 2Sm 12.22-23; Lc 16.19-31; Dt 18.9-12.

A intervenção dos vivos pelos mortos é vista em Nm 17, 12-13; Rt 2:20; 1.ª Cor 15:29). Mas, como dizer que o corpo não tem mais valor algum para a Salvação após a morte? Ora, se o nosso é que será ressuscitado, para que, os que vão para o Céu tenham tal corpo glorificado! O corpo é fundamental para a Salvação sim, é nele que ressuscitaremos (Jo 5, 28)! No entanto, o Sacramento da Extrema Unção não é para os mortos, mas sim, para aqueles que se aproximam da hora da morte. Aqui deve estar falando das Exéquias, a Missa de corpo presente. (Emerson)

O batismo, primeira comunhão e crisma

A crisma provém da crença antiga que ensinava a salvação pelo batismo infantil, confirmado mais tarde num ritual à Rainha do Céu (Jr 44.16-23 ). “Batizamo-nos porque somos salvos e não nos batizamos para sermos salvos” (Mt 28.19). O batismo é uma ordenança que se segue à fé e ao arrependimento (Mt 3.1-11; At 2.38; Cl 2.12; Rm 6.4).

Ele que está dizendo está mentira, onde foi que ele achou isso?

Catecismo da Igreja Católica Parágrafo 14 Os que pela fé e pelo Batismo pertencem a Cristo devem confessar sua fé batismal diante dos homens. Por isso, o Catecismo começa por expor em que consiste a Revelação, pela qual Deus se dirige e se doa ao homem, bem como a fé, pela qual o homem responde a Deus (Seção 1). O Símbolo da fé resume os dons que Deus outorga ao homem como Autor de todo bem, como Redentor, como Santificador, e os articula em tomo dos “três capítulos” de nosso Batismo a fé em um só Deus: o Pai Todo-Poderoso, o Criador, Jesus Cristo, seu Filho, nosso Senhor e Salvador, e o Espírito Santo, na Santa Igreja (Seção II).

A Crisma é profissão da fé batismal!

Abstinência de alimentos em dia santo

Não entendeis que tudo o que entra pela boca vai para o ventre e sai para a fossa? Mas o que sai da boca procede do coração e é isto que torna o homem impuro” ( Mt 15.17-20)

E o Jejum fica onde nessa história? Jesus errou ao passar 40 dias no deserto jejuando?

Mateus 4, 2. “Jejuou quarenta dias e quarenta noites. Depois, teve fome.”


11. A VERDADE SOBRE O PAPA

infelizmente, a história mostra que o papado foi criado com fins políticos. O primeiro Papa foi Leão I (440-461 d. C.) e não Pedro. Não há esta designação na Bíblia (Ef 4.11).

Ora se formos ler a história real veremos outra coisa. Se formos consultar veremos uma linha de mais de 250 papas de Pedro até os dias atuais ele não citou aqui a didaquê que é um escrito patristico então por que não ler os escritos patrísticos que confirmam o primado de Pedro?

Jesus é o cabeça e a pedra fundamental da Igreja

Usa-se Mt 16.16-19 para afirmar-se que Pedro foi o primeiro Papa. De fato, o termo usado aqui por Jesus para Pedro é pedra. Contudo, a palavra no grego é “petros”. Jesus empregou-a com o sentido de “pedrinha”. Já para a palavra pedra, da frase sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, Jesus usou o termo grego “petras” para designar rocha (grande pedra). Conclusão: Pedro não passa de uma pequena parte de edificação. Ele mesmo escreve em I Pd 2.4-10 que Jesus é a Pedra de Esquina, e que ele, o próprio Pedro, com a Igreja, são as pedrinhas que compõem o edifício de Deus. Jesus, sim, tem a chave do céu ( Ap 3.7-8; Ef 5.23).

Pedro era apenas um presbítero da Igreja (IPd 5.1-4)

Pedro era só uma das colunas da Igreja (Gl 2.9), era casado (Mc1.29-30; Mt 23.9) e nunca permitiu que se ajoelhassem diante dele. Por que o atual papa o permite? (At 10.25-26; Ap 19.10; Fl 2.5-11)

Leiam essas matérias :

https://sadoutrina.wordpress.com/2010/07/08/a-igreja-fundada-por-cristo-%e2%80%93-parte-iii/

https://sadoutrina.wordpress.com/2010/07/09/a-igreja-fundada-por-cristo-final/

Obs. Várias passagens do antigo testamento mostram as pessoas se ajoelhando diante dos reis, Abraão se ajoelhou diante dos anjos e isso não teve nada demais!

VOCÊ TEM A FOTO DO PAPA EM CASA?

O papa é devotado pelos fiéis e tem grande importância na Igreja católica. Em 1870 foi aprovada a infalibilidade papal, com Pio IX. Segundo ela o papa não falha. Mas veja o que a Bíblia diz: “Não há homem algum que não peque” (IRs 8.46). Alguns papas do passado comprovaram que o papa também precisa da graça de Jesus como nós.

É lógico que todos os papas pecam e vão pecar!

Veja alguns desses exemplos: O papa Eugênio IV (1431-1447) condenou Joana D’Arc (1412-1431) à fogueira como bruxa e o Papa Benedito XV, em 1920, declarou-a santa. O papa Estevão VII, 896, mandou desenterrar o cadáver do papa anterior para julgá-lo. Do papa Inocêncio VIII contava-se ter tido 8 filhos ilegítimos. Savonarola foi enforcado por denunciar as imoralidades do papa Alexandre VI, 1492-1503, e John Huss, queimado por ser contra o purgatório.

Veja que o autor como quase 99% dos protestantes não sabem o que significa infalibilidade. A infalibilidade não significa, impecabilidade, TODOS os papas pecaram e até hoje todos se confessam, do mesmo modo que os fiéis!

Então o que é a infalibilidade? O Papa é infalível quando ele falado modo Ex-catedra, ou seja quando ele pronuncia uma doutrina na Igreja ou um dogma de fé, visto que ai ele não pode errar pois é o próprio Cristo que ilumina o Papa e os Bispos junto a ele para propagar as verdades de fé… imagine ai se os apóstolos fossem falíveis quando estavam declarando as doutrinas na era apostólica e escrevendo as cartas bíblicas! Confira no catecismo da Igreja católica nos parágrafos de 888-892 O Múnus Ensinar!

Essas foram as 11 acusações que tive acesso, quando tiver acesso as outras coloco aqui!

In Cord Jesu, Semper,

Rafael Rodrigues!

Refutando o Livro 20 “VERDADES” SOBRE CATOLICISMO – Parte III

Publicado: 20 de agosto de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Enquanto isso na central de blefes anti-católicos:

Não existe purgatório

Segundo o Catecismo Católico, foi a Igreja mesma que formulou a doutrina do purgatório no Concílio de Florença (1439) e de Trento (1549-1563). Ela não existia na Igreja Primitiva. O historiador Jacques Le Goff diz que trata do além inventado pela Igreja para “a remissão de certos pecados, após a morte, iniciado com as orações pelos mortos e atos a favor dos defuntos.”

Ele que está dizendo que não existe!

A Igreja não criou a doutrina do purgatório em 1439 ou 1549, na primeira data a Igreja oficializou e na segunda a Igreja confirmou, visto que o purgatório não é dogma de fé e que até a reforma protestante não era questionado, quem acompanha o blog vai ver que em outra acusação aqui, outro protestante já afirmou que o purgatório foi criado em 593. Qual data é certa? Eis a Questão! Vamos responder mais a frente de onde vem o purgatório.

Agora pense comigo, se você ,como os protestantes dizem, já é salvo, cometer um pecado grave, tipo adultério com uma mulher casada, ai ao mesmo tempo chega o marido da mulher e te mata, ora você não pediu perdão daquele pecado antes de morrer, mas mesmo assim você iria para o céu habitar junto de Deus com aquele pecado na sua alma?

Veja o que o catecismo diz:

Parágrafo 1030 Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu.

Parágrafo 1031 A Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados…

…. No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo, que, se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem presente século nem no século futuro (Mt 12,32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro.


A Bíblia Católica é contra o purgatório

Pareci que a protestante é a favor!

Para o Catecismo, se você não for purificado por completo, mesmo salvo e após a morte, sofrerá até que possa entrar no céu. Isso vem dos gregos e não da Bíblia. Acreditava-se num lugar subterrâneo onde a pessoa é castigada antes da salvação.

“Portanto, não existe mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1)

Pense: Se já somos purificados pelo sangue de Jesus de todo pecado, de que serve essa doutrina? (I Jo 1.7)

Obs. Doutrina do purgatório não vai de encontro com o sacrifício de Jesus na Cruz, muito pelo contrário, o purgatório é justamente para aqueles que foram remidos por Jesus!

E quem disse que o purgatório é uma condenação ou castigo? Já leram acima como o autor mesmo cita aqui o que o catecismo diz, isso não tem nada de herança grega.

Cf. Mt 12,32; Mt 5,25-26; 1Cor 3,15

“E tão terrível era o espetáculo, que Moisés exclamou: Eu tremo de pavor. Vós, ao contrário, vos aproximastes da montanha de Sião , da cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial,das miríades de anjos, da assembléia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição , enfim, de Jesus, o mediador da Nova Aliança, e do sangue da aspersão, que fala com mais eloqüência que o sangue de Abel ” (Hb 12,21-24)

Pense sua alma ainda não chegou à perfeição, significa que ela ainda possui mancha de pecado. Então como ela irá entrar no céu? Como irá entrar na cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial?

Jesus ainda disse: “Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás em caminho com ele, para que não suceda que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e sejas posto em prisão. Em verdade te digo: dali não sairás antes de teres pago o último centavo ” (Mt 5,25-26) (grifos meus).

Aqui há uma alusão do Senhor de que devemos colaborar com a Graça em vida, pois mesmo que o juiz nos ache justo, não teremos liberdade (morar no céu) até que todo pecado seja purgado (“teres pago o último centavo”), pois na “cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial” só entrarão as “almas dos justos que chegaram à perfeição” (cf. Hb 12,21-24). Veja ainda Mt 18,23-35; Lc 12,58-59. (Referencias de Alessandro Lima)

Vou me furtar de colocar os testemunhos patrísticos para comprovar, leia essa matéria:

Veritatis Splendor


7. A VERDADE SOBRE OS VÁRIOS CAMINHOS PARA DEUS

Analise com base na Bíblia as várias crenças sobre a salvação.

Dizem que o inferno é aqui porque aqui se faz e aqui se paga
Pense: inferno com sorvete, Bíblia, servos de Deus?! Veja Hb 9.27

Quem diz isso? A Igreja católica? Onde? Qual o documento?

Mais uma vez o autor entrando em contradição consigo mesmo, pois no item anterior e nos outros ele mesmo cita o purgatório.

A Bíblia diz:“Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado: porquanto não crê no nome do Filho único de Deus.”

“Há dois tipos de pessoas: os que dizem a Deus ‘Seja feita a Tua vontade’, e aqueles a quem Deus diz: ‘A tua vontade seja feita’. “Deus não envia pessoas para o inferno, apenas honra a escolha que fazem.”

Bom o autor está certo em suas afirmações que a um só caminho para Deus, porém o que o levar a mentir é insinuar que a Igreja católica acredita que há vários caminhos, vou mostrar mais uma vez o prólogo do catecismo da Igreja para confirmar:

“PAI, … a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o Deus único verdadeiro, e aquele que enviaste, Jesus Cristo” (Jo 17,3). “Deus, nosso Salvador … quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Tm 2,3-4). “Não há, debaixo do céu, outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12), afora o nome de JESUS. (CIC prólogo)

Dizem que toda religião é boa, o que vale é a intenção

De que vale ter boa intenção, mas estar no caminho errado?

A Bíblia diz: “Quem tem o Filho, tem a vida: quem não tem o Filho, não tem a vida”(I Jo 5.12).

Dizem que há vários caminhos para Deus

Disse Jesus: Eu sou o (único) Caminho…
Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (Jo 14.6).

Quero saber onde o acusador achou base para tais acusações. Já foi aqui mostrado no prólogo do catecismo da Igreja para todos, como a Igreja acredita que o único caminho para a salvação é Cristo, vou mostrar mais 2 parágrafos do catecismo para confirmar:

Parágrafo 616: “Nenhum homem, ainda que o mais santo, tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens, e de oferecer-se em sacrifício por todos.”

“Fora da Cruz não existe outra escada por onde subir ao céu.” (CIC Parágrafo 618)

Está mais do claro as invenções do autor mentiroso e o verdadeiro posicionamento da Igreja sobre o único Salvador!

Leiam essa matéria já postada aqui no blog sobre o que a Igreja afirmar como caminho para a salvação:

Todas as “religiões” levam a salvação?
Dizem que todo mundo é filho de Deus

A Bíblia diz: A todos que o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1.12).

Bem fácil de desmascarar essa mentira veja no catecismo:

Parágrafo 537 Pelo Batismo, o cristão é sacramentalmente assimilado a Jesus, que antecipa em seu Batismo a sua Morte e a sua Ressurreição; deve entrar neste mistério de rebaixamento humilde e de arrependimento, descer à água com Jesus para subir novamente com ele, renascer da água e do Espírito para tornar-se, no Filho, filho bem-amado do Pai e “viver em uma vida nova” (Rm 6,4): (Parágrafo relacionado: 1262)

Sepultemo-nos com Cristo pelo Batismo, para ressuscitar com Ele; desçamos com Ele, para ser elevados com Ele; subamos novamente com Ele, para ser glorificados nele. (Parágrafo relacionado: 628)

Tudo o que aconteceu com Cristo dá-nos a conhecer que, depois da imersão na água, o Espírito Santo voa sobre nós do alto do Céu e que, adotados pela Voz do Pai, nos tornamos filhos de Deus.


Dizem: quero viver a vida. Mais para frente eu me arrependo

A Bíblia diz: “Por todas estas coisas te trará Deus a juízo” (Ec 11.9).

Bom se alguém diz isso ai é problema de quem diz, cada um é responsável por sua própria vida, a Igreja é bem clara quanto a necessidade da conversão continua, quem já foi uma missa sabe muito bem que uma das primeiras coisas que fazemos na missa é pedir a Deus perdão dos nossos pecados, agora quem não faz de coração sincero ai é problema de quem não faz!


8. A VERDADE SOBRE A CONVERSÃO

Jesus é o único caminho para Deus (Jo 14.6).

“O verdadeiro cristão é aquele que, através do arrependimento e da fé em Jesus Cristo, aceita-o como seu Salvador e Senhor pessoal”. A partir daí se inicia uma vida diferente dos demais. O cristão “considera este mundo apenas uma porta de entrada para algo que é muito mais vasto, para algo que é eterno. Toda sua perspectiva difere da do incrédulo.”

Claro! Já mostrei o que a Igreja pensa!

Uma nova vida em Cristo

Ore para que Jesus seja o Senhor da sua vida. Ele “foi exaltado acima de todos os outros deuses senhores, quer reais, quer imaginários.” Veja o que lhe ocorrerá conforme Efésios 1:

Todos nós oramos!

O DISCÍPULO

Abençoado (v. 3)
Santificado (v. 4)
Filho e herdeiro (v. 5,11)
Salvo (v. 7)
Propriedade de Deus (v. 14)
Morada do Espírito Santo (v. 13)

Mc 8. 34-48

Certo!

“Portanto, se alguém está em Cristo, é criatura nova. O que era antigo passou, agora tudo é novo” (II Cor 5.17; tradução CNBB).

Certo!

Aceite a Jesus agora mesmo em oração
Receba Jesus como o Senhor da sua vida. Ore da seguinte forma:

“Ó Deus, sê misericordioso comigo que sou pecador e faz-me conhecer e crer em Jesus Cristo, pois vejo que, se Ele não tivesse sido reto ou eu não tivesse fé em sua retidão, eu estaria completamente abandonado.” Senhor salva-me por tua graça e misericórdia. Amém.

Nem Jesus se impôs a ninguem para aceita-lo, e  o autor está impondo as pessoas a aceitar Jesus? Olhem a frase: “ACEITE A JESUS AGORA MESMO”. Esse não é o evangelho pregado por Jesus, Jesus prega o arrependimento de coração e não é em uma simples oração ou incentivo que fará um homem se arrepender de seus pecados e viver uma nova vida… conversão é um processo gradativo onde cada dia vamos percebendo os pecadores que somos e cedendo a graça do Senhor.

A necessidade de conversão

“A salvação significa libertação do pecado.”

“Mas se não vos converterdes, todos perecereis.” (Lc13.3).

“A Escritura, invariavelmente, trata-nos como agentes responsáveis. Coloca sobre nós a necessidade de escolher entre a vida e o bem, a morte e o mal.”

Isso mesmo por isso todos os dias nas missas pedimos perdão de nossos pecados, como já disse a conversão não é um só vez, conversão é um processo gradativo!

A Bíblia e os vícios e a bebida alcoólica
Pense: o Espírito Santo aprovaria vícios que destroem o corpo, que é o templo em que habita?

“Se alguém destruir o templo de Deus (corpo), Deus o destruirá, pois o templo de Deus é santo, e esse sois vós” (I Cor 3.17 – CNBB).

Mais uma vez o autor coloca coisas para incriminar a igreja como que a Igreja aprova os vícios, só vou colocar aqui um parágrafo dos milhares do catecismo a respeito dos vícios:

CIC Parágrafo 598 “Devemos considerar como culpados desta falta horrível os que continuam a reincidir em pecados. Já que são os nossos crimes que arrastaram Nosso Senhor Jesus Cristo ao suplício da cruz, com certeza os que mergulham nas desordens e no mal “de sua parte crucificam de novo o Filho de Deus e o expõem as injúrias” (Hb 6,6). E é imperioso reconhecer que nosso próprio crime, neste caso é maior do que o dos judeus. Pois estes, como testemunha o Apóstolo, “se tivessem conhecido o Rei da glória, nunca o teriam crucificado” (1Cor 2,8). Nós, porém, fazemos profissão de conhecê-lo. E, quando o negamos por nossos atos, de certo modo levantamos contra Ele nossas mãos homicidas. Os demônios, então, não foram eles que o crucificaram; és tu que com eles o crucificaste e continuas a crucificá-lo, DELEITANDO-TE NOS VÍCIOS e. nos pecados.(Parágrafo Relacionado 1851)

A Bíblia associa a bebida à insensatez e os que se dão a ela não herdarão o Reino de Deus (Is 5.22,24; Gl 5.19-21).

Quanto a ingestão (e não o mal uso) deixo aqui uma pergunta qual foi o primeiro milagre de Jesus (João 2, 1-11) ? Os Judeus chamavam Jesus de beberrão (Lucas 7, 34). Era Jesus um insensato como o próprio autor afirma?

o que a bíblia condena é a embriaguez e não a ingestão de álcool se fosse assim estaríamos dizendo que Jesus pecou!

A Bíblia e os signos (horóscopo)

A Astrologia é um ramo do esoterismo oculto junto à alquimia e à magia”. Sua origem passa pela Babilônia, Grécia, India e China. Há registros de horóscopos traçados na Grécia já em 2154 a.C. Veja o que Deus pensa:

1. A Astrologia induz as pessoas a consultarem objetos mortos, como astros e planetas, em lugar do Deus vivo. Por isso, ela traz iminente juízo de Deus sobre aquele que a consulta ( At 7.42-43).

2. Os que praticam a astrologia “serão como restolho, o fogo os queimará”. Terão um triste fim (Is 47.13-14; Jr 8.2).

Note que o dissimulado autor colocado isso aqui para parecer que a Igreja católica acredita em horóscopos e astrologia, mas é só lermos mais uma vez o catecismo para desmascará-lo:

“Todas as formas de adivinhação hão de ser rejeitadas: recurso a Satanás ou aos demônios, evocação dos mortos ou outras práticas que erroneamente se supõe “descobrir” o futuro. A consulta aos horóscopos, a astrologia, a quiromancia, a interpretação de presságios e da sorte, os fenômenos de visão, o recurso a médiuns escondem uma vontade de poder sobre o tempo, sobre a história e, finalmente, sobre os homens, ao mesmo tempo que um desejo de ganhar para si os poderes ocultos. ESSAS PRÁTICAS CONTRADIZEM A HONRA E O RESPEITO QUE, UNIDOS AO AMOROSO TEMOR, DEVEMOS EXCLUSIVAMENTE A DEUS.”( Catecismo da Igreja Católica Parágrafo 2116) [grifos e capslock meus]

Veja qual o verdadeiro posicionamento da Igreja católica em relação as essas práticas supersticiosas!!

A Bíblia e o sinal da cruz

Em que lugar da Bíblia você encontra o sinal da cruz? “Sua origem está ligada a um ritual egípcio de mistério chamado Tau. Para muitos este sinal traz proteção. Mas, será que Deus não é suficiente para protegê-lo? Que poder tem a cruz, em si mesma? o sangue de Jesus sim, esse tem poder! (I Jo 1.7)

Primeiro não existe nenhum ritual egípcio chamado “Tau”, “Tau” é uma letra! O “Tau” existe sim no alfabeto Egípcio, Grego e Hebraico e é uma letra, NÃO um ritual. Vou mostrar aqui onde se encontra o sinal da cruz na BÍBLIA e como era usado como sinal proteção por Ezequiel para os eleitos de Deus. O que trás a proteção de Deus não é a materialidade do ato em si e sim a fé com que se faz e se busca a Deus nos atos, como quando nos ajoelhamos mesmo, o que é que adianta se ajoelhar e não ter fé?

Confiram :

Ezequiel 9, 4 e lhe disse: Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, E MARCA COM UMA CRUZ NA FRONTE OS QUE GEMEM e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem.

Essa cruz que em uma traduções vem “sinal” ou mesmo “Tau”, era o “Tau”, prova disso confira no rodapé da bíblia, Protestante Pentecostal: HARPA CRISTÃ – Tradução João Almeida Corrigida e Fiel, o comentário sobre essa passagem.

Leiam o que o catecismo diz:

Parágrafo 2111 A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Pode afetar também o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, por exemplo, quando atribuímos uma importância de alguma maneira mágica a certas práticas, em si mesmas legítimas ou necessárias. Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que elas exigem, é cair na superstição.


9. A VERDADE SOBRE O USO DE FITINHAS, PATUÁS E AMULETOS

Veja o que a Bíblia Católica Ave-Maria diz sobre este assunto:

“Ai daquelas que costuram faixas (fitinhas-pátuas) mágicas para todos os pulsos. Arrancá-la-ei de sobre os vossos braços e soltarei as almas que seduziste como pássaro!” (Ez 13.18-20)

O uso de simpatias, elefante branco, etc.

Essas crendices vêm do animismo e de ritualismos de feitiçarias, onde se acredita que há objetos que têm mana, energia comunicada por espíritos. Dt 18.9-12 diz que Deus abomina tais práticas.

Quem usa e acredita nisso? A Igreja católica? Onde? Qual o documento?

Isso são práticas esotéricas condenadas pela Igreja!

Agora alguém pode objetar dizendo: “e as fitinhas de Senhor do Bonfim na Bahia?”

R: A fitinha, como nela mesma vem escrita, é lembrança, para quem visita a Igreja, se as pessoas fazem superstições em relação a isso ai é problema de cada um. Cada um é responsável por sua própria conduta! Fora que os adeptos do candomblé se aproveitam dessas fitas para criar superstições em cima o que convenci a muitos!

Parágrafo 2116 do catecismo já foi citado anteriormente!

A Bíblia e o crucifixo

“O crucifixo surgiu no séc XI”. Acredita-se que ele seja a imagem de Deus. Contudo a Bíblia diz em Gn 1.26-27 que nós somos a imagem divina. Na verdade, em Gl 3.13 o crucificado simboliza maldição. Pense: Se Jesus ressuscitou, por que conservá-lo, morto, na Cruz? Qual sua conclusão de Dt 7.26?

O analfabeto bíblico pareci que nunca leu as cartas paulinas que dizem respeito a cruz e Cristo Crucificado:

Confiram vocês mesmos:

“Ó INSENSATOS gálatas! quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado, entre vós?” (Gálatas 3,1. Bíblia Protestante João Almeida).

Gálatas 6, 14 Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. (Bíblia Protestante João Almeida)

1 Coríntios 2,2 Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. (Bíblia Protestante João Almeida)

“Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que SÃO INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.” (Felipenses 3,18-19 – Bíblia Protestante João Almeida).

E mais:

1 Ts 1, 9-10;

At 13, 26-39;

1 Cor 1, 17-25; 15, 1-4ss;

Pareci que Paulo Gostava bastante de falar de Cruz, de Jesus Crucificado! Essa era a Base da catequese paulina, a Cruz de Cristo, que era a vitória da ressurreição sobre a morte!

A Cruz é sinal de libertação e não de condenação!

A Bíblia e as pirâmides

Acredita-se que as réplicas das pirâmides do Egito, construídas em 2690 a.C., sejam captadoras de energia. Absurdo!

Pense: Você moraria num cemitério?! Teria um caixão como objeto decorativo em sua sala? O que é a pirâmide, senão um sarcófago? Leia Ex 20.7; Is 19.3, Dt 5.26 e veja o que Deus pensa sobre isso.
Qual o documento e onde a Igreja apóia esse absurdo?

Quero saber onde o mentiroso autor achou isso nas doutrinas católicas! Eu não vou nem me prestar refutar esse absurdo por que como todos já viram nos itens anteriores a Igreja condena veementemente essas práticas pagãs supersticiosas!
Continua….

Refutando o Livro 20 “VERDADES” SOBRE CATOLICISMO – Parte II

Publicado: 18 de agosto de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

4. A VERDADE SOBRE A SALVAÇÃO PELA FÉ

Jesus deu garantia da salvação ao Ladrão da cruz ao dizer: “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (Lc 23.39-43). Que bem ele praticou? Nenhum! Ao contrário, ele admitiu que merecia estar ali. Disse: “recebemos o que merecemos pelos nossos crimes.” Ele merecia o inferno, mas foi para o Paraíso! Por que? “Deus é o autor da reconciliação e Cristo é seu agente.” “A solução vem do lado de Deus, não do nosso.” “Na cruz nossos pecados foram julgados. O pecado sendo julgado e a justiça de Deus satisfeita, a porta do perdão e da salvação foi aberta.”

Bom, isso se caracteriza a misericórdia de Deus, que também do mesmo jeito a Igreja católica acredita! Uma coisa é o arrependimento até das coisas que ele deixou de fazer! Se ele tivesse a oportunidade de conhecer Cristo antes e não perseverasse em fazer o bem, e mesmo assim dizendo que tinha fé de que isso adiantaria?

Lembremo-nos de Tiago 2, 14-26. Confira.

Quem pode ser salvo?

Todos podem ser Salvos, desde que vivam de acordo com os preceitos de Cristo!

Por que o ladrão foi salvo? É simples: o seu pecado foi perdoado sem que tenha merecido. “Deus demonstra o seu amor para conosco pelo fato de ser Cristo morrido por nós, quando éramos ainda pecadores” (Rm 5.8). Assim é o grande amor de Deus: quando nos arrependemos, Ele decide graciosamente esquecer que pecamos. É por isso que a Bíblia diz:

“Não por obras da justiça praticadas por nós, mas segundo a sua misericórdia, Ele nos salvou” (Tt 3.5). “… o dom de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus. E são justificados (tornados justos) gratuitamente por sua graça” (Rm 6.23-24; Bíblia Ave-Maria).

Jà foi respondido na primeira parte dessas matérias!

Lembremo-nos de Tiago 2, 14-26. Confira.
“A fé é simplesmente as mãos vazias com as quais você aceita a dádiva de Deus.” “Em Deus não existe fome a ser satisfeita, mas fartura que deseja doar”. Se você acreditar que o bem que você faz pode salvá-lo, então de nada valeu a morte de Jesus. Você está rejeitando a dádiva de Deus, dizendo que você pode fazer melhor que Jesus. “Não podemos pagar um milésimo do preço que Deus já pagou.” Como diz C.S.Lewis: “os perdidos são, de certa forma, rebeldes bem-sucedidos até o fim; as portas do inferno são fechadas por dentro” por eles mesmos, ao rejeitarem a graça divina.

Fazer o bem não contribui para a salvação de ninguém, então vamos “aceitar Jesus” e sair por ai matando e roubando e seremos salvos!

Mas uma vez o autor mostrando total ignorância a respeito como as obras contribuem para a nossa salvação!

Lógico que Cristo não morreu por nós por que nós fizemos algo de bom, NÃO, ele morreu por seu amor e por sua graça somos salvos! porém temos que cooperar para que essa graça seja plena em nós!

Filipenses 2,12. Assim, meus caríssimos, vós que sempre fostes obedientes, trabalhai na vossa salvação com temor e tremor, não só como quando eu estava entre vós, mas muito mais agora na minha ausência.

Felipenses 3, 10-14. Anseio pelo conhecimento de Cristo e do poder da sua ressurreição, pela participação em seus sofrimentos, tornando-me semelhante a ele na morte, com a esperança de conseguir a ressurreição dentre os mortos. Não pretendo dizer que já alcancei (esta meta) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo. Consciente de não tê-la ainda conquistado, só procuro isto: prescindindo do passado e atirando-me ao que resta para a frente, persigo o alvo, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo. [grifos meus]


5. A VERDADE SOBRE A VIDA APÓS A MORTE

Se você morrese hoje, para onde iria? O que tem depois da morte? Podemos nos comunicar com os mortos? Há uma nova chance após a morte? Os mortos necessitam de oração? Veja o que Jesus revela em Lc 16. 19-24, 26-29, 31.

Vejam também o que revela II Timóteo 1, 18. Números 17, 11-14.

A Igreja católica nunca aceitou a comunicação entre os mortos, como na invocação do espiritismo e afins.

Jesus conversou com Moisés e Elias na transfiguração, Moisés e Elias já tinham morrido há muito tempo, Jesus estava tendo uma seção espírita? (Cf. Lc 9, 28-31; Ap 6, 9-10)

Segundo o autor pareci que sim!

No cristianismo não existe morte! Apenas a sua carne morre, mas sua alma continua viva, Cristo venceu a morte! Todos os cristão salvos estão junto a Deus por isso oram por nós, acordados!!

Leia essa matéria:

Será que ninguem Subiu ao céu mesmo?

Não existe reencarnação

Obvio que não!!

1- Ao homem está ordenado morrer apenas uma vez, vindo depois o juízo. Além disso só há 2 lugares após a morte. Quem morre não retorna à vida (Ec 9.4-5: Hb 9.27; Mt 7.13-14).

2- A Bíblia só fala em ressurreição (ICor 15; Jo 11.25 e 26).

A Igreja diz o mesmo:

CIC Parágrafo 1013 “A morte é o fim da peregrinação terrestre do homem, do tempo de graça e de misericórdia que Deus lhe oferece para realizar sua vida terrestre segundo o projeto divino e para decidir seu destino último. Quando tiver terminado “o único curso de nossa vida terrestre, não voltaremos mais a outras vidas terrestres. “Os homens devem morrer uma só vez” (Hb 9,27). Não existe “reencarnação” depois da morte.”

Leu?

Mais uma tentativa de dizer o que a Igreja não prega!

PARA ONDE VOCÊ IRÁ DEPOIS DA MORTE?
Você tem certeza da salvação eterna?

Quem viver de acordo com o mandamentos do Senhor irá pra o céu quem não viver vai para o inferno, mas o julgamento cabe somnte a Deus.

Certeza que a salvação acontecerá nós temos, mas que já estamos salvos que de modo nenhum perderemos a salvação não!

Leiam essa matéria:

https://sadoutrina.wordpress.com/2010/06/28/uma-vez-salvo-pra-sempre-salvo-sera/

VIDA COM CRISTO ——> SALVAÇÃO
ARREPENDIMENTO MORTE ABISMO DE SEPARAÇÃO
VIDA SEM CRISTO ——> INFERNO ETERNO

Da mesma forma a Igreja católica crê, Igreja nunca aceitou a reencarnação muito pelo contrário ela condena! Mais uma vez o digníssimo autor querendo colocar doutrinas que são condenadas pela Igreja como sendo dela! Essas são doutrinas espíritas veja o que a Igreja diz:

CIC Parágrafo 2117 Todas as práticas de magia ou de feitiçaria com as quais a pessoa pretende domesticar os poderes ocultos, para colocá-los a seu serviço e obter um poder sobrenatural sobre o próximo – mesmo que seja para proporcionar a este a saúde – são gravemente contrárias à virtude da religião. Essas práticas são ainda mais condenáveis quando acompanhadas de uma intenção de prejudicar a outrem, ou quando recorrem ou não à intervenção dos demônios. O uso de amuletos também é repreensível. O espiritismo implica freqüentemente práticas de adivinhação ou de magia. Por isso a Igreja adverte os fiéis a evitá-lo. O recurso aos assim chamados remédios tradicionais não legitima nem a invocação dos poderes maléficos nem a exploração da credulidade alheia.

A Bíblia católica e a missa de sétimo dia

A missa de sétimo-dia é herdada de crenças pagãs. Acreditava-se que a alma faria uma longa jornada, precisando, assim, de ajuda extra para a viagem. A parábola do Rico e Lázaro mostra que após a morte não há uma segunda chance. Então, para que serve a missa de sétimo dia? Ela sugere uma atitude cômoda diante do pecado: posso fazer o que quiser porque alguém fará uma missa por mim! Veja o que a Bíblia Católica diz:

“Enquanto o homem permanece entre os vivos há esperança… Os mortos não sabem mais nada: não têm mais parte no que se faz debaixo do sol”, nesta vida (Ec 9,4; Bíblia Ave-Maria).

A referida passagem, de Ec 9, 4,  se encontra no antigo testamento, existe uma diferença entre a condição dos mortos antes de Jesus e depois de Jesus que pelo visto o autor não deve saber. Leiam novamente a materia:

Será que ninguem Subiu ao céu mesmo?

Missa de 7.º Dia

A Missa de Sétimo Dia tem mais ligação com questões geográficas do que com crenças pagãs. O que acontece é que em lugares muito distantes e/ou de difícil acesso, o padre não conseguia chegar a tempo para celebrar a Missa em favor do defunto, a pedido dos familiares. E então chegava quase uma semana depois! Ou então, só podia estar no local quase 1 mês depois. Então a Missa era realizada nesses períodos. Até hoje há lugares em que demoram meses para que se seja realizada uma Missa, como na Amazônia e outros locais. A Missa pelos mortos (seja 7.º dia, 1 mês, 1 ano…) visa a recordação da pessoa que partiu, e também pedir a Deus Sua misericórdia no Julgamento. Tanto que tais Missas nunca foram obrigatórias. Porque todas as Missas do mundo já colocam em suas intenções as almas que partiram desta vida! A Igreja Católica não prega que se uma alma não receber missa de 7.º Dia ou mesmo de corpo presente, ela será condenada, ficará vagando sem destina ou irá assombrar pessoas e casas. ( Por Emerson)

O Batismo de crianças e a salvação

(Mau-olhado, quebrante)

Acredita-se que se a criança morrer sem se batizar, irá para o limbo e “ficará numa sombra eterna”, sendo considerada pagã. A Bíblia, contudo, revela a salvação pela fé, em Jesus como o único Senhor e Salvador, seguida de arrependimento. O batismo trata do ato de obediência que expressará essa fé, a morte para a vida sem Cristo e o renascimento para uma nova vida. Acredite: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Mc 16.15).

Esse cidadão entende muito das doutrinas católicas, afirma (Mau-olhado, quebrante)
isso nunca foi doutrina católica, isso é coisa de candomblé não da Igreja católica!

Ele fala que a Igreja acredita que a criança vai para o limbo vamos explicar aqui o que é isso:

Limbo não passou na Igreja de uma hipótese teológica, por que Jesus afirmava na bíblia que quem crer e for batizado será salvo, se uma criança não foi batizada e não tinha como professar sua fé ela seria salva? Mas como ela não tinha pecado então não poderia ir para o inferno, então para onde iria? A partir dessas perguntas alguns teólogos formularam essa tese de uma certa proximidade do céu, mas não sendo céu! O que já foi descartada pela Igreja, visto que o próprio Jesus disse que o reino dos céus é das criancinhas!

Agora o autor disse que para ser salvo temos que crer e se arrepender (fato para quem já tem consciência de seus pecados), como uma criança vai se arrepender sem nem ter consciência do que faz?

Então todas as crianças que morrem sem ter conhecimento de Jesus vão para o inferno?

“Agora, uma vez que Deus não alterou seu pacto (Salmo. 89:34), nós não nos surpreendemos que não haja um texto no Novo Testamento indicando que os filhos dos crentes que eram participantes do pacto, agora já não são mais. Ao contrário, Colossenses 2:11 e 12 traçam um paralelo especifico, entre batismo e circuncisão; aqueles que eram então circuncidados, que sejam agora batizados. {e os judeus são circuncidados aos 8 dias de nascidos (Gn 17, 10-12)”

Leia mais sobre o batismo:

Sacramento do Batismo


6. A VERDADE SOBRE O USO DA VELA E PURGATÓRIO

Além de estar ligada ao culto, a elementos da natureza e a ancestrais (finados), como uma prática pagã, na antiguidade a vela era utilizada para cultuar divindades condenadas na Bíblia.

“Disse Jesus: quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.12 – CNBB)

Por que precisamos acender velas para os santos ou para os falecidos? Tal necessidade sugere, na verdade, que eles estão nas trevas. Pense: Se estivessem com Deus, não precisariam da vela, pois o próprio Deus lhes serviria de luz. Mas se precisam das velas, o que significa então? Que eles não estão com Deus. Afinal de contas, com quem estão?

Note a mentira e embuste psicológico que o autor usa para mostrar um lado negro por parte da Igreja e as pessoas que nela se encontram, mas a bíblia o desmente.

Esta afirmação mostra total ignorância da Bíblia. Desde o AT as velas são utilizadas na liturgia.

– Elas são utilizadas no templo: “Farás um candelabro de ouro puro… Far-lhe-ás também sete lâmpadas. As lâmpadas serão elevadas de tal modo que alumiem defronte dele” (Ex 25,31.37). Outros:  1Rs 7,49; 2Cr 4,7.20; Jr 52,19.

Na Igreja:

– Será que nas catacumbas, os cristãos usavam luz elétrica?

– A vela é luz, símbolo de Cristo. Ela se consome iluminando, como Cristo deu a sua vida, e todos os cristãos são chamados a consumir sua vida para iluminar o mundo (Mt 5,14).

Mt 5,15: O Senhor se refere à luz que brilha sobre um candeeiro.

Ap 1,13; 2,1: Cristo aparece entre candelabros.

Continua…

Refutando o Livro 20 “VERDADES” SOBRE CATOLICISMO – Parte I

Publicado: 16 de agosto de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Esse livro foi nos mostrado por um fiel católico que queria explicações sobre as acusações protestantes contidas nesse livro. Só nos passou 12 das 20 acusações apesar de nos ter mostrado o sumário com as 20. Então vou colocar aqui somente as 12 divididas em 4 partes, quando tivermos acesso as 8 que ficaram faltando coloco aqui, porém todas já foram exaustivamente refutadas aqui e em outros blogs.
O livro como é de praxe mostra total ignorância sobre as doutrinas católicas, mas até ai tudo bem a grande maioria das acusações protestantes sempre se mostram assim, o problema é que o autor, de caso pensado, usa técnicas psicológicas e engloba mentiras e doutrinas de outras seitas que não condizem nada com a Igreja e as coloca como se fossem da Igreja, o que leva os menos instruídos a acreditarem no que ele diz.
É Triste ver isso ainda mais de pessoas que se dizem cristãs, e que dizem querer mostrar a verdade para converter as pessoas!
Mas vamos lá:
Vermelho – Livro

Azul – Refutação

1) A VERDADE SOBRE A AUTORIDADE DE BÍBLIA

Bíblia é a Palavra de Deus. Nela encontramos a verdadeira doutrina. “A doutrina de Cristo excede toda a doutrina dos homens santos.” Analise os fatos com base na Bíblia Ave-Maria.

A Bíblia é o único fundamento da fé

Segundo Thomas à Kempis, da ordem de Santo Agostinho, autor de “A imitação de Cristo”, “deve-se buscar a verdade na Escritura Sagrada.” Disse Jesus: “Conhecereis a verdade e a verdade vos livrará” (Jo 8.32 – Bíblia Ave-Maria).

Onde está escrito isso na bíblia que ela é o único fundamento de fé? Faça a si mesmo uma pergunta, o primeiro livro impresso do mundo foi a Bíblia de Gutenberg e isso só ocorreu no século XV, nos séculos anteriores e nos primeiro séculos que não tinha isso, e logicamente que demorava muito tempo para se transcrever a mão uma bíblia toda, como era que o povo todo ficava sabendo do evangelho?

Resposta: Sagrada Tradição!

Pergunta a um protestante, como ele sabe que a bíblia que ele está lendo hoje é realmente a palavra de Deus e que seus tradutores não a adulteraram, como a SBB fez com a NTLH?

O Novo Testamento só passou a ser escrito a partir da década de 50 dC. e não foi o Evangelho mas sim a 2 Tessalonicenses. Os Evangelhos só começaram a ser escritos no mínimo depois da década de 60/70 dC. E foi concluído no ano 90/100dC com o Apocalipse de João. Logo, Até o ano 100 não havia um NT concluído. Foram de 20 a 70 anos de Cristianismo sem um NT pronto. Logo, esses cristãos viviam da Tradição Oral e não da Palavra de Deus Escrita!
A Bíblia está acima da tradição da igreja

“A Bíblia pode ser descrita como a forma material da revelação divina especial”, “Portanto, não crer em qualquer palavra da Escritura é não crer em Deus.” Veja o perigo da tradição:

“Deixando o mandamento de Deus, vos apegais à tradição. E Jesus acrescentou: na realidade, invalidais o mandamento de Deus para estabelecer a vossa tradição” (Mc 7.8-9 – Ave-Maria).

Bom ao analisarmos o contexto de (Mc 7, 8-9) que Jesus estava falando de tradição (costumes), ele se referia aos costumes judaicos que os fariseus criaram a partir dos tempos e que se apegaram a materialidade desses costumes, e não da essência da tradição (mensagem passada por via meramente oral) em si. Por que como é que você acha que eram passados os ensinamentos da lei para as pessoas? Acaso todo mundo tinha uma copia do antigo testamento em casa, como temos hoje?

Bom em nenhum lugar da bíblia encontramos que ela é um único fundamento de fé, se o autor afirma isso, por que ele não provou com um versículo bíblico? Lógico que a Palavra de Deus é sagrada e venerada por todos nós, mas como saber se o que estamos lendo é realmente a palavra de Deus e não uma deturpação da mesma?

Vamos analisar o que Paulo diz:

“permanecei, pois, constantes, irmãos, e conservai as tradições que aprendestes, ou por nossas palavras, ou por nossa carta” (II Tes. 2,14)

“que vos aparteis de todos os que andam em desordens e não segundo a tradição que receberam de nós” (II Tes 3,6)

“O que de mim ouvistes por muitas testemunhas, ensina-o a homens fiéis que se tornem idôneos para ensinar aos outros” (II Tim 2,2).

“A Igreja fundada por Cristo, portanto, seria ela “a coluna e o firmamento da verdade” (I Tim 3,15)

A tradição serve pra isso ai salvaguardar as escrituras e tudo que foi passado pelos apóstolos por via meramente oral!
A Bíblia é superior à fé passada pelos pais

Como saber se o ensino dos pais confere com a Escritura, já que a maioria repassa o que recebeu pela tradição sem contudo, jamais ter lido a Bíblia? Avalie sua fé. A mulher samaritana cria nessa devoção à tradição familiar. Mas, quando Jesus a encontrou no poço de Jacó, disse a ela:

“Vós adorais o que não conheceis… Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em Espírito e em verdade” (Jo 4.22, 24 – Ave-Maria).

Conclusão: uma pessoa pode ser fiel na religião dos pais e estar fora do caminho da salvação, sem conhecer a Deus.

Certo, assim como a pessoa é fiel a religião dos pais e está no caminho de Deus, por que os pais mostram nos os caminhos de Deus, ou não é papel dos pais educar os filhos na fé?

Outra pergunta ao inteligentíssimo autor, no antigo testamento como era passado as escrituras para os fiéis? Todos tinham cópias das escrituras?

Como é que ele sabe que os pais das pessoas a quem ele endereça esse livro nunca leram a bíblia?

Os Adventistas vão ensinar aos filhos que devem guardar ainda o Sábado, e que as demais igrejas ensinam errado. As Testemunhas de Jeová vão ensinar aos filhos que Jesus não é Deus, e que todas as demais igreja ensinam errado. Uns vão defender que se usar cosméticos vai para inferno, outros não. E por ai vai. Tudo isso é tradição, pois, passam de pai para filho, e o curioso é que mesmo com a mesma Bíblia na mão, protestantes ensinam aos seus filhos doutrinas diferentes entre si.

No mais já foi respondido!!

2. A VERDADE SOBRE O DEVOTO E AS PROMESSAS

O devoto procura fazer a vontade de Deus, em amor a sua fé, da maneira que foi ensinado. As grandes romarias feitas a Aparecida do Norte e ao Juazeiro do Norte é uma evidência dessa dedicação. Contudo, por mais sincera que seja, esta fé deve ser examinada à luz da Bíblia. ” A autoridade da Escritura não depende do testemunho de qualquer homem ou Igreja, mas depende somente de Deus, que é seu autor” (II Tm 2.16). Veja como o próprio Tomas à Kempis comenta João 14.6:

“Sem o caminho, não há ida, sem a verdade, não há saber, sem vida, não há viver.”

Atos 18, 18. Paulo permaneceu ali (em Corinto) ainda algum tempo. Depois se despediu dos irmãos e navegou para a Síria e com ele Priscila e Áquila. Antes, porém, cortara o cabelo em Cêncris, porque terminara um voto.

A Caso Paulo estava contradizendo uma lei de Deus ao fazer um voto e não cortar o cabelo até que o voto terminasse? Bem que o autor pensa assim então vamos remover essa passagem da bíblia por que segundo ele está errado!
A Bíblia a devoção sincera

A Bíblia aponta o caso de devotos que foram ensinados que “fazer o bem sem olhar a quem,” salva. Contudo, o conhecimento da Escritura lhes revelou que “Deus não nos salva por sermos bons, mas nos torna bons por ter-nos salvo” e que “Jesus morreu pelos pecadores indignos, sem nenhum atrativo nem mérito.” Pois, “o que levou Deus agir em nosso favor não foi algo em nós (algum suposto mérito) mas, algo nele mesmo (Seu próprio favor que não merecíamos).

A Igreja Católica nunca ensinou em lugar nenhum que as obras sozinhas salvam ninguém!

Peço que provem o contrário! O que a Igreja afirma e sempre afirmou é que com as obras quem advêm da nossa fé cooperam para a abundância da graça de Deus em nós:

São Tiago fala bem o que significam as obras na história da salvação:

Tiago 2, 14. De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso esta fé poderá salvá-lo? 15. Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, 16. e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? 17. Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma. 18. Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. 19. Crês que há um só Deus. Fazes bem. Também os demônios crêem e tremem. 20. Queres ver, ó homem vão, como a fé sem obras é estéril? 21. Abraão, nosso pai, não foi justificado pelas obras, oferecendo o seu filho Isaac sobre o altar? 22. Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por elas. 23. Assim se cumpriu a Escritura, que diz: Abraão creu em Deus e isto lhe foi tido em conta de justiça, e foi chamado amigo de Deus (Gn 15,6). 24. Vedes como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé? 25. Do mesmo modo Raab, a meretriz, não foi ela justificada pelas obras, por ter recebido os mensageiros e os ter feito sair por outro caminho? 26. Assim como o corpo sem a alma é morto, assim também a fé sem obras é morta.

Quer exemplo melhor que esse?

Até hoje os protestantes não entendem a questão da fé e obras e a Salvação pela Graça. É claro que Deus não nos salvou por sermos bons (2.ª Tm 1:9; Tt 3:5). Até porque ninguém é só bondade, temos pecados.

Salvação pela Graça significa simplesmente que Cristo veio ao mundo para nos salvar sem esperar que fôssemos bons, sem esperar que ajudássemos o próximo. A ida Dele para cá para nos salvar não dependeu disso. No entanto, para que esta Graça seja real na nossa vida, sem dúvida alguma precisamos, entre outras coisas, ajudar o próximo, por Amor a Ele. Ele está no próximo, no doente, no preso, no que vivem na miséria. Ajudar o próximo inclusive no material. Mas, mesmo estas boas obras não são frutos unicamente do coração humano, elas já foram preparadas por Deus para a nossa Salvação.

Ler mais:

Mt 25, 31-46; 1.ª Jo 3, 16-19, Hb 6:10, 10:24; Tt 3:14Ap 2:23.

O caso de Cornélio, o devoto que buscava ser salvo pelas obras

A Bíblia fala de Cornélio (At 10.2): “Ele era religioso com toda sua casa, fazia esmolas e orava a Deus”. Pedro, porém, mostrou-lhe o único meio de ser perdoado e salvo. Veja:

“Deus ungiu a Jesus de Nazaré. Os que nele crêem recebem o perdão dos pecados por meio do seu nome.” (At 10.38-43; Bíblia Ave-Maria)

“A Graça, porém, retorna tudo a Deus, de quem originalmente fluiu. Não atribui bem nenhum a si.”

Veja como uma pessoa para suprir seu ódio deturpa a bíblia de acordo com sua própria vontade, o autor desonesto coloca apenas metade da passagem e completa com outra para dar sentido ao que ele quer dizer, então vamos ler a passagem toda para desmascará-lo:

Atos 10, 1. Havia em Cesaréia um homem, por nome Cornélio, centurião da coorte que se chamava Itálica. 2. Era religioso; ele e todos os de sua casa eram tementes a Deus. Dava muitas esmolas ao povo e orava constantemente. 3.4. Cornélio fixou nele os olhos e, possuído de temor, perguntou: Que há, Senhor? O anjo replicou: AS TUAS ORAÇÕES E AS TUAS ESMOLAS SUBIRAM À PRESENÇA DE DEUS COMO UMA OFERTA DE LEMBRANÇA. Este homem viu claramente numa visão, pela hora nona do dia, aproximar-se dele um anjo de Deus e o chamar: Cornélio!

Vejam o que o anjo disse: “AS TUAS ORAÇÕES E AS TUAS ESMOLAS SUBIRAM À PRESENÇA DE DEUS COMO UMA OFERTA DE LEMBRANÇA.”

As esmolas de Cornélio Serviram para que Deus se lembrasse dele, veja ai a contradição do autor!

Cornélio era um homem bom e já era convertido ao Senhor fazia obras por causa da sua fé e o Senhor se agradava com isso, o autor não poderia ser mais infeliz em deturpar essa passagem, acho que ele pensava que ninguém ia conferir na Bíblia a passagem inteira. Só pode!!


3. A VERDADE SOBRE ROMARIAS E A SALVAÇÃO

Nicodemos era um homem muito religioso e temente a Deus. Ele era uma espécie de padre. Contudo, Jesus lhe diz:

“Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não poderá ver o Reino de Deus” (Jo 3.3; Bíblia Ave-Maria).

Muitos, no entanto, afirmam que serão salvos por causa da Igreja. Dizem: “eu nasci nesta religião e morrerei nela.” A Igreja existe para servir, mas não serve para salvar.

O que “muitos afirmam” que vão ser salvos por causa da Igreja é problema deles, o que a Igreja diz é outra coisa. Vamos ao prólogo do catecismo da Igreja:

“PAI, … a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o Deus único verdadeiro, e aquele que enviaste, Jesus Cristo” (Jo 17,3). “Deus, nosso Salvador … quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Tm 2,3-4). “Não há, debaixo do céu, outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12), afora o nome de JESUS.

A Igreja está ai para pregar o evangelho de Jesus Cristo no mundo para que todos o conheçam a verdade e se salvem e não para salvar, ninguém é salvo por se dizer católico nem por se dizer protestante! Vejam o que diz o parágrafo 837 do catecismo:

“Contudo não se salva, embora esteja incorporado à Igreja, aquele que, não perseverando na caridade, permanece dentro da Igreja ‘com o corpo’, mas não ‘com o coração.”

O homem que buscava ser salvo pelo esforço próprio

No caso de Lc 18. 9-14, Jesus conta que o fariseu dizia como muitos, parafraseando: “sou uma boa pessoa, procuro fazer o bem, nunca roubei e não desejo o mal para ninguém.” Mas, “ele orava de si para si,” por isso não foi salvo e sim o publicano, que reconheceu que as obras nada valem para salvar.

O autor já foi desmascarado quando mostrei a própria passagem que ele citou (Atos 10,1-4) no item anterior, e pela epistola de São Tiago capitulo 5!

O mal é não saber diferenciar as coisas, Obras sem Jesus, de Obras com e por Jesus!!

O homem que buscava ser salvo pela tradição e mandamentos

Paulo era um devoto à tradição dos antigos como muitos católicos que guardam com sinceridade a tradição dos parentes, seguindo novenas, procissão, o batismo e crisma. Paulo também era pregador de votos (promessas) e desde a infância guardava os mandamentos. Mas, ele diz em At 22 e 23 que estas práticas de nada valeram para salvá-lo. Foi preciso encontrar-se com o Salvador. Veja o que ele diz:

“A Lei não justifica ninguém diante de Deus.” “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não de obras, para que ninguém se glorie.” “Eu não me envergonho do Evangelho, pois ele é a força salvadora de Deus para todo aquele que crê” (Gl 3.10-11; Ef 2.8-9; Rm 1.16 – CNBB).

Bom e desde de quando a Igreja católica diz que alguém é salvo por essas práticas, apesar delas contribuírem para a nossa caminhada a salvação? Releiam o prólogo do catecismo! E nas refutações mais adiante vou mostrar realmente o pensamento da Igreja em relação a salvação!!

Ele diz que Paulo antes de ser cristão era pregador de votos (promessas), e que depois não era mais então segundo o autor a bíblia está mentindo, confira:

Atos 18, 18. Paulo permaneceu ali (em Corinto) ainda algum tempo. Depois se despediu dos irmãos e navegou para a Síria e com ele Priscila e Áquila. Antes, porém, cortara o cabelo em Cêncris, porque terminara um voto.

Paulo já era cristão quando fez isso!!


Somos salvos para praticar boas obras, mas não fomos salvos porque praticamos boas obras. Só Jesus salva.

É quem desde quando a Igreja católica disse que outra pessoa salva? O que os protestantes não entendem é que existe a diferença do que Deus dá por que não merecemos a salvação, para o que fazemos para mostrar que somos gratos a ele e conseqüentemente “provar” a Deus que o amamos. Já citei na acusação anterior a passagem que Tiago explica direitinho a história da obras na salvação!

“encobre uma multidão dos pecados” (cf. 1Pd 4,8; Tg 5,20; Pr 10,12);

Leiam e descubram o que “encobre uma multidão de pecados!”

Continua….

Papa Usando Símbolo Satânico

Publicado: 9 de agosto de 2010 por Rafasoftwares em Mentiras

Novamente vamos esclarecer essa questäo.

Primeiramente a foto da acusaçäo.

Acusaçäo do site evangélico:  http://www.espada.eti.br/n1360.asp

O Papa João Paulo II Usa Outro Símbolo Satânico de Magia Negra do Anticristo Durante Sua Viagem a Israel!

Chocante! No trono em que o papa estava sentado durante uma cerimônia no monte onde Jesus supostamente pregou o Sermão da Montanha, uma lápide atrás da cabeça do papa mostra uma cruz invertida de origem satânica! Esse sempre foi um dos principais símbolos satânicos para representar o Anticristo, que inclusive precede o Crucifixo Vergado do papa João Paulo II.

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RESPOSTA E PROVA DOCUMENTAL:

A enganação é desmascarada, no próprio livro evangélico: “História Eclesiástica: os primeiros quatro séculos da Igreja cristã”, de Eusébio de Cesaréia, editado pela CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus (2000), pág. 79, lemos desmascarando esses enganadores que precisam combinar suas lorotas: “Pedro parece ter pregado aos judeus da dispersão em Ponto, Galácia, Bitínia, Capadócia e Ásia, e no fim chegou a Roma e foi crucificado de cabeça para baixo, pois pediu para si esse sofrimento”.

Antes de Eusébio, já Orígenes (+253) falara a mesma coisa: “Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo”.

Se você também consultar a “Grande Enciclopédia Larousse Cultural“, ilustrada, vol. 7 (1998), verbete “Cruz”, na pág. 1713, poderá ver que existe um quadro contendo 26 tipos de cruzes, entre elas (a nº 3), uma cruz invertida devidamente chamada “cruz de São Pedro”, por fazer referência ao martírio do bem-aventurado Apóstolo. Como você pode ver então, a cruz invertida tem uma origem cristã e não satânica.

Onde está na Bíblia dizendo que a cruz invertida e a cruz de Satanás????

O que vale para os evangélicos é o que está escrito na Bíblia, ou o que consta nos manuais satânicos, escritos por homens ignorantes plagiadores, que desconheciam que a cruz invertida de São Pedro tem origem primeiramente cristã (com uma antecedência de quase 1000 anos)?

Deus aprecia o incenso, do Gênesis ao Apocalipse na Bíblia, os pagãos também ofereciam incenso as suas “divindades”.

O Satanás também era designado como “Estrela da Manhã” em (Is 14,12).

Já no Novo Testamento Jesus Cristo é a “Estrela da Manhã” (Ap 22,16).

segue…

Na Bíblia, apenas o pagão Herodes comemora aniversário (Mc 6,21), não sendo isto prática dos judeus nem cristãos, mas os evangélicos, seguindo essa prática também comemoram aniversários de si e até de suas igrejas.

Como no caso da cruz invertida, estes não são motivos para sairmos por aí alienados, dizendo que Deus é divindade pagã, que Jesus é Satanás e que evangélico é pagão porque faz festinha no aniversário.

Pedro foi crucificado quase mil anos antes dos satanistas forjarem essa paródia com os cristãos, e os protestantes, surgiram mais de mil e quinhentos anos depois, para se juntarem com os satanistas numa só intenção: vilipendiar a Igreja de Jesus Cristo.

Já escrevia São Paulo: “…são inimigos da cruz de Cristo. O fim é a perdição, e o deus deles é o ventre, e a glória deles é para a confusão deles mesmos, que só pensam nas coisas terrenas.” (Fl 3,18-19).

Por Daiana Monte  –  Repórter de Cristo

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Nota final de  http://www.rainhamaria.com.br

Por Padre Léo Persch – Pelotas RS

Sobre São Pedro: Transmissão do Primado e Profecia sobre a sua morte.

A- João 21, 15-17: Junto ao lago da Galiléia, pouco ao sul de Cafarnaum – onde Jesus apareceu aos apóstolos, após a ressurreição, Ele conferiu Pedro o Primado sobre a Sua Igreja com estas palavras: “… Apascenta as minhas ovelhas … apascenta os meus cordeiros.”

B- João 21, 18-23: Em seguida profetizou de que maneira Pedro haveria de morrer, como Jesus, para glorificar a Deus. Isto é, crucificado. É a profecia da morte de Pedro

C- Cumprimento da Profecia: Durante uns 10 anos Pedro governou a Igreja em Jerusalém, na Judéia, Samaria, no litoral e em Antioquia. Em 42 d.c. fundou a Igreja em Roma. No tempo de Nero, em 67 d.c. , foi preso e crucificado no Vaticano, além do rio Tibre. Na hora da crucificação pediu aos algozes que fosse crucificado de cabeça para baixo, dizendo “Não sou digno de morrer como meu mestre Jesus”, que morreu em posição normal. Os algozes atenderam ao pedido.

Séculos mais tarde, no lugar da morte, em Roma, foi construída a basílica de São Pedro (330 d.c), reconstruída no século 16 d.c.
No lago da Galiléia, no mesmo lugar do Primado e da profecia da morte, foi construído um modesto Santuário (até hoje), onde, em honra de São Pedro, está a cruz de cabeça para baixo, para significar “de que modo Pedro morreu, para a glória de Deus.” (João, 21, 19).


Fonte: Fim dos Tempos

Essa é a Segunda matéria com as refutações das MENTIRAS propagadas pelo CA”C”P (Centro apologético “cristão” de pesquisas). Dessa vez eles chegam ao cúmulo do absurdo e da falta de honestidade! Matéria extraída dos irmãos do Digitus Dei.

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Caríssimos,

Salve Maria!

Venho aqui mostrar mais uma das armações do Cacp.

No dia 24/06 o site supracitado publicou um artigo intitulado de “A Nossa Senhora da Boa morte” sobre uma veneração que acontece no México, e já é conhecida por nós.

Não vou entrar aqui na questão de veneração e adoração, vou desmascarar a mentira do site dos hereges de uma forma simples: Indo ao site citado como fonte bibliográfica!

A cara-de-pau deles é tão grande, que basta acessar a página que eles citam como fonte, que o artigo em questão é totalmente desmoralizado. Vejamos, no final do artigo do Cacp esta exposto o seguinte:

Saiba mais sobre essa santa em Wikpédia: http://es.wikipedia.org/wiki/Santa_Muerte#Historia

Quem se der ao trabalho de ir no link citado acima lerá logo de cara o seguinte:

Este artículo o sección necesita referencias que aparezcan en una publicacióm acreditada, como revistas especializadas, monografías, prensa diaria o páginas de Internet fidedinas. Puedes añadirlas así o avisar al autor principal del artículo en su página de discusión pegando: {{subst:Aviso referenciasSanta Muerte}} ~~~~

Traduzindo:

Este artigo necessita de referências que apareçam em uma publicação respeitável, como jornais, revistas, monografias ou páginas na internet confiáveis.

Ou seja, a fonte do artigo já é desmoralizada por si mesma, pois a própria página diz que o artigo não é totalmente confiável.

Continuemos com a análise da fonte do Cacp…

No primeiro parágrafo pode-se ler:

…Sin embargo, diversas iglesias como la católica, bautista, presbiteriana, metodista, entre otras, rechazan y condenan su veneración, considerándola diabólica.

Traduzindo:

…No entanto, várias Igrejas como a Católica, Batista, Presbiteriana, Metodista, entre outras rejeitam e condenam sua venaração, considerando diabólica.

O “digníssimo” Cacp poderia ter tido a honestidade de mostrar que a Santa Igreja Católica condena essa culto da mesma forma que os protestantes condenam.

Percebam caríssimos que nada disso são defesas minhas, mas apenas dados que foram omitidos pelo nefasto Cacp.

Calma que ainda não acabamos. Continuemos com a leitura da fonte do Centro de Apologética (pseudo) Cristã, mas agora farei um pouco diferente. Citarei à acusação do CACP em azul e refutarei com a própria fonte deles:

Diz o Cacp:

Segundo a Enciclopédia Wikpédia* (on-line), em Mexicano, a Santa é exacerbadamente venerada e adorada pelos católicos do México. Parece que a Igreja Católica não aprova a figura ilustrativa da santa adotada pelos mexicanos, mas não o seu culto. O site meta-religion.com traz um artigo que mostra que algumas autoridades são coniventes e até defendem o uso da veneração da “Santa Caveira”.

Será que o que é exposto pelo Cacp é verdade? Vejamos o que diz então a “Enciclopédia Wikpédia, citada no parágrafo acima:

Sus fieles en su mayoría son considerados delincuentes de varios tipos, como narcotraficantes, asaltantes y personas de estrato social paupérrimo que se dedican al comercio informal, ambulantaje o piratería. El culto practicado por la Iglesia Católica Tradicional Mexicana-Estadounidense fue prohibido como tal por la Secretaría de Gobernación de México (SEGOB) debido a que su adoración desvía gravemente los fines establecidos en los estatutos de la ley de Asociaciones Religiosas y Culto Público de México.

Traduzirei a parte principal:

… O culto praticado pela IGREJA CATÓLICA TRADICIONAL MEXICANA-ESTADUNIDENSE…

É isso mesmo caros leitores! O caluniador Cacp acausa os Católicos de adoração da “Santa Caveira”, no entanto, a fonte deles diz que o culto é praticado pelos fiéis da Igreja Católica Tradicional Mexicana- EUA e não pela Santa Igreja Católica Apostólica Romana, ou seja, a veneração é praticada em uma seita pseudo católica e não na verdadeira Igreja Católica.

E para mandar a mentira do nefasto cacp ao chão de vez, relembro um fato importante. No ano passado o auto proclamado Bispo David Romo da Igreja Católica Tradicional Mexicana, chamou os seus fiéis a uma GUERRA SANTA contra a Igreja Católica Apostólica Romana, após o exército destruir alguns templos da seita que serviam de palco para reuniões de traficantes e terroristas.

O porta-voz da Arquidiocese esclareceu que os bispos se limitaram a “esclarecer às pessoas que esta devoção é supersticiosa e que pode levar a práticas demoníacas; e que se deve ter muito cuidado porque não é algo insignificante ou inofensivo”.

Para ler mais sobre o fato: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=15700

Destaco ainda mais um trecho publicado no Cacp:

Ela é cultuada do dia 05 a 13 de Agosto, inclusive no Brasil. Sua invocação é em benefício a saúde, proteção, coisas roubadas, pessoas seqüestradas e perdidas. Enfim, para os mexicanos, a santa com rosto de caveira é muito eficaz!

Mais uma calúnia facilmente desmascarada, vejam que a Nossa Senhora que também recebe o nome de Boa Norte não tem nada haver com a “Santa Caveira”, vejam a foto no mesmo Wikpédia citado pelo site protestante: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Senhora_da_Boa_Morte.jpg

E também leiam sobre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte no Brasil e vejam que nada tem haver com a acusação do herético CACP:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Nossa_Senhora_da_Concei%C3%A7%C3%A3o_e_Boa_Morte

Sendo assim caríssimos,

Vemos que o artigo do Cacp é calunioso, manipulado e mentiroso. Talvez eles achassem que ninguém nunca fosse verificar minuciosamente a fonte de suas acusações, mas saibam que estamos aqui para desmascará-lo o mostrar o quão nefastos são estes que paracem ter esquecido o oitavo mandamento!

Dessa forma vemos o Cacp sendo desmascarado pela base de sua acusações!

In Corde Jesu semper,

Jefferson Nóbrega

Pax et bonvs!

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Só mais uma retificação para explicar a foto exposta por eles:


Esse NÃO é um Padre Católico Apostólico Romano, nem muito menos está celebrando a Santa Missa!

O próprio Wikipédia Diz:

Embora a Igreja Católica tenha atacado o culto a Santa Morte acusando-o de ritual pagão, que vai contra a crença em Cristo derrotando a morte, muitas pessoas insistem em rezar para esta figura, acreditando em seus milagres.”


Essa é a primeira matéria de uma série de artigos com refutações das mentiras e erros propagados  pelo ministério CACP a respeito da Igreja Católica. Começaremos por esse artigo feito pelos irmãos do Veritatis Splendor.

As questões do artigo original estão em preto. As respostas seguem em azul e itálico.

Por Paulo Cristiano da Silva do, CACP

1. Se a igreja Católica Romana deu a Bíblia ao mundo, sendo infalível em suas decisões, então por que muitos membros de seu clero rejeitaram os livros apócrifos?Roma rejeitou ou pôs em dúvida a canonicidade e autoria das epístolas de Tiago e Hebreus. Então porque mais tarde veio aceitá-los? E como ela pode aceitar livros como sagrados sendo que mais tarde estes vieram a ser rejeitados?

Para responder estes questionamentos, recheados de erros, temos de ir por partes:

Ao contrário do que o texto supõe, a Igreja Católica não é “infalível em suas decisões”, no que diz respeito a toda e qualquer “decisão” que ela venha a tomar. A infalibilidade da Igreja de Cristo é uma característica legítima e obrigatória para a credibilidade da “coluna e fundamento da verdade”. Quando sob a chefia do Papa, o sucessor de Pedro, e dos Bispos, os sucessores dos apóstolos, as decisões da Igreja são infalíveis. Mas, mesmo assim, essa infalibilidade é limitada a questões concernente à fé doutrinária e à moral no âmbito da Igreja e de seus membros. Portanto, ser “infalível em suas decisões” não é, como o texto pretende que o leitor entenda, uma infalibilidade universal e absolutista, mas um dom divino dado por Cristo e preservado na Igreja pelo Espírito Santo.

O fato de que “muitos membros rejeitaram os livros apócrifos” em nada abala a veracidade do cânon cristão. Todo mundo, hoje, amanhã e há 2000 anos atrás teve e têm o direito de questionar assuntos que dizem respeito à sua fé, e o cânon do Antigo e do Novo Testamento, alvo de debates por séculos, não é uma exceção. São Jerônimo, por exemplo, não reconhecia alguns livros “apócrifos”, porém reconhecia a autoridade a quem cabia, de fato, essa decisão: a Igreja. E então Jerônimo terminou por aceitar tais livros. Então, o questionamento dos membros da Igreja serviram, e ainda servem, para por em debate o alvo em questão, para que faça nascer no meio da confusão a verdade mais pura. Por isso, os “membros do clero”, mesmo agindo de boa fé, mesmo sendo nomes de peso, não podem responder pela Igreja isoladamente. À Igreja cabe a decisão final, e quem a rejeita, rejeita a verdade da fé, e, então, se torna um herege.

“Roma” não “rejeitou a canonicidade e autoria das epístolas de Tiago e Hebreus”, tanto é que tais livros estão e sempre estavam na lista oficial de livros do Novo Testamento. Heresiarcas antigos, como Marcião, aceitavam apenas o evangelho de João e as cartas de Paulo como dignas de fé. Diversos questionamentos envolvendo os autores do Novo Testamento são responsáveis pelas tantas dúvidas a respeito de sua inspiração e, portanto, canonicidade. Hebreus é uma delas, assim como Apocalipse, Judas, Atos dos Apóstolos e mesmo os Evangelhos. Na verdade, a comunidade científica, cética até a última molécula, não vai descansar até encontrar evidências de que os livros do Novo Testamento, ou pelo menos alguns deles, não foram escritos pelos que dão seu nome (Pedro, João, Paulo, etc…), mas por meros seguidores. Fato é que logo nos primeiros séculos da Igreja muita confusão a respeito de qual livro era inspirado e, portanto, deveria ser lido e seguido pelas comunidades, ocorreu, exigindo uma análise de quem possuía autoridade para tal decisão: A Igreja. Por isso os Concílios.

O que o autor não fala, por má fé ou por ignorância, é que os livros de Tiago e Hebreus jamais foram alvo de tamanha controvérsia, dentro da Igreja Católica, quanto no protestantismo. Quem nunca leu, em nossos textos e de outros sites de apologética católica, que, ao retirar os livros deuterocanônicos do Antigo Testamento, Lutero, alegando confiar mais nos judeus do que nos cristãos para decidir o cânon (na verdade, confiou em si mesmo…), também quis retirar os mesmo livros que o texto coloca, e ainda outros, negando sua autenticidade e inspiração divina? Quem não se lembra de ter lido que Lutero, “iluminado pelo Espírito santo”, após ter descoberto “a verdadeira doutrina cristã da salvação somente pela fé”, reconheceu que o livro de Tiago não continha “nada de evangélico” e, portanto, era uma “epístola de palha” (se era mesmo o Espírito Santo, deu uma fugida nessa hora, se era outro “espírito”, agiu como deveria…)? Portanto, as “dúvidas” a respeito da canonicidade dos livros do Novo Testamento foram discutidas e resolvidas pela Igreja com autoridade, e aceita por toda a Igreja. Mas foi o protestantismo quem mais atentou contra a aceitação de tais livros.

Uma questão curiosa é essa última: “como ela pode aceitar livros como sagrados sendo que mais tarde estes vieram a ser rejeitados”? Quais livros são esses, que a Igreja considerou sagrados, e que foram rejeitados? O autor silencia quanto a essa fonte, provavelmente porque, pela facilidade de questionar, mas pela dificuldade e pesquisar, preferiu soltar essa dúvida com base na primeira opção, deixando a segunda a cargo de quem se habilite a responder, não é verdade? Nada mais destituído de responsabilidade de quem pretende confirmar uma doutrina, a “Sola Scriptura” no caso, algo que, pelo andar destes questionamentos, pouco ou quase nada é defendido. Quem rejeitou livros sagrados foram os protestantes, não os católicos. Desde Cartago os livros oficialmente canônicos estão registrados e até hoje estão onde devem estar: na Bíblia cristã. Livros como “O Pastor de Hermas” e “1ª Carta de Clemente aos Coríntios” eram lidos, entre outros, por comunidades isoladas, e por eles considerados canônicos, mas isso não quer dizer, de forma alguma, que a Igreja os considerava sagrados, e depois os rejeitou, pois a Igreja se pronunciou oficialmente somente a partir dos Concílios de Cartago e Hipona, e sucessivamente em outros Concílios. Portanto, a Igreja não rejeitou o sagrado, mas os protestantes, claro, sim.

2. Se a igreja Católica realmente é dirigida pelo Espírito Santo de modo que os católicos podem confiar nela como sendo ” a única igreja verdadeira”, por que ela errou em coisas tão simples assim?

Mais um questionamento que não questiona em nada sobre a “Sola Scriptura”, mas vejamos. A Igreja é, realmente, dirigida pelo Espírito Santo, promessa do próprio Cristo e evidência bíblica no Concílio de Jerusalém. E, caso o autor pense que resolver a questão de quais livros devem ser reconhecidos pelos cristãos como dignos de fé, por serem sagrados, inspirados pelo Espírito Santo, e, por isso, contendo a mensagem pura de Deus para a salvação de toda a humanidade, seja uma tarefa “tão simples assim”, deveria, então, existir um modo mais fácil do que debates seculares para resolver a questão, não é mesmo? Fácil é pra quem já chegou no mundo com tudo pronto, encadernado.  Mas numa época primitiva, onde o conhecimento humano ainda não era versado nas ciências que hoje facilitam, e muito, o estudo bíblico, e onde circulavam dezenas de evangelhos, epístolas e apocalipses, a tarefa não foi fácil, e exigiu da Igreja, a única autoridade legítima responsável pela pureza e pela confirmação da doutrina cristã, a organização e identificação dos livros que hoje compõem a Bíblia Cristã.

Para os protestantes dizer que uma tarefa é “tão simples assim” se baseia no fato de que foi criada em suas consciências a idéia de que o cânon da Escritura, para ser reconhecido, não exige uma Igreja, um papa, ou um ou mais bispo. Exige uma pessoa apenas, “eu”, ou seja, a própria pessoa. Isso se deve à hipótese de que o cristão protestante, inundado por uma “inspiração interna do Espírito Santo”, saberia, facilmente, identificar os livros sagrados. Por isso, para o protestante, identificar o que é ou o que não é Escritura seja uma tarefa “tão simples assim”. É só abrir o olho e “puft”, sabe se o que está lendo é ou não é sagrado. Assim é fácil. Mas não é nada fácil a vida dos protestantes que acreditam nessa doutrina, porque ela, pela simples evidência prática, é falsa. O próprio Lutero ou não soube usar dessa “inspiração do Espírito Santo” ou na verdade não tinha “Espírito Santo” nenhum, porque não soube identificar a canonicidade de diversos livros do Novo Testamento. Ora, “por que ele errou em coisas tão simples assim” explica-se pelo fato de o “Espírito” que o guiava era o seu mesmo, e querendo dar razão às suas próprias novidades, fez o que fez, e deu no que deu: heresia.

3. Se a igreja Católica Romana definiu o cânon em 397 d.C. então por que versões diferentes daquele mesmo cânon continuou a circular tempos depois?

Porque a mudança não ocorreu da noite pro dia. A definição do cânon não significou o recolhimento de versões diferentes, mas somente o que deveria ser seguido dali em diante. Existiam versões diferentes, mas não oficiais. “Versões diferentes” da Bíblia sempre existiram e sempre vão existir, pelos mais diversos motivos, entre eles a heresia é a principal. É o que vemos hoje com a bíblia protestante e, a partir dela, com a Bíblia dos Testemunhas de Jeová, entre outras versões “não-autorizadas” da Bíblia.

4. Se a igreja Católica Romana definiu o cânon em 397, por que então a iniciativa foi de dois Sínodos africanos: Hipona (393 d.C) e Cartago, (397 d,C) e não de Roma? Obs: mesmo que o concílio de Cartago em 393 tenha consultado Roma sobre o assunto do cânon não prova que Roma teve alguma participação direta ou iniciativa em determinar o cânon.

Ademais os dois concílios mencionados estavam sobre o controle das igrejas que mais tarde iriam tornar-se o que hoje conhecemos como ” igreja ortodoxa”. Como podem dizer que foi a igreja Católica Romana quem determinou o Cânon? Sendo assim, seria a Igreja Ortodoxa e não a católica romana que realmente deu a Bíblia.

Porque não há a necessidade de se estar em Roma para a Igreja “de Roma” confirmar qualquer decisão tomada por um de seus Concílios. Em Hipona e Cartago, ambos Concílios Católicos, foram discutidos pela primeira vez pela Igreja a questão acerca do que deveria ou não constar na lista de Escrituras Sagradas. A Igreja Católica tanto aceitou plenamente tais Concílios como legítimos como em reuniões posteriores confirmou a mesma lista apresentada em Hipona e Cartago. O fato de ambos os Concílios estarem localizados em áreas que hoje pertencem à Igreja Ortodoxa Oriental, e, por isso, o crédito deveria ser delas e não da Igreja Católica é vazio, porque, quando a questão foi colocada, não havia a divisão que existe hoje, iniciada no século XII. O patrimônio da doutrina da Igreja é universal, e não limitada à cidade natal de sua definição.

5. Se a igreja Católica, deu a Bíblia ao mundo, por que ela não reclamou isto logo nos primeiros séculos? Por que teve de esperar até o século VXI no Concílio de Trento, para oficialmente juntar os livros apócrifos ao Cânon?

Muito simples: porque até lá, ninguém havia cometido a atrocidade de questionar o cânon das Escrituras, afrontando a autoridade da Igreja e, ainda por cima, criando o seu cânon pessoal. O que talvez o autor desta pergunta queira deixar entendido é que a Igreja, quando reuniu os livros sagrados, deveria, por motivos de “direitos autorais” ou por medo, talvez, de um processo por plágio (Dan Brown que o diga…), tivesse anexado um documento dizendo: “Esta lista quem elaborou foi a Igreja Católica”. Oras, nada mais ridículo. Não havia necessidade disso porque a autoridade da Igreja nos tempos primitivos era muito clara, e suas decisões foram aceitas por toda a Igreja.

Não há registro histórico de revolução alguma pelos cristãos primitivos por motivos da definição do cânon pela Igreja (sim, os cristãos primitivos não eram um poço de tolerância com heresias…). Isso mostra que a lista foi aceita e praticada por toda a Igreja, como oficial. Não havendo questionamentos, a Igreja não vê necessidade de uma declaração pública sobre suas definições ou doutrinas. Segue o exemplo do dogma da Trindade. Somente 3 séculos depois da morte de Cristo houve a necessidade da Igreja se pronunciar oficialmente, porque as heresias que estavam surgindo a respeito de tal entendimento exigiram, para abolir as confusões, uma voz de autoridade. Como Martinho Lutero foi aquele “alguém” que afrontou a autoridade da Igreja, repartindo o cânon à mercê de suas idéias, a Igreja precisou, mais uma vez, definir o cânon das Escrituras. Nada mais fez do que, na verdade, reafirmar o que já havia escrito em diversas ocasiões anteriores.

6. É interessante notar que ambos: Católicos Romanos e Ortodoxos reclamam ser os guardiões da Bíblia. Cada qual dizem que foi sua igreja quem deu a Bíblia ao mundo. Mas se ambos fazem a mesma reclamação por que então possuem livros diferentes em cada uma de suas Bíblias? Se ambas reclamam para si esta autoridade, então a autoridade de qual igreja nós deveríamos aceitar? E se ainda isto for caso de tradição, qual tradição nós deveríamos seguir neste caso?

7. Os católicos poderiam fornecer o exemplo de uma única doutrina que teve origem na tradição oral apostólica a qual a Bíblia se silencia?

8. Os católicos podem fornecer provas de que sua tradição doutrinaria é apostólica em sua origem?

9. Os católicos poderiam fornecer um único exemplo de uma inspirada ” revelação oral” apostólica (tradição inspirada) que difere da escrita (sagradas escrituras) ?

Juntei as três perguntas porque na verdade são uma só: Mostre uma só doutrina genuinamente cristã que tenha origem exclusivamente na Tradição Oral.

Para responder precisamos, antes, esclarecer um ponto: este tipo de pergunta mostra que o protestante (no mínimo, o autor do texto) não sabe o que a Igreja Católica entende por ser a Sagrada Tradição Apostólica. Ela não é uma “outra revelação” ou uma “outra fonte doutrinária”. A Palavra de Deus, em sua plenitude, não se encontra somente na Bíblia (Sola Scriptura), mas nos seus componentes oral e escrito. Quando analisados conjuntamente, produzem a direção à verdade da doutrina cristã. A Tradição não é um amontoado de costumes ou práticas enraizadas ao ponto de virarem doutrinas. Todo o conjunto de estudos e conclusões dos Pais da Igreja e dos Santos Concílios compõem a Sagrada Tradição da Igreja. Por isso não pode haver um “exemplo de revelação oral que difere da escrita”, pelo simples fato de que uma não difere da outra. Na verdade, uma complementa a outra. Isto vai de encontro formidável à doutrina da auto-suficiência das Escrituras, e de sua clareza de entendimento, motivo pelo qual é difícil a idéia de uma “ferramenta” de elucidação Bíblica, devidamente munida da autoridade divina para filtrar as doutrinas incoerentes com o cristianismo.

São Paulo diz claramente que a Igreja deve se manter firme seguindo as tradições cristãs, seja aquela oral ou aquela escrita. A própria Bíblia nasceu da Tradição Oral. As primeiras décadas do cristianismo se basearam exclusivamente na Tradição Oral para transmitir os ensinamentos de Cristo. Isso mostra que a legitimidade e autoridade da Tradição Oral, que sempre existiu dentro da Igreja, não desapareceram quando a Bíblia tomou forma. Os protestantes não podem identificar, na Bíblia, evidência para tal acontecimento. Se o apóstolo Paulo afirmou que a mensagem divina está contida tanto na Palavra Escrita quanto na Palavra Oral, não há necessidade de uma evidência visual de uma “doutrina exclusivamente oral” para acreditar que ela existe. Para os católicos, basta a evidência Bíblica de que a Sagrada Tradição é legítima e necessária para a proteção e plenitude da doutrina cristã.

10. Se [os católicos afirmam que] não é permitido fazer interpretações particular da Bíblia, como saberemos então quem está dizendo a verdade quando as duas igrejas afirmam ao mesmo tempo que a ” tradição apostólica” apóia suas doutrinas, quando na verdade nós sabemos que elas são opostas entre si?

A própria Bíblia afirma, pelas palavras de Pedro, que nenhuma profecia é de particular interpretação. Por isso os católicos não estão sozinhos em afirmar que não é permitido fazer interpretações particulares da Bíblia.

Exatamente pelo fato de duas ou mais Igrejas alegarem que possuem “doutrinas apostólicas” é que a confusão se instalou no cristianismo protestante. Não há autoridade nem critério legítimo para uma igreja alegar autenticidade. Vale, tão somente, o “é porque é” ou “é porque a Bíblia diz que é”. Todo mundo pode abrir uma igreja e fundamentar suas idéias em alguma passagem mal interpretada da Bíblia. Todo mundo menos aquela que foi munida da autoridade direta de Cristo da proteção e condução divina, como coluna e fundamento da verdade e guiada na terra por Pedro, detentor do privilégio de ser a rocha sob a qual a Igreja se fundamenta. Nenhuma igreja protestante, por mais alto que grite “Aleluia”, não passa pelo crivo da história ou da interpretação bíblica apurada.

11. Se porventura o cânon hebraico foi definido somente no concílio de Jâmnia [como afirmam oscatólicos]. Então isto levanta a seguinte indagação: será que Deus deixaria de dar uma lista dos livros inspirados a Israel quando ainda estava em sua terra, para repentinamente fornecer esta lista em 70 d.C depois que Israel havia sido destruído?

Pela pergunta podemos ver que o autor se perdeu na história. O cânon judeu não foi “dado por Deus”, nem Ele deu “uma lista dos livros inspirados a Israel”. A Lei e os Profetas formam a base do cânon judeu, que foi reunido de forma sistemática e patriótica, com critérios históricos e regionais. Entretanto o cânon judeu não era homogêneo, porque os judeus descendentes da diáspora formularam um cânon diferente dos que residiam na Palestina. Esse cânon “Alexandrino” continha os livros hoje inclusos na Bíblia Católica como “deuterocanônicos”. E existem diversas evidências de que a Escritura utilizada pelos primeiros cristãos e pelo próprio Cristo e os Apóstolos derivava dessa versão, dada a grande quantidade referências destes no nos livros do Novo Testamento.

Há, também, a questão ainda aberta de que os judeus do Concílio de Jabnes (Jamnia) não encerraram de uma vez por todas o cânon judeu, pois homilias ainda eram feitas baseadas em livros “não listados” por Jabnes.

Uma alegação protestante é de que Lutero rejeitou o cânon cristão do Antigo Testamento, preferindo ceder ao conhecimento de autoridade dos judeus para selecionar as suas próprias Escrituras, e assim aderir a um cânon, digamos, mais “fiel” a respeito do Antigo Testamento. O problema é que Lutero não percebeu que confiar na autoridade dos judeus para definir o que deveria ser lido pelos cristãos seria como dar razão aos próprios judeus quanto à sua negação de que Jesus era o Messias, pois fizeram isso baseados exatamente nas Escrituras que Deus os havia munido de autoridade. Seria um grande paradoxo. Os judeus daquela época não aceitaram o Cristo, por isso não possuem autoridade alguma sobre o que os cristãos devem ou não devem crer. Ainda mais estranho é o fato de Lutero ser claramente anti-semita, com base nas evidências de seus escritos. Estranha é, então, esta confiança no cânon judeu, enquanto jogou fora o cânon cristão.

Na realidade, tudo não passou do interesse de Lutero de ter suas doutrinas confirmadas, e, reinventando o cânon do Antigo Testamento, excluía qualquer fonte de contestação de suas doutrinas (pelo menos, a negação do purgatório e a intercessão dos santos, porque tantas outras inovações suas exigiram que ele rejeitasse livros do Novo Testamento, assim como adulterar uma passagem de Romanos)

12. Se a Igreja Católica Romana e a Ortodoxa se consideram cada qual o “pilar e o fundamento da verdade” e por isso protegida de erros, então por que elas mesmas ensinam doutrinas tão diferentes umas das outras? E como explicar os muitos erros e heresias feitos durante todos estes tempos por tantos papas e a igreja católica em geral?

Quais são as doutrinas “tão diferentes umas das outras” que a Igreja Católica Romana e a Igreja Ortodoxa ensinam o autor não se deu o trabalho de listar, o que mostra quão apurado deve ter sido escrever estes questionamentos. Outro ponto relevante é a ignorância de escrever que a Igreja é “protegida de erros”, seja lá o que for que o autor queira dizer por “erros”.

Com toda a certeza, a grande maioria das doutrinas cristãs são partilhadas pelas Igrejas Latina e Orientais, diferindo em poucos pontos. A autoridade do Papa e alguns dogmas Marianos são exemplos. Entretanto estão muito longe de disputas acerca da autoridade da Igreja e da interpretação bíblica, assim como não se discute a rejeição ao protestantismo. A diferença entre as duas tradições tem raízes históricas e teológicas muito complexas, mas a semelhança doutrinal e intelectual de ambas as correntes são suficientes para se considerarem irmãs ao invés de rivais, como ocorre entre o protestantismo e o catolicismo/ortodoxia.

É curioso notar que, ao que tudo indica, o fato de haver erros na Igreja Católica desautoriza esta a ser a verdadeira Igreja de Cristo. Parece que a Igreja Cristã não deve conter pecadores ou, então, “erros”. Se a existência de “erros” dentro da Igreja dá a ela o descredenciamento divino, então a Igreja Cristã não existe mais, e há muito tempo. A Igreja, pelo contrário, a exemplo dos seus fundamentos, os apóstolos, os primeiros a darem mancadas (a negação de Pedro, a traição de Judas) é composta por joio e trigo, e assim Jesus permite que seja, até o fim dos tempos. A Igreja terrena está submetida às leis naturais, e nisto se inclui a curva de aprendizado humano do erro e acerto em diversas esferas do conhecimento. A falta de conhecimento astronômico por parte da Igreja fez com que Galileu fosse investigado e levado a desconsiderar seus estudos. Mas a evolução do conhecimento tratou de mostrar o contrário. E é submetida a essa lei que os cristãos sofrem também com seus erros, inclusive religiosos. Porém a Igreja é livre de ensinar o erro no que diz respeito às coisas divinas, quando reunidos o Papa e os Bispos em Concílio, dirigidos à toda a Igreja. A Infalibilidade da Igreja, prometida por Cristo e cumprida pelo Espírito Santo, é critério necessário para a preservação doutrinal e os erros cometidos pelos seus membros em nada alteram essa característica.

13. Se as ambas as igrejas Católicas e Ortodoxas seguem exatamente a verdadeira tradição oral apostólica , como podem ensinar doutrinas tão diferentes aponto de uma não se comunicar com a outra se excomungando mutuamente?

Sobre as tais “doutrinas diferentes” já vimos acima. A excomunhão mútua entre o oriente e ocidente foi retirada pelo Papa Paulo VI e Athenágoras I, patriarca de Constantinopla (respectivamente, sucessores de Pedro e André) em 7 de dezembro de 1965, algo que não aconteceria se ambas “não se comunicassem”

Clique aqui para ler um texto ortodoxo sobre a Sola Sciptura

14. Ambos Tertuliano e Jerônimo deu uma lista de tradições orais que não foram encontradas na Bíblia. (Tertuliano em De Corona, ch 3-4) e (Jerônimo, Diálogo Contra os Luciferianos, 8) Tertuliano chegou a afirmar que muitas práticas ensinadas por ele não tinham base bíblica sendo sustentadas apenas pela tradição oral, por exemplo: batizar por imersão três vezes, dando ao batizando um pouco de “leite e mel” então proibindo a pessoa de tomar banho por uma semana; até mesmo o trabalho aos domingos foi proibido, e o sinal da cruz era para ser feito na testa. Jerônimo, seguindo Tertuliano, disse que essas “observâncias são derivadas da tradição, e tem adquirido até mesmo autoridade de lei escrita”. Nossa pergunta é:

a) porque a igreja católica não segue estas tradições ?
b) Por que a igreja Católica não pratica o batismo por imersão ?
c) Por que ela não imerge três vezes seus membros durante o ato batismal?
d) Por que o católico Romano e as igrejas Ortodoxas não guardam quaisquer destas tradições, com a exceção de imersão três vezes feito pela igreja Ortodoxa?
e) Se a ” tradição apostólica” ensina fazer o sinal da cruz na testa, por que ambas fazem-no no abdômen, tórax e cabeça, mudando assim esta prática?
f) Se devemos seguir as tradições orais da igreja , então por que ambas as igrejas que defendem esta mesma tradição não mais praticam estas coisas?
Veja algumas práticas consideradas “tradição oral” que nenhum católico pratica hoje em dia:

*Negar o diabo antes do batismo
*Batizar imergindo o fiel três vezes na água.
*Beber leite e mel depois do batismo
*Não tomar banho por uma semana depois do batismo
*Não trabalhar aos domingos
*Fazer o sinal da cruz na testa

O tamanho desta questão é inversamente proporcional ao da devida resposta: porque todas essas “tradições” são apenas costumes adotados pelas diversas igrejas, podendo deixar de ser praticadas a qualquer momento, à dependência das autoridades. O autor confundiu, ou por má fé ou por ignorância mesmo, a tradição que significa costumes religiosos e/ou culturais, com a Sagrada Tradição Apostólica o que é completamente diferente.

15. Por que os católicos romanos sempre usam 2 Timóteo 2:2; 3:14 como prova bíblica de uma extra-bíblica tradição oral dada através de sucessão apostólica, quando esta mesma tradição diz que Timóteo foi bispo de Éfeso, que pela sucessão, faz parte da igreja Ortodoxa Grega e não da romana?

Simples: porque a sucessão não morreu com Timóteo. Naquela época não havia a divisão entre oriente e ocidente, e os sucessores de Paulo e Timóteo também transmitiram a mesma autoridade para pessoas idôneas que não limitaram a difusão do Evangelho ao oriente.

Agora, se os leitores não perceberam, respondam para mim: qual a relação entre o versículo bíblico apresentado pelo autor, atentando a legitimidade da Tradição Oral, com o fato de o sucessor de Paulo ser bispo de Éfeso? Se Timóteo fosse bispo do Zimbábue ou da Transilvânia, 2 Timóteo, ainda assim, seria uma forte evidência da existência de uma Tradição Oral autorizada. Uma coisa não exclui a outra.

16. Se 2 Timóteo 2:2 prova uma suposta linha de sucessão, [pelo argumento acima] isto então prova também que a igreja Católica Romana está separada daquela sucessão, já que ambas não têm comunhão uma com a outra?

Idem a resposta acima.

17. Por que quando o católico encontra a palavra tradição na Bíblia ele sempre interpreta como sendo a chamada “tradição oral” em vez de ser corretamente entendido como se referindo as palavras escritas dos apóstolos, sendo que a Bíblia chama as Escrituras de tradicao em 2 Tess. 2:15, e Atanasio chama de tradição as Escrituras?

Obs: Atanásio falava sobre “a tradição Apostólica ensinada nas abençoadas palavras de Pedro”, que dizia “Assim como Cristo sofreu por nós na carne” então cita: 1 Pedro 4:1; Tito 2:13; Heb 2:1 (Atanásio, Aos Adelphius, 60, 6).

“Sempre” não. 2 Ts 2,15, os cristãos são enfaticamente advertidos:Assim, pois, irmãos, ficai inabaláveis e guardai firmemente as tradições que vos ensinamos, de viva voz ou por carta”. Não há como não entender que Paulo está falando sobre tradição oral nesta passagem.

18. Os Pais da Igreja acreditavam que Paulo havia dito em Ef. 3:3-5, que a Escritura podia ser compreendida através de uma mera leitura. Eles falavam que até mesmo os heréticos poderiam entender as Escrituras por apenas lê-la. Se até mesmo aqueles heréticos eram capazes de compreender a Bíblia, como então os católicos romanos ensinam que nós precisamos de um magistério eclesiástico para tal? (Tertullian, A Carne de Cristo, c. 20), (Atanásio, A Encarnação do Verbo, 56), (Hilario de Poitiers, A Trindade, Livro 1, 35 e 7,16)

Creio que seja um tanto confusa esta afirmação de que “até mesmo os heréticos poderiam entender as Escrituras”. Sem dúvida acredito que heréticos lêem e entendem a Bíblia. Mas o que deve-se salientar é que, se são heréticos, é porque entenderam, mas entenderam errado. E é isso que os faz criar heresias. O que está em jogo não é apenas a capacidade de ler e entender o que está escrito. Muitos lêem a mesma bíblia, mas entendem de forma diferente. O entendimento correto, de acordo com o que ensina a Igreja que detém o ensinamento dos apóstolos, reside apenas na Igreja Católica, e, se existem heréticos, é porque entenderam mal o que está escrito na Bíblia. Devemos lembrar que Pedro escreveu que na Bíblia existem passagens difíceis de entender que são deturpadas por espíritos ignorantes (2Pd 3,15). Por isso não se pode alegar que a Bíblia é fácil de entender porque até heréticos a entendem.

19. Os católicos alegam que para a doutrina da Sola Scriptura ser verdadeira seria necessário que todos os protestantes fossem alfabetizados. Se possuir uma cópia das Escrituras é uma pré condição essencial ao Sola Scriptura, então o que dizer dos católicos analfabetos? Como eles irão saber que os ensinamentos de seus catecismos é verdadeiro? Se os católicos [analfabetos] podem entender o Catecismo por ter alguém que leia para eles, então por que não pode acontecer o mesmo com a Bíblia?

Aos analfabetos, na Igreja Católica, não se ensina apenas o catecismo, mas a Bíblia. É isso que se faz no rito da palavra que ocorre em todas as missas. Se os analfabetos não são surdos (para estes existe a libra, a linguagem dos sinais), estes podem sem problema aprender os ensinamentos bíblicos nas celebrações e em vários outros grupos organizados pela Igreja. Vale lembrar que as imagens na Igreja Católica, além de ornamentação, também têm a função de ensinar. É célebre a frase de São Gregório Magno, que disse “A imagem é o livro daqueles que não sabem ler” (epist. XI 13). Portanto analfabetos católicos não encontram problemas em receber os ensinamentos bíblicos. Já para o protestantismo o analfabetismo é, sim, uma curiosa pedra no sapato da Sola Scriptura, posto que há a explícita necessidade de um entendimento pessoal sobre a Bíblia, que não pode ser seguramente obtida se não se pode ler a Bíblia e se esse ensinamento é passado por outra pessoa, o que na verdade seria algo parecido com um ensinamento “extra-bíblico”, completamente vetado no protestantismo (apenas na teoria, devemos salientar, pois na prática, a Sola Scriptura não se aplica aos membros das igrejas, apenas aos seus líderes, posto que qualquer entendimento pessoal contrário ao de determinada liderança representa o embrião de uma nova igreja, com outras doutrinas, surgindo)

20. Os católicos alegam que para a doutrina da Sola Scriptura ser verdadeira seria necessário a distribuição universal da Bíblia em toda a terra. Ora, se isto é uma pré condição essencial de Sola Scriptura, então como os católicos sabiam que era verdade os ensinamentos do papa antes da época moderna da imprensa?

Porque ensinamentos não se passam apenas por meio de carta ou livros, mas por meio verbal também, e foi desta forma que a Igreja cresceu nos tempos apostólicos, através da palavra de Deus transmitida pela forma oral. Mas agora, se uma doutrina ensina que os ensinamentos divinos que são necessários à salvação estão exclusivamente contidos em um livro, que no caso é a Bíblia cristã, como se salvará uma humanidade onde não se pode distribuir Bíblias para todos? Como dizer a um povo primitivo, onde a mínima parcela era letrada, onde as Escrituras eram copiadas a mão e que uma cópia durava anos, que para serem salvos teriam todos de ter Bíblias, e ainda mais, deveriam ser, todos, alfabetizados? Estariam gerações da história da humanidade condenadas ao inferno apenas porque não tiveram a sorte de viver numa época onde existe a impressão e comercialização das Bíblias?

21. Se a capacidade para ler é uma pré-condição essencial ao Sola Scriptura, então como fazem os católicos analfabetos para saber seu catecismo? A mesma lógica não poderia se aplicar äs analfabetos católicos de ambas as igrejas? Se o católico pode “saber a verdade católica” por escutar leitura do catecismo por terceiro, então por que não podemos aplicar a mesma lógica quanto aos evangélicos em relação à Bíblia?

22. Se a capacidade para ler é uma pré-condição essencial ao Sola Scriptura, então como faz o católico analfabeto para saber o que o padre está ensinando é certo e está realmente de acordo com os dogmas católicos e decretos dos Concílios e dos papas se eles não podem ler os documentos?


Segue a resposta 19.

23. Os católicos alegam que o método protestante de poder interpretar as Sagradas Escrituras pessoalmente com a ajuda do Espírito Santo não é um método válido de determinar a verdade por causa das inúmeras denominações que se dividiram usando este método. Mas se isto é verdade, então também é verdade que a sucessão apostólica e as tradições orais da igreja são igualmente inválidas como método correto de saber a verdade, porque a igreja Romana e a Ortodoxa são duas denominações que usam este método e ainda assim são divididas doutrinariamente. Ora, se a diversidade de doutrina e a diversidade de igrejas protestantes provam que a interpretação pessoal das Escrituras é um método falho não se dá o mesmo com os católicos e ortodoxos que usam o método baseado nas tradições da igreja, mas que mesmo assim permanecem divididos?

Não. O que ocorre entre a Igreja Católica Romana e as Igrejas Ortodoxas orientais não é o mesmo que ocorre entre as milhares de denominações protestantes. A divisão existente entre os católicos romanos e ortodoxos é, principalmente, política e cultural. Mesmo existindo algumas doutrinas diferentes entre um e outra essas não se excluem como contraditórias, pois muitas dessas diferenças tem suas origens por causa do isolamento provocado pelo cisma de 1054. Vemos que essas diferenças não interferem e muito menos anulam a autoridade da sucessão apostólica e da Tradição oral da Igreja, como demonstram a retirada das excomunhões, o fato de se poder receber a comunhão em igrejas ortodoxas em algumas ocasiões e a contínua busca de unidade destas duas Igrejas.

Algo completamente diferente do que ocorre entre as igrejas protestantes. As doutrinas são literalmente contraditórias, e mesmo que digam que existem diferenças somente questões que estes julgam “secundárias”, não faltam embates sobre o batismo e a eucaristia, só para citar alguns exemplos. O entendimento da Bíblia mediante o mesmo Espírito jamais ocasionaria confusão, apenas unidade.

24. Os católicos podem provar que além das Escrituras outra fonte de autoridade doutrinária seja theopneustos (inspirada)?

25. Onde está escrito nas Escrituras que a tradição é igulamente theopneustos?

Vejamos a seguinte passagem: “Por esta razão é que sem cessar agradecemos a Deus por terdes acolhido sua Palavra, que vos pregamos não como palavra humana, mas como na verdade é, a Palavra de Deus que produz efeito em vós, os fiéis” (1Ts 2,13). Claramente a pregação, oral, de Paulo é Palavra de Deus.

Devemos destacar um detalhe que sempre fica oculto quando protestantes falam sobre “theopheneustos”. Essa palavra não deve ser entendida como termo que diferencia tecnicamente a natureza infalível da Escritura em detrimento a uma suposta falível tradição oral. Não é nada disso. Esse termo, theopheneutos, significa que a Escritura, apesar de escrita por homens, é na realidade a combinação única entre a palavra de Deus e a palavra do homem. A Escritura é “inspirada por Deus”, num sentido análogo ao sopro de vida de Deus no ato da criação. Portanto, afirmar simplesmente que a “palavra oral” da Sagrada Tradição não é igual à Escritura por que a palavra theopheneustos não é usada para designar uma Tradição oral é usar seu conceito fora de contexto.

26. Porque nem Jesus e nenhum dos apóstolos nunca incentivaram ou usaram a tradição oral para definir doutrinas?

Jesus não escreveu uma linha, até onde temos notícia. Nem Jesus nem os apóstolos tinham Bíblias cristãs (apenas as escrituras judaicas) para definir ou ensinar doutrinas. A forma como Jesus e os apóstolos ensinaram foi por meio da transmissão oral.

Jesus ou os apóstolos nunca incentivaram que os seus ensinamentos fossem passados adiante (usando, claro, a tradição oral)?

“Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei” (Mt 28,19-20)

“O que de mim ouviste na presença de muitas testemunhas, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para ensiná-los a outros” (2Tm2,2)

27. Pode algum católico provar que as doutrinas do papado, indulgência, imaculada conceição, assunção do corpo e alma de Maria ao céu, virgindade perpétua, batismo infantil, os sete sacramentos, purgatório, e as demais doutrinas extra-bíblicas catóicas foram ensinadas pelos apóstolos?

Pode, pois tais doutrinas, apesar de algumas não estarem explicitamente declaradas nas Escrituras dos Apóstolos, são derivadas dos ensinamentos destes. A doutrina cristã não nasceu pronta, e até hoje estamos passando pelo desenvolvimento da doutrina. Toda revelação já foi feita, porém o entendimento acerca da revelação cresce constantemente através dos tempos. Você não encontrará uma linha na Bíblia sobre a doutrina da Trindade, mas toda a doutrina trinitariana é desenvolvida a partir dos ensinamentos e entendimentos ao longo da história da Igreja. É assim que funciona. A necessidade de aceitar uma doutrina que esteja contida explicitamente na Bíblia é um dos fundamentos da Sola Scriptura que, ironicamente, não ensina, nem explícita nem implicitamente, a Sola Scriptura.

28. Pode algum católico provar que em todas as tradições alegadas acima os pais da igreja [todos eles] estavam de pleno acordo?

29. Porque havia divergências sérias entre os pais da Igreja em torno de pontos doutrinários católicos que hoje se tornaram dogmas?

As doutrinas da Igreja não repousam sua autoridade sobre o consenso unânime dos pais da Igreja (unanimem consensum Patrum). Os pais são um elemento desse fundamento.

Uma definição simples sobre esse assunto: “Quando os pais da igreja forem moralmente unânimes em seu ensino de que uma determinada doutrina é uma parte da revelação, ou é aceita pela igreja universal, ou que o seu oposto é uma heresia, então seu testemunho conjunto é um determinado critério de revelação divina. Não sendo os pais pessoalmente infalíveis, o testemunho contrário de um ou de dois não seria destrutivo ao valor do testemunho coletivo; basta uma simples unanimidade moral”. (Maryknoll Catholic Dictionary, pg. 154)

“Pelo fato de a defesa das Escrituras dever ser conduzida com vigor, todas as opiniões que um determinado padre ou um intérprete dizem para explicações não necessitam ser idênticas. Pois eles, interpretando passagens onde assuntos foram julgados de acordo com o conhecimento de suas épocas, e nem sempre de acordo com a verdade, podem ter produzido opiniões que não são atualmente aprovadas.Portanto, devemos estar atentos e cuidadosamente aprender a discernir o que neles realmente pertence à fé e o que apenas está conectado a ela, e o que estabeleceram como consentimento unânime, pois ‘nos assuntos que não estão sob a obrigação da fé, os santos são livres para expressar opiniões diversas, assim como nós’, de acordo com a opinião de Santo Tomás( Papa Leão XIII (Estudo sobre as Sagradas Escrituras, Providentissimus Deus, nov. 1893).

30. Porque a tradição oral católica precisou ser posta em forma escrita? Porque ela não permaneceu na forma oral? Isso não é prova de que a forma escrita é mais confiável que a oral?

Não. A forma escrita nunca foi sinônimo de confiabilidade de transmissão de informações. Existem adulterações tanto em uma como em outra forma. O que dá autoridade à palavra, seja ela escrita ou oral, não é sua forma de transmissão, mas quem é o seu autor.


Fonte: Veritatis Splendor